Quem conta um conto acrescenta um ponto, é sabido. Toda a gente adora personalizar. É tudo uma questão de perspectiva. Por exemplo, há pessoas que mesmo cometendo o adultério ficam super ofendidas quando lhes chamam infiéis, porque na realidade estão apenas a prevenir-se. Por outras palavras, são infiéis mas acham que são apenas pessoas prevenidas. Não deixa de ser verdade que há prevenção, mas o mesmo se aplica à infidelidade.
Perspectiva, lá está. Por isso é que há duas pessoas que querem ter razão, porque na verdade têm. É como comprar latas de atum em promoção quando já se tem a despensa com 17 embalagens! É aproveitar a promoção, que nunca se sabe quando vamos ficar com fome.
No meu caso- e não sou melhor ou pior que ninguém (até sou, mas pronto)- só faço isso mesmo com as latas de atum. Não aplico isso a pessoas (desculpa atum, eu sei que também tens sentimentos). Mas há muita gente que aplica e também na versão prevenção-supersónica, que consiste em? Em ter "latas de atum" em simultâneo para nunca, mas NUNCA ficar com fome. Salta-se de uma lata para a outra, mesmo quando ainda não se raspou com o garfo tudo o que está na lata: pessoa-prevenida-supersonicamente-e-ainda-com-razão.
E vou-me calar com estas metáforas, que já estou com fome. Vou comer atum. Uma lata apenas. Como sempre.
Mostrar mensagens com a etiqueta amor é para sempre? relações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amor é para sempre? relações. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Se o Amor Fosse uma Pessoa.
Neste caso duas, seria qualquer coisa deste género. É demasiado evidente. A química é brutal - a falar e a cantar. É impossível não estar com um sorriso a ver estes dois. tenho um desejo super-recalcado de ter assim uma química- não desfazendo situações anteriores, mas como não vi filmado acho que estava a milhas disto:
Obs: Este texto também está escrito ao Abrigo do Acordo-Sem-Sarcasmo.
Quer isto dizer que estou com o período, que é como quem diz, quase que tenho sentimentos daqueles bonitos.
Eu acho que o Amor é isto.
domingo, 8 de dezembro de 2013
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
O Ano em Blog _ Parte I
Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.
Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.
Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.
Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.
Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.
Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.
(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)
Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...
Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara, por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.
Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.
Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.
Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano
Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.
Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.
Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.
Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.
Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.
Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.
(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)
Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...
Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara, por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.
Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.
Perder, perder, perder.
Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.
Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano
Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.
O Ano em Blog _ Parte I
Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.
Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.
Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.
Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.
Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.
Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.
(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)
Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...
Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara, por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.
Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.
Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.
Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano
Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.
Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.
Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.
Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.
Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.
Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.
(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)
Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...
Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara, por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.
Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.
Perder, perder, perder.
Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.
Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano
Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Bonito, Bonito...
Ah, maganos...pensaram que eu ia escrever que era: "os colhões a bater no pito". Claro que não. Não sou assim tão ordinário e nem era capaz de escrever desavergonhada expressão num blog desta categoria.
Mas bonito, bonito é: pessoas que mentem e acham que os outros ainda não sabem a verdade. E na verdade, uma mentira tapa a outra, uma mentira piedosa transforma-se num conjunto de pequenas mentirinhas, e resume-se a uma mentira gigantesca. Com ou sem intenção - até porque em alguns casos acredito que seja uma doença.
Isto acontece, excepto na cabeça de quem mente, bem como, que nunca se descobre. E isso é uma pena. E triste.
Mas bonito, bonito é: pessoas que mentem e acham que os outros ainda não sabem a verdade. E na verdade, uma mentira tapa a outra, uma mentira piedosa transforma-se num conjunto de pequenas mentirinhas, e resume-se a uma mentira gigantesca. Com ou sem intenção - até porque em alguns casos acredito que seja uma doença.
Isto acontece, excepto na cabeça de quem mente, bem como, que nunca se descobre. E isso é uma pena. E triste.
Bonito, Bonito...
Ah, maganos...pensaram que eu ia escrever que era: "os colhões a bater no pito". Claro que não. Não sou assim tão ordinário e nem era capaz de escrever desavergonhada expressão num blog desta categoria.
