segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Estudo de Caso nas Relações.


Quando surge o tema da fidelidade, numa qualquer conversa entre amigos e /ou conhecidos, as opiniões parecem camisolas revoltas em dia de Feira de Carcavelos. cada um tem e quer a sua e quase que há batatada por causa disso. Já ouvi coisas muito díspares (vira, viram? que palavra chique para diferentes) e sinceramente há coisas que me fazem uma confusão brutal.

Estou  a fazer um estudo - sério, para uma Universidade de grande prestígio- e preciso que vocês, leitores espectaculares e super assíduos e bonitinhos, me ajudem. Nesta caso, prefiro que os comentários sejam anónimos, pretendendo apenas que fique a saber se são gajos ou gajas a comentar. Só por causa das estatísticas, claro.

Imaginem então uma situação em que têm uma relação relativamente sólida e que por um sinal ou outro desconfiam que a coisa do outro lado está tremida, e que até pode ter havido encornanço.

Para a pessoa que encorna pode "não ser importante, ser irrelevante ou não contar porque foi só uma noite", mas como é afinal? Se vocês já foram a pessoa que encorna, contem-me o porquê. Se foram a pessoa encornada, contem-me se preferiam saber a verdade, se preferiam não saber ou se tivessem sido encornadas mas @ voss@ companheir@ tivesse feito bem as coisas, vocês preferiam não saber?

Como oiço opiniões de 8 a 80, dêem-me a vossa, sim??
Anonimamente, se preferirem. O INE aguarda :)

32 comentários:

  1. Fui a "encornada", que eu saiba apenas por uma pessoa. A pessoa em causa não me disse, soube por um amigo em comum.
    Quando falei directamente do assunto admitiu (também já não havia muito a fazer).
    Mesmo que a verdade me possa magoar, prefiro que me digam do que andar a fazer figura de otária.
    Ou ter aquela sensação de "todos sabiam menos eu".
    Em suma: prefiro a verdade.

    ResponderEliminar
  2. Ora bem...
    Encornar nunca foi e espero que nunca venha a ser a minha "praia", felizmente nunca passei por uma situação em que sentisse necessidade de o fazer, pois quando estou com alguem, estou porque quero e como tal não há espaço para mais ninguem!
    Quanto ao ser encornada, pois...por um lado é obvio que prefiro saber mas por outro...se a coisa for bem feita e não passar "de uma noite" e se o meu companheiro tiver por mim o mesmo sentimento e se a relação estiver mesmo solida, então aí...acho que prefiro nem saber porque se souber, provavelmente não irei conseguir perdoar.

    Modelo feminino falando ;)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Bah, é essa parte que me assusta, é haver uma relação sólida e haver essa pre dispoisção para "ignorar a coisa" , fechar os olhos, não querer ver...

      Eliminar
  3. Alo Nunes. Já tive algumas relações sólidas. Nunca trai e já fui traída. Para mim é sempre preferível saber mas, e já diz o ditado, por norma o corno é sempre o ultimo a saber. Perdoei uma vez e voltou a acontecer. Conclusão: aptendi a nunca mais voltar a perdoar,afinal, quem trai uma, trai mais. Até porque acho que não é defeito, ê mesmo feitio. Há pessoas que nascem para ser fieis outras não.
    No fundo é preciso saber se tens estofo para aguentar traição em cima de traição ou não. E se não, olha, tens de procurar melhor numa tarefa já por si difícil.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Estas coisas não me animam nada, para um dia em que passe por isso... :S

      Eliminar
    2. Pensa assim, espera nunca vir a passar!!! O texto foi meu, portanto uma gaja. Mas também já conheci homens e mulheres fieis até a morte. Um deles namorou comigo. O que me dá esperança de encontrar um homem que partilhe os meus gostos, decente e fiel. E tu também vais encontrar uma mulher assim. Não penses no assunto a menos que desconfies de algo, porque se não... Não tens descanso!!!!

      Eliminar
  4. se fosse encornada preferia saber... acho uma humilhação toda a gente saber menos a pessoa em questão

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu acho que é mesmo uma falta de respeito..

