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domingo, 22 de dezembro de 2013

O Nunes escreveu uma Carta ao Papai Noel. E foi mais ou menos fofinho.

Meu Balofo Distraído,

Atão mas o que é isto? Parece-me que este ano quem não ganhas presentes és tu. "Ah, tens de te portar bem para receber presentes"; parece-me que tanto tu como eu estamos com vários conceitos distorcidos. Sabes, já ouvi imensa gente dizer que não teve nada do que pediu, ora bem, se as pessoas se portaram bem e não receberam o que mereceriam, quem é que é o dissimulado de merda aqui? Hein? que é o menino que se portou mal? Tu, pois claro.

É que aqui por exemplo, em Portugal, longe de onde moras, já existem suficientes pessoas que prometem coisas e não cumprem..logo, não precisas fazer o mesmo, estamos esclarecidos, seu falso de cócó! Ou a tua profissão alternativa é politico? Se for esse o caso, é compreensível que assim sejas, mas não é perdoável na mesma.

Chega-te aqui seu Anafado-In-Red, o ano passado acho que te tinha pedido umas coisas. Coisas que não recebi, ou caso tenhas enviado, foi numa forma bastante distorcida  e para que tal não se repita vou tentar ser mais detalhado porque acertaste mais ou menos numas coisas, mas noutras, Nossa-Senhora-Me-Valha-E-Olha-Que-Eu-Não-Sou-Religioso (daí pedir coisas a ti e não a deus).

Estou lixado contigo com F, mas estou mesmo. Ok, eu percebo que nunca entro muito no espírito desta época em que és o protagonista, mas meu filhote, também não estás  ajudar em NADA. Ou bem que te orientas e fazes bem a tua função, ou sou capaz de te capar umas renas- o Rodolfo não conta.

Arriscando e esperando um arrependimento da tua parte aqui vão umas coisas que quero que este ano me ajudes:


  • Arranja-me um cérebro, nunca tive e adorava experimentar;
  • Aliado ao ponto interior, faz-me perder esta insistente mania que tenho de que conheço bem as pessoas;
  • P'lamordedeus, eu só quero pessoas bem dispostas ao pé de mim, para depressivo já chego eu;
  • Se estas pessoas bem dispostas forem verdadeiras, isso seria ouro sobre azul;
  • Faz com que eu não seja conselheiro sentimental de tanta gente, a sério. ou então ajuda-me a abrir um negócio e cobrar as consultas;
  • Agradecia mesmo muito que as pessoas que trabalham no IEFP fossem todas despedidas e dessem lugar a quem precisa e QUER trabalhar realmente. Poderá ser aplicado à maior parte da função pública;
  • Não querendo abusar, queria também -e com especial apreço- que toda a gente do Metropolitano de Lisboa fosse cagar de um carro abaixo mais as suas greves
Já me aborrece escrever, mas olha, eu era capaz de te perdoar se recebesse um iPhone (até pode ser o 4, vá láaaaaaaa) e me mandasses alguém que me desse um abraço. Dos bons. Pode ser?

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O Ano em Blog _ Parte I

Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.

Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.

Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.

Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.

Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.

Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.

(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)

Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...

Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara,  por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.

Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo  o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.

Perder, perder, perder.

Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.

Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano


Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.

O Ano em Blog _ Parte I

Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.

Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.

Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.

Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.

Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.

Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.

(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)

Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...

Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara,  por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.

Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo  o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.

Perder, perder, perder.

Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.

Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano


Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Mais um Obrigado.

Diz-se que é nas piores alturas que se vê quem são os amigos verdadeiros. Diz-se que sim, que se confirma. Como é sabido, estar desempregado há tanto tempo causa alguma azia. Azia essa que se transforma em stress. Stress esse que causa uma frustração gigante. Frustração essa que se reflecte a todos os níveis possíveis e imaginários: pessoal, profissional, sentimental, familiar, sexual ainda não, mas....nunca fiando (só se ficasse maneta é que seria afectado)!

