terça-feira, 25 de novembro de 2014

Nunca Digas Sushi. Oops, Nunca. Parte I

Sushi, sushi, sushi. Toda a gente ama sushi, toda a gente dá o dedo mindinho por sushi. Um amor desmesurado que entre o ser bom e o estar na moda, não se percebe muito bem a coisa. O que se sabe é que toda a gente adoooooora, em alguns casos, mais que a própria vida.

Sendo eu alentejano, nunca fui dado a estas alternativas culinárias e sempre me disseram: "não gostas porque ainda não provaste num sítio como deve ser". estamos a falar claramente de restaurantes, porque lendo esta frase assim, coiso, parece perversa. E pronto, hoje  a convite da Groupon (que já não é a primeira vez que me põem nestas andanças e eu agradeço muito -nada  reclamar) fui ver se mudava o meu gosto. Tanto disse que não gostava, que tive de engolir o que tinha dito. Literalmente. Nunca fui quele apreciador extremo deste tipo de comida, contudo, nunca disse que não iria gostar. E lá fui provar.
A Groupon tem uns vouchers porreiritos (também já tinha comprado um relógio e afins) para refeições de sushi. Eu fui experimentar no restaurante Origami, ali no Principe Real, Lisboa e meus imbecis mais lindos do Nunes: enfardei que nem uma bestinha. Experimentei tudo o que vinha no menu (excepto um que tinha ovas de salmão, acho...não "apreceio") e...gostei! Gostei da Patrícia que nos atendeu sempre com sorriso (bonitão) na cara, gostei da companhia (depois escrevo outro post sobre isso), gostei do espaço (que além de central, depois ainda tem uma esplanada bem catita) e olhem, fiz pela primeira vez uma publicação com foto de sushi no Instagram! Mas que raio de pseudo-blogger seria eu se não fizesse tal coisa??!?!

E era só para partilhar isto com vocês, porque quando corre bem, gosto de contar! Quando corre mal, também e vocês sabem disso. Fotos a seguir para mosrtar o aspecto delicioso que tinha. Tinha...teve, durante 5 minutos, mais coisa menos coisa que foi o tempo em que foi tudo aspirado. Brincadeirinha.

Estas que estão aqui em primeiro plano, com bom aspecto, as bolinhas, foram as únicas que não comi.

Esta foi a entrada feita pelo Chef, gostava de vos dizer o nome, mas não me lembro. Mas tinha pepino avinagrado (?), tinha delicias do mar, tinha peixe e olhem, mesmo a comer com pauzinhos, foi-se tudo.

domingo, 23 de novembro de 2014

Artista, Ginásio e Blhecs e o Nunes Ensina.

Eu quando vou ao ginásio sinto-me um artista, não pelo meu pseudo-malabarismo também conhecido como descoordenação, mas sim porque sou incompreendido pelas massas. E pelos massudos neste caso.

Uma pessoa vai e leva uma t-shirt normal. Com manga curta. Quem leva uma t-shirt destas é o nerd do ginásio, é posto de lado, não dá para socializar, perguntar qual é a proteína que o outro está a tomar. E porquê? Porque não leva alças, não leva uma t-shirt esgaçada do sovaco à anca e assim nunca vai ser ninguém. Ou bem que uma pessoa se adequa ou é melhor esquecer.

Depois, independente do exercício que se faça, é arfar. Arfar, suspirar, gritar, grunhir, e sempre o mais intensamente possível e com o decibel no máximo. Escusam de fazer exercício sem isso, não vão ver resutados, mesmo que a vossa alimentação seja fiambre de frango, ovos e salada. OK? Sempre arfar, não esquecer ou também nunca vão ser o popular do ginásio.

T-shirt esgaçada, já falei; grunhir, também; toalhas! Toalhas é aquela coisa que tem de se levar sempre. Não só para o banho, mas aquela para pôr nas máquinas quanto estão na vossa performance. Principalmente quando são a pessoa mais nojenta do ginásio e que se desfaz em suor. A sério, não é fixe deixar a marca do lombo e das nalgas em todo o sítio que se encostam.É só nojento e mostra falta de respeito pelos outros. Aqui, no máximo o que acontece é que alguém que queira utilizar a máquina
 depois de si, vá contar à recepcionista. O quê? Eu? Nunca contei nada!! Más línguas!

