Mostrar mensagens com a etiqueta amizade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amizade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Aniversário: Diga Trinta e Três, Porra.

Segunda-feira passada, 13, fiz 33 anos. 33, porra.
Para mim é irreal ter esta idade. Sempre pensei que seria adulto quando aqui chegasse, que já estaria pelo menos estável a nível profissional, já para não falar do emocional e tudo e tudo. Pensei eu.
Quando era pequeno as miúdas faziam-nos uns jogos que incluíam a pergunta "queres casar com que idade?" e eu dizia sempre 22 porque achava que iria ser um adulto com casa, carro e pronto a criar uma familia. Ora, nem com 22, nem com 32, nem com 33 e pelo andar da carruagem, tão cedo não me caso. talvez por também não fazer parte dos meus planos, mas estava só a fingir que era uma pessoa romântica.

É giro ser trintão, eu gosto. tens mais certezas em relação a alguns assuntos, mais experiência em relação a tantos outros e imensas dúvidas a mais quinhentos, que nunca serão tiradas até morrer- muito possivelmente. O que dá alguma piada a isto que se chama viver. Ou sobreviver, tem fases.

Se há anos em que o nosso aniversário passa despercebido, desde que existe facebook isso já é pouco provável que aconteça, não fosse ele o nosso melhor amigo no que respeita a lembrar as datas de nascimento dos amigos. mas este ano fiquei babadão com a quantidade de mensagens que recebi, mas muito mesmo, um obrigadão gigante a quem me felicitou, desde sms, facebook, telemóvel, código morse e sinais de fumo (que estavam um pouco imperceptíveis mas consegui, finalmente). Foram tantos que só há pouco acabei de fazer os últimos likes de agradecimento.

Sim, fiquei mais maricas que o costume quando lia as mensagens e para vocês terem noção do que os meus amigos gostam de mim, vou transcrever algumas


  • "parabéns pateta
  • Parabéns sua semente do demónio
  • Parabéns ;) maluquinho 
  • Parabéns puto!!!
  • parabens ♥ tudo de bom e continue esse nojento que vc é pk gostamos de vc assim .. beijao
  • Mê cagalhôtozinho lindo, com os anos a passar começas a ficar cada vez mais seco, mas lindo na mesma seu favolas! Beijinhos de Parabéns! Lâviú!
  • Parabéns cócó... :)
  • Parabéns doidivanas!!!!
  • Dizem que alguns homens envelhecem como o vinho, tu envelheceste como o leite





Querem melhor que isto, hein? Acho que está bastante descritivo da minha pessoa. mas depois também houve os que obviamente eram a gozar que incluíam palavras como:


  • bonitinho, xuxu, giraço, estiloso, magano.

Passei metade do dia com os pais na terra (a Mãe até fez mousse de manga que eu pedi) e o restante dia com amigos já em Lisboa. Fizeram-me o jantar e ofereceram-me um Workshop de Fotografia (uma grande pancada que tenho). se eu queria mais neste dia? Até queria, mas as circunstancias não permitem tal coisa. Mas ainda assim o dia terminou com o saldo suuuuuper positivo. 
OBRIGADO <3 <3 <3

domingo, 15 de dezembro de 2013

Amizaaaaaade, Amoooooooorrr, Confiaaaaaaaaaança!!!

A Confiança é uma coisa tão estranha como o Amor. Talvez por estarem intrinsecamente ligados. será. calhando é por isso mesmo. E eu tenho uma especial pontaria- ou dedo-super-podre para esta coisa. Esta coisa da Confiança e também do Amor. Estas coisas.

Não que não sinta Amor e não que não seja de confiança, mas realmente em muitos casos - e agora aplicado à Amizade também - estão me sempre a tentar a abalar, deitar a baixo, derrubar, porrar com a confiança que eu tenho. Se estou a falar da confiança que tenho em mim? Pode ser, mas não só. Embora ache que tenho olho para saber em quem confiar, há pessoas que me aparecem na vida com o propósito de esclarecer que estou redondamente enganado. É bom por um lado, mas cansa e desilude por outro. Bom, como quem diz, na medida em que aprendemos a lidar com malta manhosa. Mas que afinal não aprendemos.

E com quem anda de mãos dadas a Confiança e a falta dela? Com a falta de carácter. Pois, são amigas forever ("amigas, vamos saltar todas juntas, amigas forever", ver vídeo AQUI). Ai, lá estou eu a tentar passar a impressão que sou uma pessoa espectacular e só me enganam e que sou uma vitima.

Mas realmente eu tenho defeitos. E muitos. E dedo podre. E facilmente dou confiança a alguém. E rapidamente se esticam mais que a manta. E dificilmente sei pôr ponto final nisso sem ser bruto. E têm acontecido situações ultimamente que reflectem isso mesmo. E para não parecer que sou muito má pessoa, tenho dificuldade em contornar isso sem ser mal-educado.

Não, não tem que ver com relações amorosas (porque não as tenho), é mesmo relativo a situações do dia-a-dia. Como se contornam estas "confias"?

Amizaaaaaade, Amoooooooorrr, Confiaaaaaaaaaança!!!

A Confiança é uma coisa tão estranha como o Amor. Talvez por estarem intrinsecamente ligados. será. calhando é por isso mesmo. E eu tenho uma especial pontaria- ou dedo-super-podre para esta coisa. Esta coisa da Confiança e também do Amor. Estas coisas.

Não que não sinta Amor e não que não seja de confiança, mas realmente em muitos casos - e agora aplicado à Amizade também - estão me sempre a tentar a abalar, deitar a baixo, derrubar, porrar com a confiança que eu tenho. Se estou a falar da confiança que tenho em mim? Pode ser, mas não só. Embora ache que tenho olho para saber em quem confiar, há pessoas que me aparecem na vida com o propósito de esclarecer que estou redondamente enganado. É bom por um lado, mas cansa e desilude por outro. Bom, como quem diz, na medida em que aprendemos a lidar com malta manhosa. Mas que afinal não aprendemos.

E com quem anda de mãos dadas a Confiança e a falta dela? Com a falta de carácter. Pois, são amigas forever ("amigas, vamos saltar todas juntas, amigas forever", ver vídeo AQUI). Ai, lá estou eu a tentar passar a impressão que sou uma pessoa espectacular e só me enganam e que sou uma vitima.

Mas realmente eu tenho defeitos. E muitos. E dedo podre. E facilmente dou confiança a alguém. E rapidamente se esticam mais que a manta. E dificilmente sei pôr ponto final nisso sem ser bruto. E têm acontecido situações ultimamente que reflectem isso mesmo. E para não parecer que sou muito má pessoa, tenho dificuldade em contornar isso sem ser mal-educado.

Não, não tem que ver com relações amorosas (porque não as tenho), é mesmo relativo a situações do dia-a-dia. Como se contornam estas "confias"?

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Mas Lá Há Melhor.


Do que passar noites inteiras na companhia de amigos de infância (que perduram), em conversas francas, regadas a vinho tinto?
( Sim, a bebida pode ser qualquer uma desde que a companhia seja de confiança).

Os pares de jarras são assim,já dizia a outra.


Obs: publicação totalmente isenta de sarcasmo.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O Ano em Blog _ Parte I

Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.

Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.

Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.

Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.

Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.

Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.

(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)

Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...

Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara,  por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.

Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo  o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.

Perder, perder, perder.

Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.

Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano


Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.

O Ano em Blog _ Parte I

Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.

Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.

Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.

Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.

Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.

Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.

(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)

Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...

Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara,  por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.

Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo  o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.

Perder, perder, perder.

Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.

Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano


Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.