      Eliminar
  5. Sexo: feminino

    Se já brinquei noutro parque de diversões enquanto tinha o meu privativo: não.

    Se já apanhei alguém que fosse brincar a outro parque que não o nosso: nem ele sabe mas sim, estava-mos em crise, eu tinha definido com ele que ele poderia ter sexo com quem quisesse mas não partilhar mais que isso, ou seja ter sexo não é ter um relacionamento que retoma a qualquer momento de crise. Ele fê-lo, a relação acabou e até hoje ele não percebe porquê.

    P.S. Este comentário deve sair um bocadinho do esperado.

    B

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. E consegues lidar bem com isso? Sexo é só isso? Sexo? Mesmo se o relacionamento for casamento ou assim sério? Só passando pela situação é que se vê, não é?

      Eliminar
    2. Qualquer relação tem que ter bases e o permitido ou o não permitido tem que ser claro.
      Para mim uma relação é muito mais que sexo, o que ficou definido na nossa relação é que seria permitido sexo. O que ficou claro é que permitir sexo não era permitir um relacionamento paralelo que acontecia cada vez que nos chateávamos.
      Ele certamente não assimilou os limites e acabei com a relação.
      Se era sério? Se existe a outra metade ele era a minha. Traições não admito, a relação acabou. É confuso?

      B

      Eliminar
  6. Oi Nunes,
    Sou mulher e nesta fase da minha vida tenho uma relação estável que não precisa e não permite encornanços. Mas na minha época de "gaja" tive algumas relações menos fiéis "parte a parte" e tenho justificações para todos os meus encornanços: ou a vida sexual não satisfazia, ou por vingança, ou por pura atracção sexual. Mas não acredito que quem trái goste verdadeiramente do seu companheiro! Quando se encontra a pessoa certa, não existe espaço para terceiros!!!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. E quando existem esses factores que levam a, por exemplo vida sexual insatisfatória, a vingança...não é mais fácil se dialogar? Ou era mesmo impossível? Ou é só cobardia?
      Isto apoquenta-me, LOL

      Eliminar
  7. Eu já tive a "testa" bastante florida migo! Nunca soube pela pessoa mas sim pelos outros o que torna a coisa ainda pior e mais dificil de "gramar"! Tinha preferido sempre que me tivessem contado claro! Por acaso não guardo rancores de ninguém por causa disso, foram escolhas/opções das pessoas em causa...superei e hoje em dia não tenho qualquer problema em falar com elas. Mas prezo bastante a sinceridade, definitivamente acho que se lida bastante melhor com estas situações quando as pessoas são sinceras! As relações em causa terminaram ou até já tinham terminado, porque não fazia qualquer sentido continuar com as pessoas em questão...Ou se ama ou não se ama! :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sim, saber por outros deve ser ainda pior :S
      Lá está..também acho que depois acaba por ser um ciclo do qual não se consegue sair e que só tem fim quando acaba a relação...

      Eliminar
  8. Quem trai uma vez, trai duas, três, quatro... enfim, TRAI! e trair não significa só dormir com outra pessoa, quando se trai, trai-se a confiança de alguém! E a confiança é a base de qualquer relação! Não sou capaz de perdoar uma traição! E quem diz que perdoa, mas não esquece, mente, porque quem não é capaz de esquecer, também não perdoa! Nunca traí! Prefiro sempre saber a verdade!

    Anónimo masculino

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Anónimo masculino, sou 99% dessa opinião..mas acho que o 1%% fica para quando se passa pela situação e ver se tem solução ou não..

      Eliminar
  9. Sr. Nunes:

    Sexo feminino. Cá vai.

    Já tive 3 relações mais sólidas, como lhes preferiste chamar. Na 1ª traí. Coisas sem importância sempre, uma noite. Sim, não foi só vez que aconteceu. Porque aconteceu? Acho que não gostava realmente da pessoa em causa e era uma espécie de escape. Faltou-me sempre a coragem pra acabar com as coisas. Acabei já tarde de mais, mas acabei.
    Na segunda tra'a, sem intenção (porque estava com os copos, eu sei que não é desculpa) mas contei. Contei por ser o namorado que era que eu sabia que ía entender e esquecer.
    Da terceira não traí. Acho que porque gostava mesmo.