E eu enquanto artista - que não faço nada enquadrado nisto- tenho a ensinar-vos, queridos desportistas que utilizam as máquinas há anos: quando se põe o peso a levantar, que vocês fazem assim, arrastando todos para um lado, neste caso para selecionar o 25:

Está mal, espertezas raras, basta fazer isto:

Quem é que disse isso, oh espertinho de merda? Dizem vocês, que já fazem essa parvoíce há anos. Digo eu, porque sei ler.

Experimentem na próxima vez que forem, a sério, experimentem e vejam o 17º milagre de Fátima revelado.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Cagufa, Solteirismos e Oportunidades.

Ultimamente tenho lido imensos textos sobre ser solteiro, o bom que é ser solteiro, eu já escrevi sobre ser solteiro e concordo com a maior parte das coisas escritas sobre ser solteiro. E todos nós gostamos desta frase que circula muito nas redes sociais:

Claro que pensamos logo:" Tauuuuuuuuuuuuu, é isso mesmo, estou mesmo bem assim e tão cedo não caio noutra". E acontece realmente estar sossegados algum tempo- em casos excepcionais, anos- mas lá acaba por aparecer quem mexe com o sistema digestivo (sim, quando aparecem borboletas no estômago, dá caganeira, é digestivo).

E aí começam a surgir muitas questões; isto vai ser mais do mesmo? vale a pena me moer? estou preparado para abdicar do meu espaço? A minha mão está  afazer um serviço tão bom, vale a pena substituir? Se calhar não. Ou se calhar somos só estúpidos e com cagufa de ser mais do mesmo e alguém "fucking amazing" vai dar uma volta ao bilhar grande por muito que gostemos.
Porque estamos demasiado concentrados em chamadas de atenção de pessoas anteriores e temos pânico de voltar a ouvir o mesmo. Aproveitamos ou desperdiçamos a oportunidade?

Acontece isto ou é impressão minha? Contem-me lá as vossas coisas e opinem sobre isto se faz favor que eu estou a fazer um estudo para a super reconhecida Universidade de Harvardivelas.

Obs: éééééé  punheta, só agora é que vi que há mais de um mês que nã escrevia aqui.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Lotação Esgotada e Depressões.

Aposto que há alguns de vocês a quem calha a profissão "psicólogo nas horas vagas", que é como quem diz: onde a maior parte dos amigos vem desabafar. E aposto que também são óptimos conselheiros no assunto relações amorosas e estão solteiros. Mas isso hoje não interessa nada.

Claro que isto mete sempre depressiv@s à mistura. Uma pessoa atura, atura, atura, aconselha, sopra, revira os olhos, atura... São amigos, lá está! É para isso que servem, certo? Certo. Uma pessoa quer ajudar.

Mas há situações em que a pessoa amiga é a mais importante do mundo e está num estado que não percebe nada do que estamos a dizer. Acompanhamos durante anos a pessoa a enterrar-se, a meter-se num buraco cada vez mais fundo, tentamos segurar, mas a pessoa já não quer. Já quis e tem razão para estar onde está. Mas com muito tempo a passar começa a distorcer as coisas, tanto para um lado como para outro. Vê num conselho, numa chamada de atenção uma frase implicativa; vê numa pergunta um ataque e assim sucessivamente, concluindo para si que está tudo contra, quando estão braços a ser esticados para ajudar.

Ora, quando isto se passa durante tempo demais, o cansaço dá sinais de si. Para o lado da pessoa depressiva, para o lado de quem tenta "salvar". E o que é que uma pessoa faz nestas situações? deixa que a outra pessoa se afunde e deixa assim de ouvir ofensas? Deixa afundar mais uma situação que parece estar no limite e que pode ter consequências piores? Deixa? Deixa-se porque não sou eu e sigo a minha vida? Ignora-se, mesmo quando se trata de um pilar da tua vida?

