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domingo, 5 de janeiro de 2014

Cérebros Baralhados.

É um fenómeno mundial- peço desculpa mas não estou a falar do Eusébio- mas já trabalhei em alguns sítios (ninguém diria, não é? ) e em 80% há um denominador comum: pessoas hierarquicamente superiores que acham que são pessoalmente superiores.

Meus amigos, que confusão que vai nesse cérebrozinho de cócó. Mas que miséria de intelecto. Que belos cagalhões que vocês são. Uma arrogância que-sabe-se-lá-de-onde-vem, uns tons de conversa que parecem que estão no gueto, esquecendo constantemente que têm de ser profissionais, atitudes que em nada tem que ver com um bom desempenho laboral e depois acham-se superiores.

Mas porquê, minhas grandes merdas? Ao fazerem isso são realmente superiores: uma merda superior. De uma anormalidade superior. Eu não sou de intrigas mas quanto mais se sobe, de mais alto se cai...a bem ou a mal.

domingo, 17 de novembro de 2013

Constatações de Domingo à Noite


Uma pessoa não tem culpa de a vida não ter sido muito justa com ela no que respeita à beleza. O exterior não é tudo, o interior é que conta, blá blá blá. As aparências iludem, quem vê caras não vê corações... Pois é, tudo verdade

Mas ser feio e mal educado já é uma opção. E muito mal optado.
A sério, ser mal educado fica mal tanto a pessoas giras como a feias. Portanto, a quem não pode fazer nada à cara, seja pelo menos bem educado. Escusado será dizer que pessoas giras e mal-educada são automaticamente feias.

Feias e nojentas. E estúpidas. E cagalhonas.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Nossa, que Educação.


O atendimento ao público tem muito que se lhe diga. Um pau de dois ou três bicos: se por um lado se contacta com muita gente simpática que nos alegra o dia, por outro há esses grandes cagalhões que nem um bom dia dizem quando estão a ser atendidos e que só apetece dar um chapadão nas ventas, mas daqueles que até ferve.

É verdade também que somos também atendidos por gente que tem como os clientes, cara de mal f/&%$$, mas para contornar esta situação há que fazer o quê? Ser muito, mas muito simpático, estejamos nós a atender ou a ser o cliente mal atendido. Funciona sempre, porque todos nós temos dias maus.

Enquanto atendemos pessoas aprendemos e reparamos em muita coisa, principalmente no que respeita à boa educação. Já repararam que quando vão, por exemplo, a lojas os funcionários têm uma chapa com o nome? Pois é, são todos pessoas com vidas próprias e têm nomes, não são escravos dos vossos caprichos têxteis.

E quem é que são as pessoas que tratam pelo nome os funcionários das lojas? Apenas - salvo raras excepções- os nossos brasileiros. Ah pois é. Tratam em grande percentagem pelo nome, muito mais educados sem dúvida nenhuma. Experimentem, seus tugas  afazer o mesmo a ver se não são melhor atendidos!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Em Directo de Porto Côvo: Betos do Cagalhão.

Cheguei aqui há pouco e já estou aziado. Já aqui tinha falado do turismo que assim se faz piorar de ano para ano: por um lado, pelos preços praticados pela hotelaria e afins e também pelo género de pessoas que frequentam aqui a aldeola.

Hoje não é sobre os avecs, caravanistas ou outros do género...é sim sobre um outro género que se julga superior: os betos. Como em todas as categorias não se pode generalizar, mas ultimamente têm mostrado bem o nível, tanto por situações relativas a práticas desportivas na Praia Grande (onde até houve agressões e outras atitudes de baixíssimo nível), como por uma que eu ouvi agora.

Situação:

Uma beta senior dirige-se ao café da praia para falar com uma funcionária que lá trabalha desde sempre e para lhe mostrar o netinho. Até aqui tudo tranquilo, eis que a filha (mãe do netiiiiinho) diz: "Maaaaaaaaaeeeee, venha embooooooorrraa! Já são 7.30! Temos de nos despachaaaaar" e entre dentes - e eu estava a passar e ouvi - diz ela para outro familiar senior: " Estará a falar do quêeee?? Bifes???"

Claro meu Grande-Ser-Superior, o facto de a sua mãe estar a falar com uma pessoa que trabalha numa cozinha dá-lhe claramente o direito de vomitar uma pergunta dessas. achará o quê, querida? Que é melhor que alguém que trabalha numa cozinha? Que uma pessoa que trabalha numa cozinha só fala de bifes?