Mas bonito, bonito é: pessoas que mentem e acham que os outros ainda não sabem a verdade. E na verdade, uma mentira tapa a outra, uma mentira piedosa transforma-se num conjunto de pequenas mentirinhas, e resume-se a uma mentira gigantesca. Com ou sem intenção - até porque em alguns casos acredito que seja uma doença.
Isto acontece, excepto na cabeça de quem mente, bem como, que nunca se descobre. E isso é uma pena. E triste.
Mas bonito, bonito é: pessoas que mentem e acham que os outros ainda não sabem a verdade. E na verdade, uma mentira tapa a outra, uma mentira piedosa transforma-se num conjunto de pequenas mentirinhas, e resume-se a uma mentira gigantesca. Com ou sem intenção - até porque em alguns casos acredito que seja uma doença.
Isto acontece, excepto na cabeça de quem mente, bem como, que nunca se descobre. E isso é uma pena. E triste.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Ensaio Sobre o Amor.
* Não te apaixones.
Cai antes de uma ponte, dói menos. Mesmo que seja da 25 de Abril.
Sempre ouvi dizer.
Cai antes de uma ponte, dói menos. Mesmo que seja da 25 de Abril.
Sempre ouvi dizer.
Ensaio Sobre o Amor.
* Não te apaixones.
Cai antes de uma ponte, dói menos. Mesmo que seja da 25 de Abril.
Sempre ouvi dizer.
Cai antes de uma ponte, dói menos. Mesmo que seja da 25 de Abril.
Sempre ouvi dizer.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Estudo de Caso nas Relações.
Quando surge o tema da fidelidade, numa qualquer conversa entre amigos e /ou conhecidos, as opiniões parecem camisolas revoltas em dia de Feira de Carcavelos. cada um tem e quer a sua e quase que há batatada por causa disso. Já ouvi coisas muito díspares (vira, viram? que palavra chique para diferentes) e sinceramente há coisas que me fazem uma confusão brutal.
Estou a fazer um estudo - sério, para uma Universidade de grande prestígio- e preciso que vocês, leitores espectaculares e super assíduos e bonitinhos, me ajudem. Nesta caso, prefiro que os comentários sejam anónimos, pretendendo apenas que fique a saber se são gajos ou gajas a comentar. Só por causa das estatísticas, claro.
Imaginem então uma situação em que têm uma relação relativamente sólida e que por um sinal ou outro desconfiam que a coisa do outro lado está tremida, e que até pode ter havido encornanço.
Para a pessoa que encorna pode "não ser importante, ser irrelevante ou não contar porque foi só uma noite", mas como é afinal? Se vocês já foram a pessoa que encorna, contem-me o porquê. Se foram a pessoa encornada, contem-me se preferiam saber a verdade, se preferiam não saber ou se tivessem sido encornadas mas @ voss@ companheir@ tivesse feito bem as coisas, vocês preferiam não saber?
Como oiço opiniões de 8 a 80, dêem-me a vossa, sim??
Anonimamente, se preferirem. O INE aguarda :)
Estudo de Caso nas Relações.
Quando surge o tema da fidelidade, numa qualquer conversa entre amigos e /ou conhecidos, as opiniões parecem camisolas revoltas em dia de Feira de Carcavelos. cada um tem e quer a sua e quase que há batatada por causa disso. Já ouvi coisas muito díspares (vira, viram? que palavra chique para diferentes) e sinceramente há coisas que me fazem uma confusão brutal.
Estou a fazer um estudo - sério, para uma Universidade de grande prestígio- e preciso que vocês, leitores espectaculares e super assíduos e bonitinhos, me ajudem. Nesta caso, prefiro que os comentários sejam anónimos, pretendendo apenas que fique a saber se são gajos ou gajas a comentar. Só por causa das estatísticas, claro.
Imaginem então uma situação em que têm uma relação relativamente sólida e que por um sinal ou outro desconfiam que a coisa do outro lado está tremida, e que até pode ter havido encornanço.