    Se fui encornada, não cheguei a saber. Se preferia? Sim, preferia saber. Se perdoava? Acho que depende de imensa coisa.

    Resumo: sou arraçada de vaca (esta parte não entra prás estatisticas sff)

    Bom trabalho!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não gostar o suficiente; falta de coragem; copos> lá está, razões que acho plausíveis mas que devem ser conversadas! mas é sempre preferível saber :)
      A parte do arraçamento está linda, mas eu vou anular a coluna das observações, onde podia entrar esse dado :P

      Eliminar
  10. Ora caro Nunes, isto é complexo. hã..
    Para mim isto é assim, nós só estamos com alguém porque queremos e se estamos com esse alguém e se a relação é realmente sólida e segura de si, não há razões que possam levar à traição. No entanto, à razões que a razão desconhece.. eu nunca trai o dito cujo, no entanto numa determinada situação pensei que ele me tivesse traído, e confrontei-o.. as coisas a partir dali nunca ficaram bem, muito mas desconfiada e insegura e o jovem sempre negou. Até que um dia, por outras razões decido por um fim à coisa e ele confirma que à um ano atrás me tinha traído, depois de ter jurado que não. Se ele tivesse dito logo a verdade acho que não teria perdoado e a coisa ficaria por ali..ninguém gosta de ser traído, a sensação é horrível. Eu se estou numa relação, estou a 100% e não há espaço para ninguém. quando não estiver bem o meu companheiro, parto para outra e não há cá mais coisas.A confiança e o respeito deve ser a base de tudo, quando um destes elementos se quebra, perde-se tudo.
    E esta é a minha opinião..

    daqui é uma gaja.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Mais uma vez, partilho da mesma opinião, e se as coisas tivessem sido verdadeiras e faladas, talvez hoje ainda durasse..sendo assim só leva a uma mágoa e raiva que depois é mais difícil de digerir...

      Eliminar
  11. Sexo: feminino

    Já estive dos dois lados: encornada e encornei.
    E ao fim destes anos todos e com a experiência que a vida me trouxe, cheguei à conclusão que, quando encornamos, o melhor é ficarmos calados. Para quê estar a magoar o nosso parceiro? Há verdades que são inúteis, não resolvem e só servem para apaziguar os nossos sentimentos de culpa. Se quando traímos não amamos o nosso parceiro? talvez... mas 20, 30 anos de relação/casamento podem ser desgastantes, as relações ao longo dos anos passam por momentos de altos e baixos e num momento de fraqueza para quê, deitar tudo a perder?
    Quando era mais nova sem dúvida que preferia saber a verdade sobre uma eventual infidelidade do meu parceiro e o facto de toda a gente saber e eu não, preocupava-me e magoava-me, mas isso tinha um nome: dor de corno. Agora acho que preferia não saber. Mas Nunes não confundas o não querer saber, com o gostar de ser encornada, ninguém gosta!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. é definitivamente um situação complicada, quando acho que estou a ficar com uma ideia formada, leio outra opinião que me faz pensar nas várias perspectivas...
      Que estudo mais parvo que fui fazer :)))

      Eliminar
  12. Já encornei já fui encornada já perdoei já fui perdoada... Não passamos de seres humanos Nunes... verdade? do que é que serve ela aqui ? Para te magoares ou magoares alguém...? Quem vive na ignorância é bem mais feliz...não se pergunta pk... não dói... não dói por fazer doer... dispenso este tipo de "verdades"...

