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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Perspectivas de Traição e Atum.

Quem conta um conto acrescenta um ponto, é sabido. Toda a gente adora personalizar. É tudo uma questão de perspectiva. Por exemplo, há pessoas que mesmo cometendo o adultério ficam super ofendidas quando lhes chamam infiéis, porque na realidade estão apenas a prevenir-se. Por outras palavras, são infiéis mas acham que são apenas pessoas prevenidas. Não deixa de ser verdade que há prevenção, mas o mesmo se aplica à infidelidade.

Perspectiva, lá está. Por isso é que há duas pessoas que querem ter razão, porque na verdade têm. É como comprar latas de atum em promoção quando já se tem a despensa com 17 embalagens! É aproveitar a promoção, que nunca se sabe quando vamos ficar com fome.

No meu caso- e não sou melhor ou pior que ninguém (até sou, mas pronto)-  só faço isso mesmo com as latas de atum. Não aplico isso a pessoas (desculpa atum, eu sei que também tens sentimentos). Mas há muita gente que aplica e também na versão prevenção-supersónica, que consiste em? Em ter "latas de atum" em simultâneo para nunca, mas NUNCA ficar com fome. Salta-se de uma lata para a outra, mesmo quando ainda não se raspou com o garfo tudo o que está na lata: pessoa-prevenida-supersonicamente-e-ainda-com-razão.

E vou-me calar com estas metáforas, que já estou com fome. Vou comer atum. Uma lata apenas. Como sempre.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Assumir a minha Relação.

A minha publicação anterior foi sobre abandonar o Lar por Amor (que podem ler aqui) e hoje, que estamos a vivenciar este dia tão fofinho-inho-inho, cheio de corações e o catano, vou assumir com foto (sim, com foto)  a minha relação, ou seja, falando à bardajão, quem eu ando a comer:


Aqui está a magana, é a única coisa que vou comer hoje - já comi: a famosa tarte de limão merengada da Padaria Portuguesa.
Vou comer também o jantar, claro. Cada um tem o que merece. Ah, e vou papar filmes românticos - porque é a única coisa que está  a dar e vou papar também um chapadão nas ventas se não paro com romantiquices.

Obs: o que eu gostava que fosse Fevereiro de 2013 e tivesse recebido há dois dias uma mensagem a dizer:
"Dr. Nunes, o que eu me diverti consigo no Carnaval!"

e agora vou vomitar, porque não acredito que escrevi isto e com tanta exactidão cronológica. Já passa.


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Se o Amor Fosse uma Pessoa.


Neste caso duas, seria qualquer coisa deste género. É demasiado evidente. A química é brutal - a falar e a cantar. É impossível não estar com um sorriso a ver estes dois. tenho um desejo super-recalcado de ter assim uma química- não desfazendo situações anteriores, mas como não vi filmado acho que estava a milhas disto:





Obs: Este texto também está escrito ao Abrigo do Acordo-Sem-Sarcasmo.
Quer isto dizer que estou com o período, que é como quem diz, quase que tenho sentimentos daqueles bonitos.
Eu acho que o Amor é isto.

domingo, 29 de dezembro de 2013

O Ano em Blog Ou Uma Espécie.

Há um ano atrás estava enterrado em merda até à testa. Chorei, chorei, chorei que nem uma Madalena arrependida. Olhando agora para essa altura penso: "ainda bem que chorei, porque quem mais chora menos mija"- e eu odeio andar sempre na casa de banho. As coisas só tem realmente a importância que lhe damos e na altura em que damos, porque depois...sim, afinal o mundo não ia acabar e há um admirável mundo novo. E há mesmo, confirma-se. em grande parte teve a ver com ISTO que escrevi ontem, publiquei, mas não partilhei no facebook. Mas agora já podem ler- ou não.

O final do ano passado com o final deste ano é parecido demais em muitas coisas, ainda assim oi sem dúvida mais positivo e menos dramático - apesar de muito intenso em alguns aspectos. Menos dramático porquê? Porque não me morreu cão nenhum este ano e portanto, nunca teria a mesma dimensão trágica do ano anterior.

O ano passado mudei-me uns meses para a minha terra natal e estava desempregado; este ano estive sempre em Lisboa e empregado. Ponto para o Nunes, yeah!

O ano passado o meu amor canino morreu; este não. Mais um ponto positivo.