Há que fazer um esforço gigantesco, uma ginástica mental para não cair na fossa. E é esse esforço que eu tenho estado a contornar, a tentar, pelo menos. Não ter dinheiro para poder jantar fora quando amigos convidam; não ter dinheiro sequer para alugar um quarto, para me tentar orientar na cidade; não poder passar um fim de semana fora; não ter dinheiro para fazer uma noitada em grande; não ter dinheiro para poder aperfeiçoar uma língua que queira aprender; não conseguir tirar uma formação técnica porque tenho habilitações a mais ou idade a mais; fazer CV's originais e não receber a filha da puta de uma resposta; ter de tirar formação do CV para ver se para ajudante de cozinha me chamam (e mesmo assim não chamam); querer ganhar independência e não conseguir; querer visitar alguém e não conseguir, querer dar prendas de casamento aos amigos e não ter dinheiro sequer para levar uma gravata nova; querer comprar uma prenda a alguém mais importante e não dar...É fodido. 'Tou fodido. E mal pago. Aliás, nada pago.

Só não estou mais fodido porque tenho amigos. Ou conhecidos muito porreiros! Porque algumas destas situações foram ligeiramente contornadas (a menor parte, mas ainda assim, óptimo). Aos meus pais, pois claro, que como já agradeci no outro post (pais, post são estes textos de merda que eu escrevo) e a malta que me tem acompanhado nestes últimos tempos. Sabem, há pessoas que me cederam quarto na cidade a preço simbólico para eu conseguir tirar um curso intensivo de inglês. E houve outras tantas que também me ofereceram alojamento; que me quiseram pagar jantares (algumas acabei por aceitar, depois de valentes discussões); que não me deixam pagar cafés ou imperiais ou táxi; que se mostram sempre disponíveis para me emprestar dinheiro "se precisar", ao qual eu agradeci mas nunca aceitei, porque "no money, no funny"; pessoas que me enviam diariamente propostas para emprego que encontram nas pesquisas da net e me reenviam no mesmo momento; pessoas que tentam arranjar-me e ser cunhas e ainda assim não está fácil...

São pessoas que conheço desde que nasci, outras desde a adolescência e outras mais recentes. Umas mais próximas, outras mais ou menos. Não sei se vamos ser amigos para "tódósempre", mas é esse o meu objectivo. E se estão comigo numa fase de merda como esta que teima em não passar, penso que numa fase boa, será mais fácil darmos-nos uns com os outros. Eu pelo menos, penso que sim. Mas neste momento são as minhas bestas preferidas. Vá se lá saber porquê, o feitio de merda predomina na maioria dos meus amigos.

Um obrigado daqui até vocês todos.


Obs: quero que fique registado, embora sem nomes porque vocês sabem quem são, porque acho que as coisas não devem ficar por ser ditas.
Um dia isto melhora!Um dia..

Mais um Obrigado.

Diz-se que é nas piores alturas que se vê quem são os amigos verdadeiros. Diz-se que sim, que se confirma. Como é sabido, estar desempregado há tanto tempo causa alguma azia. Azia essa que se transforma em stress. Stress esse que causa uma frustração gigante. Frustração essa que se reflecte a todos os níveis possíveis e imaginários: pessoal, profissional, sentimental, familiar, sexual ainda não, mas....nunca fiando (só se ficasse maneta é que seria afectado)!

Há que fazer um esforço gigantesco, uma ginástica mental para não cair na fossa. E é esse esforço que eu tenho estado a contornar, a tentar, pelo menos. Não ter dinheiro para poder jantar fora quando amigos convidam; não ter dinheiro sequer para alugar um quarto, para me tentar orientar na cidade; não poder passar um fim de semana fora; não ter dinheiro para fazer uma noitada em grande; não ter dinheiro para poder aperfeiçoar uma língua que queira aprender; não conseguir tirar uma formação técnica porque tenho habilitações a mais ou idade a mais; fazer CV's originais e não receber a filha da puta de uma resposta; ter de tirar formação do CV para ver se para ajudante de cozinha me chamam (e mesmo assim não chamam); querer ganhar independência e não conseguir; querer visitar alguém e não conseguir, querer dar prendas de casamento aos amigos e não ter dinheiro sequer para levar uma gravata nova; querer comprar uma prenda a alguém mais importante e não dar...É fodido. 'Tou fodido. E mal pago. Aliás, nada pago.