Olhe Pituxa-Piteka-Monga, a sua sorte foi eu não ter um bife do lombo crú na mão, porque a tinha feito engoli-lo (estou certo que a querida já engoliu muita coisa crua, não sei se tão grande como um bife mas também não interessa nada).

As putas, em situações como estas, sentir-se-ão ofendidas se eu lhe chamar tal coisa, porque realmente pituxa-bibeka-cócuxa, assim de repente, nem um peido mal dado em dias de chili você vale. Porque é que não põe um bife no seu pipi e ganha uma vida nova? Na Comporta, por exemplo. Aproveita e faça uma auto-amona e venha à tona de água quando tiver 70 anos.
Que grandessíssima cagalhona!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Vontadinhas no Atendimento ao Público

O atendimento ao público é um pau de dois bicos. Ou um pau de um bico nas trombas de alguém.
Confesso que acho gratificante 85% das vezes, mas a restante percentagem é mais do que suficiente para me fazer revirar os olhos até à nuca. E atirar um pau à nuca de alguém.

Seja num café, numa loja, até mesmo no IEFP, se a pessoa que vos atende vos diz bom dia, é para responderem. Qual é dificuldade em perceber isto?

Quando chega um cliente (à loja, ainda não me estou a prostituir. Ainda) e não me responde a um bom dia, qual é a minha vontadinha mesmo? Matá-lo? Torturá-lo? Nem por isso. Apetece-me começar a atendê-lo em linguagem gestual, porque obviamente, só pode ser surdo. Ou mudo (sem ofensa a quem é realmente portador desta deficiência Já perguntei a uma supervisora se poderia fazer isso, mas ela só fez um semisorriso ligeiramente seco. Não percebi porquê. Mas secalhar vou começar a pôr em prática.
Nunca fiando.
Vou experimentar.


Obs: vou tentar também chamar menos nomes no meu pensamento, às pessoas mal formadas. Tentar.


Vontadinhas no Atendimento ao Público

O atendimento ao público é um pau de dois bicos. Ou um pau de um bico nas trombas de alguém.
Confesso que acho gratificante 85% das vezes, mas a restante percentagem é mais do que suficiente para me fazer revirar os olhos até à nuca. E atirar um pau à nuca de alguém.

Seja num café, numa loja, até mesmo no IEFP, se a pessoa que vos atende vos diz bom dia, é para responderem. Qual é dificuldade em perceber isto?

Quando chega um cliente (à loja, ainda não me estou a prostituir. Ainda) e não me responde a um bom dia, qual é a minha vontadinha mesmo? Matá-lo? Torturá-lo? Nem por isso. Apetece-me começar a atendê-lo em linguagem gestual, porque obviamente, só pode ser surdo. Ou mudo (sem ofensa a quem é realmente portador desta deficiência Já perguntei a uma supervisora se poderia fazer isso, mas ela só fez um semisorriso ligeiramente seco. Não percebi porquê. Mas secalhar vou começar a pôr em prática.
Nunca fiando.
Vou experimentar.


Obs: vou tentar também chamar menos nomes no meu pensamento, às pessoas mal formadas. Tentar.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

As Gajas e as Malas.



Não é preciso ser um perito em moda para saber que as mulheres adoram, na sua maioria, malas. Sejam elas: grandes, pequenas, grossas, finas, de esguelha ou direitinhas (ainda estou a falar das malas), gostam de todos os géneros! Se forem de alguma marca famosa, melhor ainda...Curam ainda mais rápido as depressões.

E o pavonear pelas ruas a fazer inveja ás outras gajas? Tssshhh, maravilha! Outra prática para desanuviar depressões.Até aqui tudo tranquilo, mas minhas amigas, agora muito à séria e para aquelas que se passeiam com malas-que-parecem-que-vão-de-fim-de-semana-de-4 dias: quando usam esse acessório e sentem algum entrave, algum toque, uma ligeira pancada...secalhar é mesmo isso que estão a sentir e deviam tomar atenção a esses sinais.

E isto porquê? Porque vocês não ocupam o mesmo espaço quando as usam, não é? É.
E essas ligeiras pancadas talvez sejam vocês a encalhar com a mala na cabeça de alguém que está sentado numa esplanada, ou alguém que foi derrubado num banco do metro ou talvez alguém que já venha pendurado por uma manga num fecho de uma mala dessas.

Secalhar em algumas dessas cabecinhas já se fez luz e pensam agora: "Ah, então era por isso que a mala estava 90kg mais pesada". Sim, era.
Um conselho de alguém que já levou com malas nas trombas e cujas donas das valises seguiram viagem como se nada fosse, estejam atentas e não se esqueçam dos ditados:
" Há mar e mar, há levar com a prórpia mala nas ventas e depois se queixar"
"Se um estranho te oferecer uma bujarda com a tua mala, isso é...bem feito!"
Sempre ouvi dizer.