    ResponderEliminar
  13. Eu já estive, infelizmente, os dois lugares.
    Já fui "encornada" e não foi bonito perceber isso.
    No meu caso, e acho que os casos são todos diferentes, pelo menos nas circunstancias, eu continuo a preferir saber.
    Custa muito ter a certeza duma coisa assim, é um sentimento de falha, de não ser suficiente para que a outra pessoa seja feliz o bastante para não ter que fazer coisas dessas, e o sentimento de traição é do pior que há.
    Mas pelo respeito por nós proprios, sim, saber, sempre.
    Porque podemos escolher o que fazer e como lidar com a situação.
    E porque não nos sujeitamos a uma situação que para nós, e falo como mulher, pode ser muito vergonhosa, embora, parvamente, a sociedade teime em ver como normal.
    Será que é dificil perceber que se o homem faz isso é porque precisa de mais?
    A hipocrisia de dizer que não significa nada e que foi só uma noite e que isto ou aquilo é enorme.
    Significa sempre.
    Pode não significar que se nutram sentimentos pela pessoa com quem "encornaram" as namoradas.
    Mas significa, de certeza, que há coisas que não estao bem, que não os satisfazem, e que precisam de mais.
    Senão, temos que ser sinceros, não o faziam.
    Eu, pessoalmente, mesmo chamando-lhe todos os nomes, e dizendo que é pessoa que não me merece e por aí, o que é facto é que a maior tristeza é o golpe de perceber que não fui suficiente para que isso não acontecesse.
    Saber sempre, pronto. Basicamente é isto.

    Já quem faz isso, acho que faz por isso mesmo.
    Porque por mais estabilidade que tenha, há qualquer coisa que falta.
    A parte sexual duma relação tem que ser uma das mais importantes, a mais importante, a meu ver, depois da amizade/amor/cumplicidade que tem obviamente que existir.
    Uma relação mais estavel faz com que a paixão vá esmorecendo, faz com que a criação de algumas rotinas tire o factor surpresa e espontaneadade á relação, e isso faz, na maior parte dos casos, com o que sexo vá sendo posto de lado, devagarinho, num cantinho sem importancia, até ser uma coisa tão "banal" como o resto.
    Deixa de ser uma enovação, uma brincadeira, uma busca constante de coisas novas, para ser uma coisa que faz parte.
    E, para algumas pessoas, isso não chega.
    Sem uma boa parte sexual, seja quando se faz amor, seja quando se faz sexo selvagem, seja com estimulos diferentes, seja de que forma for, a relação não "existe".
    Existe uma interação que acaba por não ser o suficiente para que as pessoas, ou pelo menos uma delas, sejam felizes.
    No meu caso, eu falei com a pessoa, por uma questão de respeito, e por lealdade, e porque acho que as coisas se resolvem a falar.
    Expliquei que achava que há coisas em que é perfeitamente normal cair numa rotina, mas que há coisas que não.
    E que precisava de mais, e que estava disposta a tentar fazer com que as coisas tivessem uma vez mais um estimulo diferente, tentar coisas novas, fazer saidas a dois assim simples, mas para nós.
    Tudo o que imaginares eu sugeri.
    E a pessoa aceitou, claro, mas as coisas nunca passaram do aceitar.
    Um dia, sem desculpa para mim, claro, as coisas sairam um pouco do controle. Estava a precisar de atenção, de afecto, de carinho e de me sentir mais desejada. E aconteceu. E sim, é possivel que não se sinta nada a não ser uma atracção fisica pela pessoa com quem se trai. Mas é terrivel que aconteça.
    É uma sensação tão má, enganar alguém!
    Claro que há motivos fortes, acho que, quer se entenda ou não, quem o faz tem sempre motivos.
    Mas não deixa de ser desrespeituoso.
    Nunca mais quero fazer uma coisa dessas a alguém.
    Nunca mesmo.
    Ao minimo alerta de que algo não está bem, recorre-se á conversa.
    Se a conversa der em zero, chega-se á decisão amigavel (felizmente até hoje foi assim) de qque ambos merecemos ser mais felizes e segue-se em frente.
    Enganar para mim custou-me mais do que ser enganada.
    Talvez porque saiba o que é se-lo, o que se sente, e o que isso traz.