Só não estou mais fodido porque tenho amigos. Ou conhecidos muito porreiros! Porque algumas destas situações foram ligeiramente contornadas (a menor parte, mas ainda assim, óptimo). Aos meus pais, pois claro, que como já agradeci no outro post (pais, post são estes textos de merda que eu escrevo) e a malta que me tem acompanhado nestes últimos tempos. Sabem, há pessoas que me cederam quarto na cidade a preço simbólico para eu conseguir tirar um curso intensivo de inglês. E houve outras tantas que também me ofereceram alojamento; que me quiseram pagar jantares (algumas acabei por aceitar, depois de valentes discussões); que não me deixam pagar cafés ou imperiais ou táxi; que se mostram sempre disponíveis para me emprestar dinheiro "se precisar", ao qual eu agradeci mas nunca aceitei, porque "no money, no funny"; pessoas que me enviam diariamente propostas para emprego que encontram nas pesquisas da net e me reenviam no mesmo momento; pessoas que tentam arranjar-me e ser cunhas e ainda assim não está fácil...

São pessoas que conheço desde que nasci, outras desde a adolescência e outras mais recentes. Umas mais próximas, outras mais ou menos. Não sei se vamos ser amigos para "tódósempre", mas é esse o meu objectivo. E se estão comigo numa fase de merda como esta que teima em não passar, penso que numa fase boa, será mais fácil darmos-nos uns com os outros. Eu pelo menos, penso que sim. Mas neste momento são as minhas bestas preferidas. Vá se lá saber porquê, o feitio de merda predomina na maioria dos meus amigos.

Um obrigado daqui até vocês todos.


Obs: quero que fique registado, embora sem nomes porque vocês sabem quem são, porque acho que as coisas não devem ficar por ser ditas.
Um dia isto melhora!Um dia..

Dica do Desempregado Low Cost II


O Desempregado Low Cost faz uma figuraça a ir aos sítios da moda....Aproveitando, pois claro, as promoções da Time Out "2por 1". Ou seja, pega-se numa companhia e vai-se aproveitar as vistas, neste caso no Rooftop do Hotel Mundial, bebe-se um Bombay (bem servido, por sinal) e paga-se 4€!
"Ah, mas para desempregado, andas a gastar dinheiro em gin, 4€ não é pouco", pensam alguns. É verdade, mas fiz isto um dia e são os 4€ que eu poupei em tabaco, por já ter deixado ;)

Vá, comprem a Time Out e aproveitem esses descontos (há todas as semanas), porque compensa.
É p'ro meninooooo rico e p'ro poooobreee!!

Dica do Desempregado Low Cost II


O Desempregado Low Cost faz uma figuraça a ir aos sítios da moda....Aproveitando, pois claro, as promoções da Time Out "2por 1". Ou seja, pega-se numa companhia e vai-se aproveitar as vistas, neste caso no Rooftop do Hotel Mundial, bebe-se um Bombay (bem servido, por sinal) e paga-se 4€!
"Ah, mas para desempregado, andas a gastar dinheiro em gin, 4€ não é pouco", pensam alguns. É verdade, mas fiz isto um dia e são os 4€ que eu poupei em tabaco, por já ter deixado ;)

Vá, comprem a Time Out e aproveitem esses descontos (há todas as semanas), porque compensa.
É p'ro meninooooo rico e p'ro poooobreee!!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Obrigado e Post Sério da Semana.

Apesar de ter havido um grupo no facebook que defendia que " o mundo não acaba em 2012 porque eu tenho uma lata de ananás que expira em 2014", é melhor não acreditar muito e começar a fazer o que falta fazer até 21.12.12.

Acredito nisto, menos do que acredito no horóscopo da Maya...Mas a curiosidade é alguma. Já diziam as outras: "que las hay, hay". E já vou no segundo parágrafo, e como é habitual ainda não escrevi nada que interesse, nem do que vinha aqui escrever. Quanto ao que vinha escrever, vou tratar disso...quanto ao escrever alguma coisa que interesse...hmmm, pois: os ananases expiram primeiro.

Uma vez que o que publicamos na net fica "para sempre registado", quero que fique marcado um grande obrigado que tenho de direccionar a umas quantas pessoas.
Sim, eu, Nunes Sarcástico, venho por este meio declarar que o que será escrito em diante neste post, não vai ter uma pinga de sarcasmo (vou tentar não fazer piadas) e quero mesmo fazer este agradecimento.

