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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Perspectivas de Traição e Atum.

Quem conta um conto acrescenta um ponto, é sabido. Toda a gente adora personalizar. É tudo uma questão de perspectiva. Por exemplo, há pessoas que mesmo cometendo o adultério ficam super ofendidas quando lhes chamam infiéis, porque na realidade estão apenas a prevenir-se. Por outras palavras, são infiéis mas acham que são apenas pessoas prevenidas. Não deixa de ser verdade que há prevenção, mas o mesmo se aplica à infidelidade.

Perspectiva, lá está. Por isso é que há duas pessoas que querem ter razão, porque na verdade têm. É como comprar latas de atum em promoção quando já se tem a despensa com 17 embalagens! É aproveitar a promoção, que nunca se sabe quando vamos ficar com fome.

No meu caso- e não sou melhor ou pior que ninguém (até sou, mas pronto)-  só faço isso mesmo com as latas de atum. Não aplico isso a pessoas (desculpa atum, eu sei que também tens sentimentos). Mas há muita gente que aplica e também na versão prevenção-supersónica, que consiste em? Em ter "latas de atum" em simultâneo para nunca, mas NUNCA ficar com fome. Salta-se de uma lata para a outra, mesmo quando ainda não se raspou com o garfo tudo o que está na lata: pessoa-prevenida-supersonicamente-e-ainda-com-razão.

E vou-me calar com estas metáforas, que já estou com fome. Vou comer atum. Uma lata apenas. Como sempre.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Se o Amor Fosse uma Pessoa.


Neste caso duas, seria qualquer coisa deste género. É demasiado evidente. A química é brutal - a falar e a cantar. É impossível não estar com um sorriso a ver estes dois. tenho um desejo super-recalcado de ter assim uma química- não desfazendo situações anteriores, mas como não vi filmado acho que estava a milhas disto:





Obs: Este texto também está escrito ao Abrigo do Acordo-Sem-Sarcasmo.
Quer isto dizer que estou com o período, que é como quem diz, quase que tenho sentimentos daqueles bonitos.
Eu acho que o Amor é isto.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O Ano em Blog _ Parte I

Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.

Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.

Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.

Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.

Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.

Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.

(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)

Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...

Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara,  por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.

Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo  o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.

Perder, perder, perder.

Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.

Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano


Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.

O Ano em Blog _ Parte I

Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.

Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.

Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.

Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.

Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.

Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.

(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)

Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...

Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara,  por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.

Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo  o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.

Perder, perder, perder.

Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.

Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano


Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Bonito, Bonito...

Ah, maganos...pensaram que eu ia escrever que era: "os colhões a bater no pito". Claro que não. Não sou assim tão ordinário e nem era capaz de escrever desavergonhada expressão num blog desta categoria.

Mas bonito, bonito é: pessoas que mentem e acham que os outros ainda não sabem a verdade. E na verdade, uma mentira tapa a outra, uma mentira piedosa transforma-se num conjunto de pequenas mentirinhas, e resume-se a uma mentira gigantesca. Com ou sem intenção - até porque em alguns casos acredito que seja uma doença.

Isto acontece, excepto na cabeça de quem mente, bem como, que nunca se descobre. E isso é uma pena. E triste.


Bonito, Bonito...

Ah, maganos...pensaram que eu ia escrever que era: "os colhões a bater no pito". Claro que não. Não sou assim tão ordinário e nem era capaz de escrever desavergonhada expressão num blog desta categoria.

Mas bonito, bonito é: pessoas que mentem e acham que os outros ainda não sabem a verdade. E na verdade, uma mentira tapa a outra, uma mentira piedosa transforma-se num conjunto de pequenas mentirinhas, e resume-se a uma mentira gigantesca. Com ou sem intenção - até porque em alguns casos acredito que seja uma doença.

Isto acontece, excepto na cabeça de quem mente, bem como, que nunca se descobre. E isso é uma pena. E triste.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Ensaio Sobre o Amor.

* Não te apaixones.
Cai antes de uma ponte, dói menos. Mesmo que seja da 25 de Abril.
Sempre ouvi dizer.

Ensaio Sobre o Amor.

* Não te apaixones.
Cai antes de uma ponte, dói menos. Mesmo que seja da 25 de Abril.
Sempre ouvi dizer.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Estudo de Caso nas Relações.


Quando surge o tema da fidelidade, numa qualquer conversa entre amigos e /ou conhecidos, as opiniões parecem camisolas revoltas em dia de Feira de Carcavelos. cada um tem e quer a sua e quase que há batatada por causa disso. Já ouvi coisas muito díspares (vira, viram? que palavra chique para diferentes) e sinceramente há coisas que me fazem uma confusão brutal.

Estou  a fazer um estudo - sério, para uma Universidade de grande prestígio- e preciso que vocês, leitores espectaculares e super assíduos e bonitinhos, me ajudem. Nesta caso, prefiro que os comentários sejam anónimos, pretendendo apenas que fique a saber se são gajos ou gajas a comentar. Só por causa das estatísticas, claro.

Imaginem então uma situação em que têm uma relação relativamente sólida e que por um sinal ou outro desconfiam que a coisa do outro lado está tremida, e que até pode ter havido encornanço.