    ResponderEliminar
  14. Sexo: Feminino

    Na minha opinião, quando existe uma relação séria entre duas pessoas, não há espaço para terceiros, nem a necessidade sequer de existir uma terceira pessoa.
    O mundo das relações é demasiado complexo para existir uma "receita" infalível. Já tive uma amizade colorida, onde acordámos que não seríamos exclusivos, e a verdade é que a única vez que estive com outra pessoa, senti que o estava a trair e contei-lhe de imediato, e a amizade colorida acabou. Não por ele se ter sentido traído mas porque para mim deixou de fazer sentido. Não sei se ele me traiu ou não. Se o fez nunca mo disse.
    Já me senti traída, sem o ter sido fisicamente. Isto é, tive um namorado que um dia chegou ao pé de mim e me disse que se sentia atraído por uma colega de trabalho, e que ela correspondia. Como não me queria trair, preferia dizer-mo antes de chegar às vias de facto. Mas a verdade é que já me tinha traído emocionalmente. Acabámos por ali.
    Prefiro sinceridade, prefiro que a pessoa tenha a coragem de me contar. Se seria capaz de perdoar uma traição? Não sei. Das experiências que tive, não pensei sequer nessa hipótese, o que me leva a pensar que essas relações não eram assim tão fortes como eu pensei na altura que seriam. Se a pessoa com quem estou neste momento me traísse... seria uma dor inimaginável mas será que a dor de o perder não seria pior? Mas se ele me traiu, será que não o perdi já? Ficaria sempre a incerteza, a dúvida, a desconfiança, e não conseguiria viver com isso.

    ResponderEliminar
  15. sexo:feminino

    Já fui traída e já trái, e não consegui lidar com ambas as situações. Para mim a confiança é a base de qualquer relação e ao perdê-la acho deveras difícil voltar a tê-la.

    Fui traída, soube, e depois voltamos a andar. Resultado, não só nunca mais voltou ao mesmo (porque as minhas desconfianças e incertezas não me davam tranquilidade) como o relacionamento foi-se devanescendo e acabámos por perder o interesse um no outro. Como não tinha coragem para terminar, acabei por me envolver com outra pessoa e trair...

    Mas sinceramente, não sei o que é pior, trair ou ser traído! Porque quando traí senti-me a pessoa pior ao cimo da terra e simplesmente não consegui lidar com a situação. Foi a falta de atenção que me levou a envolver-me com outra pessoa que me tratava como uma rainha, mas se teve desculpa? não! podia perfeitamente ter terminado primeiro a outra relação para que não tivesse um sentimento de culpa tão grande..

    Por isso, quanto a saber ou contar: se souber não sei se vou conseguir ultrapassar a situação, porque seguramente nunca mais se esquece...
    contar? depende muito da situação e da relação, mas é dificil viver com a culpa interior!

    ResponderEliminar
  16. Eu já estive nos dois lados. E nenhum deles é bonito, até porque encornei como forma de vigança por ter sido encornada (sim, foi mesquinho e pequenino da minha parte, mas também aprendi a minha lição). Eu traí dessa vez porque surgiu a oportunidade perfeita para magoar a outra pessoa. E aí percebi realmente o que uma traição faz: magoa. Eu saí magoada, e ele também acabou por ficar. Desde aí, não sou capaz de trair e perdoar... bem, nunca perdoei traições, não era agora que o iria fazer. Acho que uma pessoa pode arranjar mil e uma desculpas para trair ou por ter traído, mas se isso acontece é porque as coisas não estão bem nalguma coisa. É porque o relacionamento não é tão saudável quanto isso. E se é para isso, mais vale acabar tudo do que andarem a magoar-se um ao outro.

    ResponderEliminar
  17. Fui a "encornada" também e descobri porque ele se esqueceu de fechar a janela do chat em que estava a falar das suas noites...entre eles COM ELA. Namorar? Namorava há 10 anos...
    E claro, antes saber a verdade. Se dói? Não há palavras para descrever. Mas a consciência é de cada um e, felizmente, a minha está bem limpinha. E depois aparecem a dizer que o mundo está em crise. Pois está. Está, primeiro de tudo, em crise de VALORES.
    Um beijinho e já agora...grandes verdades que dizes aqui. Continua!!!

    ResponderEliminar