Desta "manêra" gostava de agradecer aos meus Pais por algumas coisas ao longo destes quase 23 anos (sim, não troquei de propósito a ordem dos algarismos) e confirma-se, quero agradecer aos meus Pais. Quase todas as famílias têm problemas entre as quatro paredes e nós não fomos excepção (de todo!!).
Eram bem jeitosos, upa upa!

No entanto, e apesar disso, sempre acharam que eu nunca lhes dei o devido valor e que sou um mal agradecido. Tenho as minhas razões, mas também tenho olhos na cara e sei perfeitamente que só me licenciei porque eles financiaram. Pobres a finaciarem pobres, é assim que isto funciona. Sempre ouvi que eu "tinha vergonha deles e que estava armado em doutor", quando a primeira coisa que eu dizia, quando me perguntavam na Universidade, à pergunta: o que é que os teus pais fazem? - Trabalha na construção civil e empregada de limpeza. Nunca, mas nunca na vida tive vergonha, até porque ...lá está, graças ao trabalho deles é que eu estava a estudar. Financiaram esse período e continuam a financiar.

 Porquê? Além se serem parvos e ainda me ajudarem - porque já não tenho idade para isso- é também porque este País é uma bela merda. Aliás, o País é brutal, tem é sido governado por belas merdas. Tem sido e continua. Mas mesmo os meus pais sendo uns pobretanas, dão-me o que podem (e eu sei disso, oh tónis!!!). Graças a condições de trabalho em que o vinculo é o recibo verde, contratos mensais, não-vinculo e estágios, nunca tive direito a receber o subsídio nenhum, nem mesmo o rendimento social de inserção. Ora bem, numa situação destas, uma pessoa sobrevive como? Se eu já não tivesse pais como é que era? Que apoio é que tinha?
Pois, estava bem fodido. Agora também estou, mas não passo fome graças a eles. Por isso pessoas que governam: fodam-se também! E como dizia a outra: se é para me foderem, ao menos apalpem-me as mamas!"
Mas isto é um assunto que hei de desenvolver, porque agora o texto já está muita grande e eu canso-me. E vocês cansam-se de ler.

Obs: Este texto era para fazer um agradecimento a muitas pessoas, mas já dizia a minha Professora de Português do Secundário. "Agarra numa folha branca, esquematiza o que queres escrever e depois desenvolves...porque senão não se percebe nadinha, que tu dispersas bastante". Dizia e com toda a razão, não é Prof. MJC? :)
Sendo assim, continuo depois.

Obrigado e Post Sério da Semana.

Apesar de ter havido um grupo no facebook que defendia que " o mundo não acaba em 2012 porque eu tenho uma lata de ananás que expira em 2014", é melhor não acreditar muito e começar a fazer o que falta fazer até 21.12.12.

Acredito nisto, menos do que acredito no horóscopo da Maya...Mas a curiosidade é alguma. Já diziam as outras: "que las hay, hay". E já vou no segundo parágrafo, e como é habitual ainda não escrevi nada que interesse, nem do que vinha aqui escrever. Quanto ao que vinha escrever, vou tratar disso...quanto ao escrever alguma coisa que interesse...hmmm, pois: os ananases expiram primeiro.

Uma vez que o que publicamos na net fica "para sempre registado", quero que fique marcado um grande obrigado que tenho de direccionar a umas quantas pessoas.
Sim, eu, Nunes Sarcástico, venho por este meio declarar que o que será escrito em diante neste post, não vai ter uma pinga de sarcasmo (vou tentar não fazer piadas) e quero mesmo fazer este agradecimento.

Desta "manêra" gostava de agradecer aos meus Pais por algumas coisas ao longo destes quase 23 anos (sim, não troquei de propósito a ordem dos algarismos) e confirma-se, quero agradecer aos meus Pais. Quase todas as famílias têm problemas entre as quatro paredes e nós não fomos excepção (de todo!!).
Eram bem jeitosos, upa upa!

No entanto, e apesar disso, sempre acharam que eu nunca lhes dei o devido valor e que sou um mal agradecido. Tenho as minhas razões, mas também tenho olhos na cara e sei perfeitamente que só me licenciei porque eles financiaram. Pobres a finaciarem pobres, é assim que isto funciona. Sempre ouvi que eu "tinha vergonha deles e que estava armado em doutor", quando a primeira coisa que eu dizia, quando me perguntavam na Universidade, à pergunta: o que é que os teus pais fazem? - Trabalha na construção civil e empregada de limpeza. Nunca, mas nunca na vida tive vergonha, até porque ...lá está, graças ao trabalho deles é que eu estava a estudar. Financiaram esse período e continuam a financiar.