O ano passado estava a esquecer um amor; este ano ainda não sei. Ponto mais ou menos positivo.

O ano passado, o ano passado, este ano...este ano...Comparação estúpida e demasiado pessoal, portanto vou ficar por aqui e resumir o ano em imagens, que foi bem mais positivo que o anterior, mesmo com uns aspectos muito parvos. E o próximo vai ser melhor, portanto Universo, está quietinho e deixa que seja.












sábado, 28 de dezembro de 2013

Tu

Estavas a ouvir isto quando entrei em tua casa a primeira vez:


Não sei se era premonição ou não (não, não foi), mas depois desse dia e meses seguintes, só me senti realmente bem e num instante desapareceu toda a agonia do ano anterior. assim: em três tempos voltei a rir dias inteiros, não fosse a tua mais-valia o sentido de humor. Além de outras características, o sentido de humor vai ser sempre o que eu mais quero de alguém- não suporto ter de explicar piadas, é contra natura.
Foste a pessoa mais intensa que conheci, mais bem-humorada que conheci, mostraste-me mundos que não conhecia. E foste mais importante do que possas imaginar. Um Obrigado por o que me deste a conhecer, sempre me tornei ligeiramente mais culto. LIGEIRAMENTE. Claro que há sempre um MAS, mas nesta altura do campeonato não interessa nada, até porque...



Obs: vou tentar ser a pessoas que pensas que sou.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Amor e Promessas.


Amor da minha vida,



Hoje era o teu aniversário. as saudades ainda são muitas. O teu lugar no meu coração ainda não foi ocupado. nem vai ser nunca.

Nem por outro cão, nem por outra pessoa. E eu prometo aqui, meu Tarik mais bonitão, que só no dia em que eu gostar tanto de alguém como de ti é que caso. nem ponho a hipótese de gostar mais de alguém do que di, porque claramente não vai acontecer.

O último aniversário que celebraste connosco. temos todos muitos saudadonas.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Putas E Cabrões em Foto de Fundo.



Vamos lá a ver quem é que já esteve nesta situação à excepção de toda a gente? Eu sei que concordam com esta versão mais agressiva, ou ordinária, vá.
Se alguém roubar isto, que pode, tem de roubar e não cortar a parte onde diz o nome do blog, porque se eu sei que usam isto como foto de fundo no face sem o endereço de onde foi roubado, eu processo-vos. E olhem que eu sou pobre e preciso de dinheiro.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Post Lamechas de Domingo à Noite.

Tantos anos em Lx e só hoje tirei uma foto com o Fernando! S
(...)

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...


(...)


Fernando Pessoa

Obs: Love you, Fernando! 

"Bates forte cá dentro"
Fanny

domingo, 10 de novembro de 2013

Desligamentos, Delírios e Perspectivas

Sou uma pessoa curiosa principalmente em assuntos que interessam para aprender alguma coisa. E o que é que interessa saber? Como funcionam os relacionamentos, pois claro. Os amorosos! Não tenho muito jeito para a coisa, daí também não ter assim graaaaaaaaaaaande historial do meu lado.

E como tenho um blog- e o objectivo é eu aprender com os meus leitores, coisas que não domino- gostava que partilhassem comigo situações, opiniões sobre um aspecto que me suscita imensa curiosidade. Já todos nós tivemos relacionamentos amorosos: uns mais curtos, outros mais longos, uns mais intensos e outros um pouco menos; uns que se viveram coisas bonitas e outros que nem tanto (abafadas por situações mais ou menos agressivas); relações em que o cíume predominou e outras em que nem deu sinais de vida; relações em que amaram e outras que só gostaram e pensaram que amaram...mas sempre relações que se aprendeu algo.

Ao que eu quero chegar é: nessa constante aprendizagem que é ter um relacionamento, tiveram aquela parte em vos disseram que estavam desligados? Que demonstravam menos interesse? Ou por outro lado, foram vocês que fizeram essa pergunta à pessoa com quem estavam?

Sendo vocês parte do primeiro grupo que referi (disseram-vos que estavam desligados), contem lá, havia mesmo razão para esse tipo de observação? Sentiam que o interesse já não era o mesmo mas acanharam-se e inventaram desculpas para contornar a situação em vez de enfrentar? Ou era só paranóia da outra pessoa?

Caso sejam do grupo que enfrentaram a pessoa e disseram que estava desligada, qual foi o resultado final? Vocês tinham razão ou foi só imaginação?