Não é fácil ajudar uma pessoa que está na merda e está acomodada a isso. E não quer sair. Mesmo com todas as tentativas que já fora feitas, tipo tudo.
A lotação está esgotada, o ponto de ebulição está atingido, a partir daqui é só merda. Da grossa.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Fim de Temporada e Post Mais ou Menos Sentimentaloide.

Porra, está a acabar.
Estamos a meio de Setembro (quem é amigo e vos ajuda caso não tenham calendário, quem é?) e para mim começa o Inverno, porque só há duas estações neste momento: Verão e Inverno. Ou dá para bronzear ou não dá; é assim que se divide o ano.
Quando acaba o Verão, acaba parcialmente a boa disposição, acabam totalmente os bronzes, acabam definitivamente as sunset partys, deixa de andar tanta gente descascada (vá, aqui não é bem aplicavel porque ...porque.), é uma tristeza, portanto.

No meu caso, além disto tudo acaba também um projecto sazonal que me dediquei. Não foi um projecto inovador: foram sumos de fruta na praia- mas no local não havia nada do género. Só com fruta e sem couves ou afins. Transportáveis para a praia e com um logo bem bonitão. Qualquer semelhança com o meu tipo de letra é pura coincidência. Se quiserem espreitar a pagina do facebook é esta AQUI. Um projecto que correu melhor do que pensei inicialmente e que -quem sabe?- não será transferido para outro sítio, tenho de aproveitar que a marca está registada e não a deixar morrer.

E correu bem porquê? Porque tive ajuda de toda a gente próxima. Começando por quem me albergou o negócio, o Praia Grande Caffe em Porto Côvo (e todooooooo o staff- coisas mái lindas), que é só o melhor sítio onde podia ter dado a conhecer a marca, passando por quem me fez o logotipo, por quem me trouxe os autocolantes de Lisboa para Porto Côvo, por quem partilhou as fotos dos sumos nas redes sociais, por todos os clientes, amigos que bebiam porque gostavam mesmo, filhos dos amigos que gostavam e já preferiam os sumos a gelados, os meus pais que me traziam caixas de fruta quando eu estava a vender mais do que o suposto e o material quase acabava e eu não tinha de sair do posto de trabalho para ir buscar mais, enfim, uma imensidão de agradecimentos porque me facilitaram imenso a vida. A quem criticou e a quem adorou e a quem fez algo parecido. Foram todos necessários e todos ajudaram à sua maneira. Um OBRIGAAADO gigante é só o que ocorre.

E a nostalgia já começa a bater sem ter acabado. Isto acontece mesmo quando todos os dias saía um: foda-se, nunca mais acaba o Verão.




sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Quando uma Relação Acaba e...

Não Seguimos em Frente.
É uma merda. Gigante. Estamos habituados a companhia, a rotina, a ver felicidade estampada quando chegamos a casa, mesmo quando não comunicámos o dia inteiro- muito menos por SMS. Uma pessoa habitua-se, anda à chuva, anda ao sol, vai ao médico...É Amor, é. E eu tive essa companhia, mas a relação acabou há excatamente dois anos e eu não segui em frente. tentei, mas não dá. Passou-se a situação que podem ler AQUI e simplesmente não dá. Uma pessoa tenta substituir, mas não há Amor como o primeiro.

Foi a minha relação mais longa- 16 anos- e imagine-se, com uma pessoa do sexo masculino que vos vou apresentar em foto agora:



Obs: Tarik, vou escrever isto todos os anos porque nos marcaste demais, portanto desculpa eu escrever sempre a mesma treta. As tuas fotografias, com o teu ar snob (não sei a quem sais e nem sei porque dizem que ficam parecidos aos donos) continuam a vigiar-nos durante as refeições, ainda não falamos muito sobre ti, só fazemos referência, não nos debruçamos sobre a tua partida porque fica tudo a chorar na mesma. Mas vê só, bicho: foste a única pessoa que fez e continua a fazer com que todas as pessoas abestalhadas lá de casa (os três, portanto) mostrem sentimentos. Dos bons.

Enfim, não me vou alongar porque daqui a pouco entro em curto-circuito com o portátil da baba e do ranho que já estou a expelir.... Só mais um obrigado por seres o responsável por eu continuar a preferir cães a pessoas. Assim de repente, não me lembro de ninguém mais educado e inteligente do que tu. Nem bonitão :)

<3 <3 <3 <3 <3

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A Ressaca. A Monstra da Ressaca.