 Porquê? Além se serem parvos e ainda me ajudarem - porque já não tenho idade para isso- é também porque este País é uma bela merda. Aliás, o País é brutal, tem é sido governado por belas merdas. Tem sido e continua. Mas mesmo os meus pais sendo uns pobretanas, dão-me o que podem (e eu sei disso, oh tónis!!!). Graças a condições de trabalho em que o vinculo é o recibo verde, contratos mensais, não-vinculo e estágios, nunca tive direito a receber o subsídio nenhum, nem mesmo o rendimento social de inserção. Ora bem, numa situação destas, uma pessoa sobrevive como? Se eu já não tivesse pais como é que era? Que apoio é que tinha?
Pois, estava bem fodido. Agora também estou, mas não passo fome graças a eles. Por isso pessoas que governam: fodam-se também! E como dizia a outra: se é para me foderem, ao menos apalpem-me as mamas!"
Mas isto é um assunto que hei de desenvolver, porque agora o texto já está muita grande e eu canso-me. E vocês cansam-se de ler.

Obs: Este texto era para fazer um agradecimento a muitas pessoas, mas já dizia a minha Professora de Português do Secundário. "Agarra numa folha branca, esquematiza o que queres escrever e depois desenvolves...porque senão não se percebe nadinha, que tu dispersas bastante". Dizia e com toda a razão, não é Prof. MJC? :)
Sendo assim, continuo depois.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Ajuda-me.

Pessoas que me lêem nos outros países (sim, que isto tem estatísticas), não há por aí um trabalho para mim? Sim, trabalho, não tem de ser um emprego.
Tirem-me daqui, se faz favor!!!

Sim? Sim? Pode ser? Num restaurante, numa loja...qualquer coisa....Mas tirem-me daqui. Juro que sou boa pessoa (não vale ler todos os posts do blogue).

Ajuda-me.

Pessoas que me lêem nos outros países (sim, que isto tem estatísticas), não há por aí um trabalho para mim? Sim, trabalho, não tem de ser um emprego.
Tirem-me daqui, se faz favor!!!

Sim? Sim? Pode ser? Num restaurante, numa loja...qualquer coisa....Mas tirem-me daqui. Juro que sou boa pessoa (não vale ler todos os posts do blogue).

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Sabichões.


"Quem está nelas, é que sabe delas", sempre ouvi dizer. E por outro lado, sempre ouvi sábias larachas a sairem de bocas...-lá está- de sabichões. Adoro que pessoas que não fazem ideia do que é a realidade do desemprego, opinem sobre atitudes (de merda) que se devem tomar, tanto no que respeita aos desempregados, como aos governantes. Algumas das opiniões (poucas, poucas)) aproveitam-se, já a grande maioria..era manda-las emigrar também.

 Ainda bem que existem pessoas com a vida facilitada e que nunca tiveram de passar por esta praga do desemprego, ou porque realmente têm cabeça, ou porque aproveitaram bem as cunhas, ou porque são uns betóides que por terem nome ou dinheiro também se safaram. A sério, ainda bem que existem, mas façam um favor a vocês próprios (e a quem está no desemprego) e calem-se.

Obs: A parte dos betóides é para ti, oh Passos Coelho. Ah! E a das cunhas também.



Sabichões.


"Quem está nelas, é que sabe delas", sempre ouvi dizer. E por outro lado, sempre ouvi sábias larachas a sairem de bocas...-lá está- de sabichões. Adoro que pessoas que não fazem ideia do que é a realidade do desemprego, opinem sobre atitudes (de merda) que se devem tomar, tanto no que respeita aos desempregados, como aos governantes. Algumas das opiniões (poucas, poucas)) aproveitam-se, já a grande maioria..era manda-las emigrar também.

 Ainda bem que existem pessoas com a vida facilitada e que nunca tiveram de passar por esta praga do desemprego, ou porque realmente têm cabeça, ou porque aproveitaram bem as cunhas, ou porque são uns betóides que por terem nome ou dinheiro também se safaram. A sério, ainda bem que existem, mas façam um favor a vocês próprios (e a quem está no desemprego) e calem-se.