Contem-me lá, para eu não achar que sei tudo e avançar já para a conclusão


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Bonito, Bonito...

Ah, maganos...pensaram que eu ia escrever que era: "os colhões a bater no pito". Claro que não. Não sou assim tão ordinário e nem era capaz de escrever desavergonhada expressão num blog desta categoria.

Mas bonito, bonito é: pessoas que mentem e acham que os outros ainda não sabem a verdade. E na verdade, uma mentira tapa a outra, uma mentira piedosa transforma-se num conjunto de pequenas mentirinhas, e resume-se a uma mentira gigantesca. Com ou sem intenção - até porque em alguns casos acredito que seja uma doença.

Isto acontece, excepto na cabeça de quem mente, bem como, que nunca se descobre. E isso é uma pena. E triste.


Bonito, Bonito...

Ah, maganos...pensaram que eu ia escrever que era: "os colhões a bater no pito". Claro que não. Não sou assim tão ordinário e nem era capaz de escrever desavergonhada expressão num blog desta categoria.

Mas bonito, bonito é: pessoas que mentem e acham que os outros ainda não sabem a verdade. E na verdade, uma mentira tapa a outra, uma mentira piedosa transforma-se num conjunto de pequenas mentirinhas, e resume-se a uma mentira gigantesca. Com ou sem intenção - até porque em alguns casos acredito que seja uma doença.

Isto acontece, excepto na cabeça de quem mente, bem como, que nunca se descobre. E isso é uma pena. E triste.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Ensaio Sobre o Amor.

* Não te apaixones.
Cai antes de uma ponte, dói menos. Mesmo que seja da 25 de Abril.
Sempre ouvi dizer.

Ensaio Sobre o Amor.

* Não te apaixones.
Cai antes de uma ponte, dói menos. Mesmo que seja da 25 de Abril.
Sempre ouvi dizer.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Amores Pegados.




Diz que o amor é lindo. Cego...surdo e mudo, muitas vezes.
E pessonhento em alguns casos que conheço. Uma coisa é a paixão: que nos faz querer agarrar, abraçar, morder, lamber e por aí ..a todo o momento. Esborrachar bochechas, dar beijos, mexer no cabelo, estar encostado. São coisas que realmente apetece.

Todos estes actos, nesta fase da paixão, não são demonstrados apenas em casa. Ele é supermercado, esplanadas (onde já vi espremerem borbulhas uns aos outros, mostrando o seu  amor- e o pús- a todos os outros), no IEFP e toda uma variedade de locais públicos.Ah, é uma coisa bonita. Linda, linda, linda!

Ora bem, outra coisa é: e quando estes casais não se largam de forma nenhuma? Vão de mão dada e passam por um local onde só passa uma pessoa de cada vez...Mas eles passam os dois, coladinhos e lado a lado, roçando mais uma vez as peles oleosas um no outro. E aqueles que vão encaixados a andar na rua: um género de uma conchinha, mas em pé, dando passos em simultâneo, enquanto ele- que normalmente fica por trás, a aperta na barriga para a segurar.

Coisas mai lindas. E peganhentas.


Amores Pegados.




Diz que o amor é lindo. Cego...surdo e mudo, muitas vezes.
E pessonhento em alguns casos que conheço. Uma coisa é a paixão: que nos faz querer agarrar, abraçar, morder, lamber e por aí ..a todo o momento. Esborrachar bochechas, dar beijos, mexer no cabelo, estar encostado. São coisas que realmente apetece.

Todos estes actos, nesta fase da paixão, não são demonstrados apenas em casa. Ele é supermercado, esplanadas (onde já vi espremerem borbulhas uns aos outros, mostrando o seu  amor- e o pús- a todos os outros), no IEFP e toda uma variedade de locais públicos.Ah, é uma coisa bonita. Linda, linda, linda!

Ora bem, outra coisa é: e quando estes casais não se largam de forma nenhuma? Vão de mão dada e passam por um local onde só passa uma pessoa de cada vez...Mas eles passam os dois, coladinhos e lado a lado, roçando mais uma vez as peles oleosas um no outro. E aqueles que vão encaixados a andar na rua: um género de uma conchinha, mas em pé, dando passos em simultâneo, enquanto ele- que normalmente fica por trás, a aperta na barriga para a segurar.

Coisas mai lindas. E peganhentas.