Para a pessoa que encorna pode "não ser importante, ser irrelevante ou não contar porque foi só uma noite", mas como é afinal? Se vocês já foram a pessoa que encorna, contem-me o porquê. Se foram a pessoa encornada, contem-me se preferiam saber a verdade, se preferiam não saber ou se tivessem sido encornadas mas @ voss@ companheir@ tivesse feito bem as coisas, vocês preferiam não saber?
Como oiço opiniões de 8 a 80, dêem-me a vossa, sim??
Anonimamente, se preferirem. O INE aguarda :)
domingo, 24 de junho de 2012
Regras para o Desmame_Parte_II
A música. A música faz parte da vida, logo, faz parte das relações. Aquela que ouvimos quando conhecemos a pessoa (caso não tenha sido numa grande noite de budêra*), aquela que passava vezes sem conta na televisão ou no rádio enquanto se andava de carro a caminho de fins de semana românticos, aquelas que acabávamos por confessar que, apesar de serem pirosas até mais não, gostávamos de cantar.
É uma banda sonora bonita, mas que acabou.
Qual é o passo seguinte? Fazer reset ao ipod, mp3, walkman ou gira discos. Ah pois! É evitar ouvir as músicas que vos fazem lembrar a pessoa, ora senão vejamos: agarram no ipod e vão fazer a caminhada matinal na marginal; começa a dar a Adele e o someone like you?! Eu sei, não é só por a letra fazer algum sentido, mas também porque já não se aguenta a música...qual seria o desfecho? Atiravam-se pela falésia, lá está (ou carregavam no forward)!
E a gente não quer isso. Portanto, recomendo que comecem a ouvir coisas divertidas, que dêem "pica" e não remetam para lagrimices. Podem, em 8 GB, deixar uma ou duas do estilo trágico-depressivo. mas mais do que isso, não.
*budêra= bebedeira em alentejano.
Regras para o Desmame_Parte_II
A música. A música faz parte da vida, logo, faz parte das relações. Aquela que ouvimos quando conhecemos a pessoa (caso não tenha sido numa grande noite de budêra*), aquela que passava vezes sem conta na televisão ou no rádio enquanto se andava de carro a caminho de fins de semana românticos, aquelas que acabávamos por confessar que, apesar de serem pirosas até mais não, gostávamos de cantar.
É uma banda sonora bonita, mas que acabou.
Qual é o passo seguinte? Fazer reset ao ipod, mp3, walkman ou gira discos. Ah pois! É evitar ouvir as músicas que vos fazem lembrar a pessoa, ora senão vejamos: agarram no ipod e vão fazer a caminhada matinal na marginal; começa a dar a Adele e o someone like you?! Eu sei, não é só por a letra fazer algum sentido, mas também porque já não se aguenta a música...qual seria o desfecho? Atiravam-se pela falésia, lá está (ou carregavam no forward)!
E a gente não quer isso. Portanto, recomendo que comecem a ouvir coisas divertidas, que dêem "pica" e não remetam para lagrimices. Podem, em 8 GB, deixar uma ou duas do estilo trágico-depressivo. mas mais do que isso, não.
*budêra= bebedeira em alentejano.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Regras para o Desmame_Parte_I
Não, o assunto não tem a ver com mamar nada. Nem mamas, nem pichas, nem nada. É um desmame de quando se acaba uma relação.
1ª Regra: Descobrir todas as aplicações e funções do vosso telemóvel, para substituir a quantidade de mensagens que enviavam por dia. Vão ver que aos poucos, a coisa vai lá.
1ª Regra: Descobrir todas as aplicações e funções do vosso telemóvel, para substituir a quantidade de mensagens que enviavam por dia. Vão ver que aos poucos, a coisa vai lá.
Regras para o Desmame_Parte_I
Não, o assunto não tem a ver com mamar nada. Nem mamas, nem pichas, nem nada. É um desmame de quando se acaba uma relação.
1ª Regra: Descobrir todas as aplicações e funções do vosso telemóvel, para substituir a quantidade de mensagens que enviavam por dia. Vão ver que aos poucos, a coisa vai lá.
1ª Regra: Descobrir todas as aplicações e funções do vosso telemóvel, para substituir a quantidade de mensagens que enviavam por dia. Vão ver que aos poucos, a coisa vai lá.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