Obs: A parte dos betóides é para ti, oh Passos Coelho. Ah! E a das cunhas também.



segunda-feira, 12 de março de 2012

Passatempo: Queres me Enervar?

O objectivo deste Passatempo é ver quem me consegue enervar num piscar de olhos. Não paizinhos, vocês não podem participar, seria concorrência desleal.

Como se faz isso? Privando-me de coisas muito, muito boas...Tais como:

1.

Panito alentejano. Sim, deixando de comer pão bom todos os dias, bem como enchidos e afins.









2.

Afastando-me do mê canito muitos dias por semana.










3.

Impedindo-me de fazer caminhadas matinais e cruzar-me com estas vistas diariamente.














4.


Impedindo-me também de ver estes pores-do-sol, que com este tempo, têm estado assim todos os dias.









5.


Não tendo lareira para as noites em que faz uma "rigeza*" descomunal
*frio









6.

Não tendo tempo para fazer mais bolos de bolacha.










7.

E principalmente, evitando que eu mantenha esta cor o ano inteiro, que é o que se está a passar.











Para que eu me afaste de tudo isto de uma só vez, o que é necessário?


  • Arranjar emprego em Lisboa:
  • Na minha área (Comunicação) ou não;
  • Se me derem formação eu aprendo qualquer coisa (excepto Matemáticas Aplicadas)
Perfil Entidade Empregadora:

- Que percebam que uma pessoa pode rir enquanto é produtiva;
- Que paguem a tempo e horas:
- Que façam contratos de trabalho e os cumpram;
- Sejam anti-recibos verdes;
- Sejam motivantes em vez de exploradores;
- Que o ordenado seja no mínimo 900euros, sim, porque as contas não se pagam com oxigénio. Poderá ser negociado, conforme oferta laboral.


Agora enervem-me, vá! Tirem-me destas coisas e mandem-me para Lisboa, esse antro de civilização que eu tanto odeio...

Se você é uma entidade empregadora assim, ou conhecem alguma potencial, partilhem, se faz favor!
 Contacto: sarcasmodonunes@gmail.com

Passatempo: Queres me Enervar?

O objectivo deste Passatempo é ver quem me consegue enervar num piscar de olhos. Não paizinhos, vocês não podem participar, seria concorrência desleal.

Como se faz isso? Privando-me de coisas muito, muito boas...Tais como:

1.

Panito alentejano. Sim, deixando de comer pão bom todos os dias, bem como enchidos e afins.









2.

Afastando-me do mê canito muitos dias por semana.










3.

Impedindo-me de fazer caminhadas matinais e cruzar-me com estas vistas diariamente.














4.


Impedindo-me também de ver estes pores-do-sol, que com este tempo, têm estado assim todos os dias.









5.


Não tendo lareira para as noites em que faz uma "rigeza*" descomunal
*frio









6.

Não tendo tempo para fazer mais bolos de bolacha.










7.

E principalmente, evitando que eu mantenha esta cor o ano inteiro, que é o que se está a passar.











Para que eu me afaste de tudo isto de uma só vez, o que é necessário?


  • Arranjar emprego em Lisboa:
  • Na minha área (Comunicação) ou não;
  • Se me derem formação eu aprendo qualquer coisa (excepto Matemáticas Aplicadas)
Perfil Entidade Empregadora:

- Que percebam que uma pessoa pode rir enquanto é produtiva;
- Que paguem a tempo e horas:
- Que façam contratos de trabalho e os cumpram;
- Sejam anti-recibos verdes;
- Sejam motivantes em vez de exploradores;
- Que o ordenado seja no mínimo 900euros, sim, porque as contas não se pagam com oxigénio. Poderá ser negociado, conforme oferta laboral.


Agora enervem-me, vá! Tirem-me destas coisas e mandem-me para Lisboa, esse antro de civilização que eu tanto odeio...