Essa grande velhaca que nos relembra que já não temos 20 anos e já não passa tão facilmente depois de um Sábado em grande. Mas não é sobre a ressaca alcoólica que me vou debruçar hoje. É ressaca tal e qual, mas referente ao conceito urbano. Urbano, civilização, cidaaaaade. Estou a ressacar da minha cidade preferida: Lisboa, pois claro.

Pus umas fotos todas catitas na publicação anterior, mas a verdade é que eu fico contente com um fim de semana aqui neste pequeno paraíso e já aqui estou desde Abril. Felizmente afastei de mim cordas, x-actos e catanas para não pôr o fim à minha vida num destes dias em que a ressaca de urbanismo estava crónica. É tudo muito bonito, muito calmo, mas eu não. E estou...como se diz....?! No limite do que suporto ruralmente.

Quero a luz de Lisboa, as pessoas de Lisboa, os miradouros, as conversas, o rio...A Vida de Lisboa. E da minha Vida em Lisboa. Já faltou mais, mas agora custa mais. E começo  a ficar com azia, porque quando fico ansioso fico com azia, e quando fico ansioso fico com eczema. e quando fico com eczemas fico mais ansioso. Vou um bicho para Lisboa, mas depois passa. nada que uma cortisona não resolva.
Entretanto vou apreciar a paisagem e aproveitar o Sol, que já se nota bem que é Setembro e a clientela é bem menor.

Ontem esteve assim...e hoje também:
Não me roguem pragas, se faz favor.


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Uma Espécie de Laureating a Pévid, mas em Trabalho.

Bolas, ando em múltiplas ressacas. Uma delas, relativa ao escrever frequentemente aqui. Ouvi até um dia com tom irónico: "Ah, mas era tão importante para ti o blog". Pois era. E tu também e olha.. :) Mas ao blog eu voltei e vou voltar e tenho, mais uma vez, uma dívida enorme para aquelas duas pessoas e meia que vinham diariamente ver se eu tinha escrito alguma coisa. Talvez calhasse naqueles dias em que a pessoa está maldisposta mas não consegue vomitar e pensa: vou ler aquele blog de merda a ver se bolso de uma vez por todas. o que interessa é que tinha estas quase visitas diárias.

Como cheguei a escrever aqui, meti-me num projecto no inicio do Verão que ainda está a decorrer. E bem, felizmente. Deixei a minha Lisboa do coração e mudei-me para a terrinha que me viu nascer. Cagar e mijar também viu...e outras coisas menos bonitas, espero que não tenha visto. Pelo menos não havia facebook e não ficou registado.
Mas também isso não interessa nada. Basicamente passo o dia na praia, até porque o bar que me acolheu é ..exactamente na praia. É bom o trabalho, mas lá está...só deu para apanhar sol no inicio do Verão, porque com a chegada das multidões, o trabalho não era ao sol. Ainda assim não me posso queixar, até porque vi uns 120 pores-do-sol e todos eles melhores que o de Santorini, Mykonos, Ibiza ou Formentera (este ano toda a gente foi para esses sitios supéeee-chiqueeees), portanto, a comparar com o meu emprego anterior, foi só lucro só pelo facto de estar ao sol.

Hei de detalhar esta ainda-aventura, mas vim cá deixar só umas imagens que podem de alguma forma resumir o Verão (sem o Ice Bucket Challenge)

Enfardei caracóis que nem uma besta. Salada de lulas foi outra coisa que me encheu o bandulho.

Um dos muitos pores-do-sol registados, neste caso não fui eu porque estou na foto. Mini-lol

Porto Côvo

Supra Sumo, o meu projecto. Supra sumo, diz olá ás pessoas.

Festança na praia.

Outra coisa mai linda.

Super desportista a jogar voley até ser de noite

Sopas de tomate com ovos escalfados. A chef foi a Mãe.

Aniversário da Avó, a quem eu não traduzi bem o que ali estava escrito.

Esta tirei ontem.

Amanhã dou mais novidades. E nada de gamar fotos.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Credo, coisas que uma pessoa vê.