*Pequena mala de mão.
(do italiano valigia, pelo francês valise)

As Gajas e as Malas.



Não é preciso ser um perito em moda para saber que as mulheres adoram, na sua maioria, malas. Sejam elas: grandes, pequenas, grossas, finas, de esguelha ou direitinhas (ainda estou a falar das malas), gostam de todos os géneros! Se forem de alguma marca famosa, melhor ainda...Curam ainda mais rápido as depressões.

E o pavonear pelas ruas a fazer inveja ás outras gajas? Tssshhh, maravilha! Outra prática para desanuviar depressões.Até aqui tudo tranquilo, mas minhas amigas, agora muito à séria e para aquelas que se passeiam com malas-que-parecem-que-vão-de-fim-de-semana-de-4 dias: quando usam esse acessório e sentem algum entrave, algum toque, uma ligeira pancada...secalhar é mesmo isso que estão a sentir e deviam tomar atenção a esses sinais.

E isto porquê? Porque vocês não ocupam o mesmo espaço quando as usam, não é? É.
E essas ligeiras pancadas talvez sejam vocês a encalhar com a mala na cabeça de alguém que está sentado numa esplanada, ou alguém que foi derrubado num banco do metro ou talvez alguém que já venha pendurado por uma manga num fecho de uma mala dessas.

Secalhar em algumas dessas cabecinhas já se fez luz e pensam agora: "Ah, então era por isso que a mala estava 90kg mais pesada". Sim, era.
Um conselho de alguém que já levou com malas nas trombas e cujas donas das valises seguiram viagem como se nada fosse, estejam atentas e não se esqueçam dos ditados:
" Há mar e mar, há levar com a prórpia mala nas ventas e depois se queixar"
"Se um estranho te oferecer uma bujarda com a tua mala, isso é...bem feito!"
Sempre ouvi dizer.


*Pequena mala de mão.
(do italiano valigia, pelo francês valise)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Palmadas.

Uma mulher no Pingo Doce, agarra numa alface e enfia-a na alcofa. Para o vegetal ficar mais leve e mais barato, arranca umas folhas da alfacita e atira para o chão. Não estando contente, pega nessas folhas soltas e põe em cima das outras alfaces que estão para venda. Azar o dela, eu estava a tentar comprar uma e saiu sem tempo de pensar: "Foda-se oh javarda!"
Apeteceu-me tanto dar-lhe uma palmadona nas mãos como se faz às crianças. Mas com esta impulsividade para má educação, quem leva um murro qualquer dia, sou eu!
E foi isto: com o mesmo à vontade que ela teve esta linda atitude, também seguiu a vida dela como se não se tivesse passado nada. Nem a alface, nem o que eu lhe disse. Javarda de merda, pá.

Palmadas.

Uma mulher no Pingo Doce, agarra numa alface e enfia-a na alcofa. Para o vegetal ficar mais leve e mais barato, arranca umas folhas da alfacita e atira para o chão. Não estando contente, pega nessas folhas soltas e põe em cima das outras alfaces que estão para venda. Azar o dela, eu estava a tentar comprar uma e saiu sem tempo de pensar: "Foda-se oh javarda!"
Apeteceu-me tanto dar-lhe uma palmadona nas mãos como se faz às crianças. Mas com esta impulsividade para má educação, quem leva um murro qualquer dia, sou eu!
E foi isto: com o mesmo à vontade que ela teve esta linda atitude, também seguiu a vida dela como se não se tivesse passado nada. Nem a alface, nem o que eu lhe disse. Javarda de merda, pá.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Com Licença.

Gosto quando estou numa passagem estreita (excluam dessas mentes a área sexual), em que não consigo passar, peço "com licença" e as pessoas não se mexem. Simplesmente não reagem a uma expressão de boa educação.
Será por serem deficientes? Burgessos? Broncos? Cagalhões Azeiteiros??!?
Sim, é.

Uma marretada no alto da pinha e era pouco, muito pouco. Ain, aiiiiinnnn!!

Com Licença.

Gosto quando estou numa passagem estreita (excluam dessas mentes a área sexual), em que não consigo passar, peço "com licença" e as pessoas não se mexem. Simplesmente não reagem a uma expressão de boa educação.
Será por serem deficientes? Burgessos? Broncos? Cagalhões Azeiteiros??!?
Sim, é.

Uma marretada no alto da pinha e era pouco, muito pouco. Ain, aiiiiinnnn!!