Para a pessoa que encorna pode "não ser importante, ser irrelevante ou não contar porque foi só uma noite", mas como é afinal? Se vocês já foram a pessoa que encorna, contem-me o porquê. Se foram a pessoa encornada, contem-me se preferiam saber a verdade, se preferiam não saber ou se tivessem sido encornadas mas @ voss@ companheir@ tivesse feito bem as coisas, vocês preferiam não saber?

Como oiço opiniões de 8 a 80, dêem-me a vossa, sim??
Anonimamente, se preferirem. O INE aguarda :)

Estudo de Caso nas Relações.


Quando surge o tema da fidelidade, numa qualquer conversa entre amigos e /ou conhecidos, as opiniões parecem camisolas revoltas em dia de Feira de Carcavelos. cada um tem e quer a sua e quase que há batatada por causa disso. Já ouvi coisas muito díspares (vira, viram? que palavra chique para diferentes) e sinceramente há coisas que me fazem uma confusão brutal.

Estou  a fazer um estudo - sério, para uma Universidade de grande prestígio- e preciso que vocês, leitores espectaculares e super assíduos e bonitinhos, me ajudem. Nesta caso, prefiro que os comentários sejam anónimos, pretendendo apenas que fique a saber se são gajos ou gajas a comentar. Só por causa das estatísticas, claro.

Imaginem então uma situação em que têm uma relação relativamente sólida e que por um sinal ou outro desconfiam que a coisa do outro lado está tremida, e que até pode ter havido encornanço.

Para a pessoa que encorna pode "não ser importante, ser irrelevante ou não contar porque foi só uma noite", mas como é afinal? Se vocês já foram a pessoa que encorna, contem-me o porquê. Se foram a pessoa encornada, contem-me se preferiam saber a verdade, se preferiam não saber ou se tivessem sido encornadas mas @ voss@ companheir@ tivesse feito bem as coisas, vocês preferiam não saber?

Como oiço opiniões de 8 a 80, dêem-me a vossa, sim??
Anonimamente, se preferirem. O INE aguarda :)

domingo, 24 de junho de 2012

Regras para o Desmame_Parte_II




A música. A música faz parte da vida, logo, faz parte das relações. Aquela que ouvimos quando conhecemos a pessoa (caso não tenha sido numa grande noite de budêra*), aquela que passava vezes sem conta na televisão ou no rádio enquanto se andava de carro a caminho de fins de semana românticos, aquelas que acabávamos por confessar que, apesar de serem pirosas até mais não, gostávamos de cantar.
É uma banda sonora bonita, mas que acabou.

Qual é o passo seguinte? Fazer reset ao ipod, mp3, walkman ou gira discos. Ah pois! É evitar ouvir as músicas que vos fazem lembrar a pessoa, ora senão vejamos: agarram no ipod e vão fazer a caminhada matinal na marginal; começa a dar a Adele e o someone like you?! Eu sei, não é só por a letra fazer algum sentido, mas também porque já não se aguenta a música...qual seria o desfecho? Atiravam-se pela falésia, lá está (ou carregavam no forward)!

E a gente não quer isso. Portanto, recomendo que comecem a ouvir coisas divertidas, que dêem "pica" e não remetam para lagrimices. Podem, em 8 GB, deixar uma ou duas do estilo trágico-depressivo. mas mais do que isso, não.

*budêra= bebedeira em alentejano.

Regras para o Desmame_Parte_II




A música. A música faz parte da vida, logo, faz parte das relações. Aquela que ouvimos quando conhecemos a pessoa (caso não tenha sido numa grande noite de budêra*), aquela que passava vezes sem conta na televisão ou no rádio enquanto se andava de carro a caminho de fins de semana românticos, aquelas que acabávamos por confessar que, apesar de serem pirosas até mais não, gostávamos de cantar.
É uma banda sonora bonita, mas que acabou.

Qual é o passo seguinte? Fazer reset ao ipod, mp3, walkman ou gira discos. Ah pois! É evitar ouvir as músicas que vos fazem lembrar a pessoa, ora senão vejamos: agarram no ipod e vão fazer a caminhada matinal na marginal; começa a dar a Adele e o someone like you?! Eu sei, não é só por a letra fazer algum sentido, mas também porque já não se aguenta a música...qual seria o desfecho? Atiravam-se pela falésia, lá está (ou carregavam no forward)!

E a gente não quer isso. Portanto, recomendo que comecem a ouvir coisas divertidas, que dêem "pica" e não remetam para lagrimices. Podem, em 8 GB, deixar uma ou duas do estilo trágico-depressivo. mas mais do que isso, não.

*budêra= bebedeira em alentejano.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Regras para o Desmame_Parte_I

Não, o assunto não tem a ver com mamar nada. Nem mamas, nem pichas, nem nada. É um desmame de quando se acaba uma relação.
1ª Regra: Descobrir todas as aplicações e funções do vosso telemóvel, para substituir a quantidade de mensagens que enviavam por dia. Vão ver que aos poucos, a coisa vai lá.

Regras para o Desmame_Parte_I

Não, o assunto não tem a ver com mamar nada. Nem mamas, nem pichas, nem nada. É um desmame de quando se acaba uma relação.
1ª Regra: Descobrir todas as aplicações e funções do vosso telemóvel, para substituir a quantidade de mensagens que enviavam por dia. Vão ver que aos poucos, a coisa vai lá.