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domingo, 25 de março de 2012
Mães Happy Meal.
Mas há lá coisa mais chata que mães ao Domingo num McDonalds? Porra. eu sei que há, mas isto é seguramente merecedor de um lugar no pódio da "intragabilidade".
A Mãe Happy Meal faz parte de um ritual betiano, em que parece ser super chique levar os Franciscos e as Constanças a comer junk food. "Ai, supé caturra, Bernardinho! Está a adorar esta comida dos pobrezinhos? Supé giro!!Mas só podemos fazer isto ao Domingo, depois da Missa".
Ela tem 30 e poucos anos. Chega (mais ou menos) formosa e segura, age como se tivesse em braços 2546 deficientes motore,s que lhe dão prioridade para passar à frente de toda a gente; desfila como a Princesa Diana, só que na versão Santa Iria a Azóia com um rancho de gaiatagem parva, barulhentos como a putaça e impossíveis de aturar 17 segundos. Tem características vocais de um papagaio: tanto no tom, como na quantidade de repetições.
Tem um dom, o de moer até mais não, os coitados dos funcionários. E das pessoas que estão atrás dela na fila. Consegue demorar cerca de 20 minutos para pedir 3 Happy Meals. "olhe, este é natura, o outro desnatura, um com menos batata, essa batata é do Chef Avillez? Essa cenoura é Paris? A vaca do hamburguer, pastou nos Alpes suiços?" e como se não bastasse: "Olhe, o brinquedo é repetido!", "é que a Bernarda e Farrusca odeiam ter coisas iguais, pode trocar pelo brinquedo da semana passada?" Isto, dito sempre com o volume do decibel entre o máximo e o tás-aqui-tas-a-papá-las.
Para rematar, esta pessoa sarnenta, gosta também de emborcar as bebidas supersonicamente e voltar ao balcão e dizer: "olhe, não me deu o Ice Tea".
Deu sim, mentirosa de merda. Eu vi! E os outros é que são os pobres...
Um conselho, Constança-mor, fique só na missa e não incomode os restante pobrezinhos. Eu agradeço.
Mães Happy Meal.
Mas há lá coisa mais chata que mães ao Domingo num McDonalds? Porra. eu sei que há, mas isto é seguramente merecedor de um lugar no pódio da "intragabilidade".
A Mãe Happy Meal faz parte de um ritual betiano, em que parece ser super chique levar os Franciscos e as Constanças a comer junk food. "Ai, supé caturra, Bernardinho! Está a adorar esta comida dos pobrezinhos? Supé giro!!Mas só podemos fazer isto ao Domingo, depois da Missa".
Ela tem 30 e poucos anos. Chega (mais ou menos) formosa e segura, age como se tivesse em braços 2546 deficientes motore,s que lhe dão prioridade para passar à frente de toda a gente; desfila como a Princesa Diana, só que na versão Santa Iria a Azóia com um rancho de gaiatagem parva, barulhentos como a putaça e impossíveis de aturar 17 segundos. Tem características vocais de um papagaio: tanto no tom, como na quantidade de repetições.
Tem um dom, o de moer até mais não, os coitados dos funcionários. E das pessoas que estão atrás dela na fila. Consegue demorar cerca de 20 minutos para pedir 3 Happy Meals. "olhe, este é natura, o outro desnatura, um com menos batata, essa batata é do Chef Avillez? Essa cenoura é Paris? A vaca do hamburguer, pastou nos Alpes suiços?" e como se não bastasse: "Olhe, o brinquedo é repetido!", "é que a Bernarda e Farrusca odeiam ter coisas iguais, pode trocar pelo brinquedo da semana passada?" Isto, dito sempre com o volume do decibel entre o máximo e o tás-aqui-tas-a-papá-las.
Para rematar, esta pessoa sarnenta, gosta também de emborcar as bebidas supersonicamente e voltar ao balcão e dizer: "olhe, não me deu o Ice Tea".
Deu sim, mentirosa de merda. Eu vi! E os outros é que são os pobres...
Um conselho, Constança-mor, fique só na missa e não incomode os restante pobrezinhos. Eu agradeço.
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