Para ti: pessoa que te achas,

Não és melhor que ninguém porque o teu emprego é espectacular. Não és melhor que ninguém por teres uma vida aparentemente boa; não és ninguém por te dares só com um certo tipo de pessoas; ignorares quem já foi teu amigo só porque já não está padronizado no teu novo estilo de vida, só faz de ti uma merda. Mas não é uma merda boa, sabes?- sim, porque há aquela merda boa que sai quando já não se aguenta mais um segundo- é merda mesmo daquela ácida, fedorenta, que assa as bordas do caguêro. És apenas alguém que se acha espectacular, mas na realidade és uma espectacular merda. Renunciar às origens não é nada catita. Se renunciar na bisca é mau, imagina nas origens.Um dia voltas à realidade que pertences - ou talvez não porque a insistência em não voltar será muita- mas caso aconteça, é bom que te aguentes à bomboca que não vai ser fácil.

Resume-se este tipo de pessoa a isto: poucaxinha.

O Xico-Esperto Descobre o Alentejo #3

O Xico-Esperto desloca-se muitas vezes em autocaravanas. Além de não estacionar o veiculo nas zonas reservadas para tal, e optar por ficar em estacionamentos residenciais, gosta de se apoderar de ainda mais espaço. Um avançado, um mero toldo de 6x6, 3 fogareiros, 5 estendais e parque para as 4 bicicletas são algumas das coisitas que esta espécie costuma ter. Faz campismo selvagem quando é proibido, mas pensa que não o está  a fazer porque tem uma autocaravana.
- Eu sei, é muita coisa para pensar e chegar à conclusão que é um burro de merda e está a fazer coisas erradas.-

Além desta ocupação de via pública- que também costuma ter tendas cravadas no alcatrão- e de pernoitarem em sitios indevidos-  temos quem poderia fazer alguma coisa por isto e não faz. Sim, as autarquias poderiam fazer, mas enquanto isso as autoridades poderiam praticar uma coisa que se chama: utilidade. Sim, não há uma lei que proíba estes pernoitamentos, mas há lei que não permite campismo selvagem; que não permite ocupação da via pública; e outras leis que podem ser usadas neste contexto. Há estas leis, há o senso comum, há a boa educação. Há isto tudo mas não é em Porto Côvo.

Por outro lado há: caravanistas que rebentam canalizações de lotes para futura construção de onde roubam água dias inteiros; caravanistas que cagam e mijam  junto a residências - quando também existem balneários a 100 metros, caravanistas que fazem churrascos quase dentro dessas mesmas residências, deitam lixo de dias em recipientes de papeis fazendo com que as ruas fiquem nojentas; há caravanistas que não vão para os parques, nem de campismo nem para os espaços reservados para o efeito...e tantas outras coisas.

Queria dar os meus Parabéns ao Município de Odemira por ter criado um regulamento em que proíbe estes alojamentos indevidas e que permite que quem visite Zambujeira, Milfontes, etc..aprecie a paisagem e não 3846648393030 caravanas estacionadas ao longo de km de costa, tornando-se a merda de imagem de marca de um sítio tão bonito.

Caravanistas: não há um código de conduta do campista/caravanista? É ler, obrigado!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

O Xico-Esperto Descobre o Alentejo #2

O Xico-Esperto, vem de qualquer parte do mundo. Às vezes vem dA França - para onde foi com 25 anos- e discute com uma pessoa nascida e criada numa aldeia do Litoral Alentejano (note-se que escrevi LITORAL ALENTEJANO) dizendo que está o alentejano está enganado quando diz que isto não é Algrve e sim Alentejo. O xico-esperto- qual rei da Persiasão- argumenta até agressivamente, mostrando a tudo e a todos que Porto Covo fica no Algarve e não no Alentejo. Vai com calma, Rubén Cristiano: além de não teres noções de Geografia, és só mesmo estúpido e mal-educado.

Volta, volta para o território da ignorância! E se puderes tenta suster a respiração durante duas horas e 14 minutos. E não te esqueças, se voltares para França, lembra-te: fica na Arábia!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

O Xico-Esperto Descobre o Alentejo #1

O xico-espertismo é uma actividade super fluente em Portugal e é praticada pelo xico-esperto. Lembro-me disso com mais frequência no Verão- não sei se é por acaso, mas as atitudes proliferam nesta estação. Já há uns dois ou três Verões que escrevi muito sobre o tema e agora quando tiver tempo vou relatando uns episódios. Uns vividos na primeira pessoa, outros contados.

E quem é o Xico-Espero? Revela-se noooooormalmente em forma de ser humano, não querendo, na maior parte dos casos, dizer que se comporte como tal. Pode aparecer um forma de dondoca ou badalhoco. Tanto faz, os princípios de educação destas espécies são exactamente os mesmos: zero. Nicles patatóides. Népia. Rien. Com a agravante de acharem que têm.

O Xico-esperto desloca-se, na época balnear, para o Alentejo e na sua mente acha que é o primeiro a fazê-lo. Acha que vai colonizar qualquer terreno, acha que está a falar com pessoas que não sabem o que é a civilização e até fica surpreso com o facto dos nativos falarem sem ser em grunhidos.

São protagonistas de episódios hilarianto-estupidos dignos de um espaço aqui no blog.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Quem É que Gosta de...?

Porto Côvo? Quem conhece? Quem já foi? Quem tem saudades?

Para qualquer uma destas hipóteses, eu se fosse a vocês participava neste passatempo (carreguem AQUI) do blog Café, Canela & Chocolate? Há oferta de estadias, de comida, bebida, roupa, acessório, etc... Tudo representantes de Porto Côvo, pessoas que estão a tentar desenvolver a terra, criando marcas próprias, negócios próprios..essas coisas, vocês sabem!

Ajudem lá Porto Côvo a ficar ainda mais no mapa! E fiquem a conhecer o que de bom se faz :)


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Familias Bonitonas.

Famílias perfeitas, não as há. Excepto naqueles anúncios do Continente em que há uma Mãe trintona boazona, um pai ar de beto descontraído jeitoso, um filho com ar de inteligente e bonito e a filhota loira igualmente gira. Perfeitinhos fisicamente. E nós, vulgares pessoazinhas temos um ou dois casais próximos que costumamos de apelidar de "casal perfeito" ou "família aparentemente perfeita"- mais não seja, vista de fora.

E agora nas praias portuguesas vê-se muito estas tentativas de ter uma família perfeita para mostrar aos amigos. Uma tentativa de passar aos outros os seguintes pontos:

* estou super bem profissionalmente
* estou super bem emocionalmente
* estou super bem fisicamente
* estou super-feliz com a minha família perfeita e vocês são uns cócós inferiores a mim.
* já sou super adulto e vocês não, nha nha naha nhaaaaaaa!

E é bonito de se transportar para a nossa realidade diária estas famílias bonitas, mas é mesmo. Saber que se juntam numa casa pessoas tão fixes e tão funcionais- assim como é bom saber que só se estraga uma casa quando se juntam duas pessoas igualmente estúpidas. E eu, sentimentalão e solteiro como ando, penso:
Foda-se, tenho um sobrinho e já chega. Vou continuar assim.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Vai com calma, Thaís!

Quando queremos ver alguma coisa que se está a passar fora do nosso campo de visão, ou seja, cuscar algo e estamos longe, esticamos o pescoço de forma a tentar concretizar essa vontade. Esticamos mas há limite. No outro dia em Sines vi uma imagem que me suscitou muito interesse e que levará ao limite este esticar de pescoço para se tornar real a informação que era dada num cartaz.

Tratava-se de um prédio novo com casas para venda em que, no cartaz de propaganda, usava uma imagem de uma praia que fica a aproximadamente 18 Km. Chiça, comprar uma casa em Sines que da varanda a vista é a praia de Porto Covo...vai lá vai.

"Veja o mar das nossas varandas", que é como quem diz: compre uma casa em Sines e fique a imaginar como seria melhor ter comprado em Porto Côvo e aí sim, ver essa bela praia. Vai com calma, hein?! É como morar no Cercal e promover a praia de Beja.
Nada contra Sines, mas a imagem não está bem utilizada. Just sayin'.