Se você é uma entidade empregadora assim, ou conhecem alguma potencial, partilhem, se faz favor!
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sexta-feira, 2 de março de 2012

A Resposta do IEFP


Mês cagalhanitos, tirei o post sobre a Egídio. Não me apetece entrar em despesas com queixas que ela possa fazer sobre a minha difamação. Assim, só difamo em pensamento :)

Cagando neste assunto, o que interessa:

Minha gente, então a resposta ao email em que perguntei se lhes podia bater, foi esta:
(Têm de carregar nas imagens para conseguir ler)


 Depois, obviamente, escrevi-lhes de novo

 E eles insistiram então:

Em 10 minutos (entre uma resposta e outra) perceberam que afinal o problema não era eu não ter posto a data de nascimento, mas sim não saberem para onde encaminhar o email.
Fica então aqui uma adivinha:
Como se chama um conjunto de peixes?
Sim, cardume!
E um conjunto de burros?
Sim, IEFP!
Demasiado previsível, eu sei.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Pessoas Ruins.


Calma, ainda não é desta que vou traçar o meu perfil psicológico. Há de ficar para uma próxima oportunidade. Lidar com putêdo e cabranêdo, diariamente e durante toda uma vida, é uma coisa que nos acontece e vai certamente durar até ...eu sei lá!  Sabem aquelas atitudes - que nos chegam aos ouvidos, mesmo sem querermos- e que dizemos: "O quê? Naaaaaaaa! Mas temos o quê? 14 anos?", que achamos que só se passam na Escola Secundária porque entretanto as pessoas crescem? Na na na. Como referi no post de ontem, há uns que crescem e outros nem por isso.

Mas ontem, quando estava a ler um texto do Arrumadinho (podem visitar à confiança que o moço escreve muito bem e sobre coisas que interessam) , vi um comentário a um texto dele que só me deu vontade de dar uma lambada nas trombas de quem escreveu. Vou contextualizar a coisa: um blog é pessoal, uma pessoa só o vista se quiser e cada um escreve e "posta" o que quiser (com respeito, claro).

Assim como eu e milhentas pessoas que adoramos fazer aquela invejazita aos outros e pomos fotografias das esplanadas onde estamos a apanhar solinho, ele fez o mesmo. No dia seguinte, mostrou-se solidário por esta vaga de desemprego estar a afectar uma  grande parte dos seus colegas de trabalho, e escreveu sobre isso mesmo. Eis que surge um comentário:

"A maior solidariedade que mostraria, em vez de palavras, era com gestos. E gestos do tipo, não demonstrar o quanto pode viajar e comprar e laurear. Isso, sim, seria solidariedade com quem não sabe o que vai ser o futuro nos próximos tempos. Porque pouco interessam essas palavras de conforto, quando mesmo antes pôs um post a mostrar o quão "chato" é o seu trabalho numa esplanada a beber sumo de laranja, ou poucos antes conta os dias para ir para vários lugares do mundo com que os agora desempregados só podem sonhar ir, ou ir de vez para emigrar...

Claro que eu fui logo lá comentar, armado em espero,  a dizer que era um comentário parvo! E que ela devia era andar a ver o net-empregos em vez de blogues! Agora muito a sério...estas pessoas regulam bem? Querem que as pessoas que estão empregadas (4 ou 5 em Portugal ) façam o quê? Cortem os pulsos em cruz? Que esfaqueiem a jugular? Vai mas é apanhar sol, miúda! Que tens muito mais tempo que o rapaz! Isto não é ruindade? Foda-se, é!
Está possivelmente a receber o subsídio (que eu não estou) e ainda se queixa.
Ruim pá!
(Só escrevi isto tudo aqui, porque era demasiado grande para escrever no blog do Arrumadinho. Enerva-me, o que é que querem?)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Beleza.



A (boa) imagem, como todos sabemos, não é tudo, mas é quase tudo. Nunca queremos nada nem ninguém com muito mau aspecto. Seja para conviver, seja para comer, seja para namorar. Por mais que digam que o interior é que interessa...ninguém está interessado em saber em que estado está o fígado. Pelo menos numa fase inicial. Sim, o interior conta, mas isso são outros quinhentos.

Já vi actores/actrizes a dizer que tem perfeita noção que "ser bonit@" ajuda a arranjar mais trabalhos; para borrifar perfumes à porta de uma perfumaria é preciso ter uma carinha laroca; para ser recepcionista é preciso ser muito apresentável (são a cara da empresa para quem vai lá pessoalmente), se para um qualquer cargo-em que concorrem duas pessoas-, o nível de inteligência e experiência profissional forem equivalentes, vai-se optar pela pessoa mais bonita. E sim, é assim que funciona.

Ou acham que quando a Maddie desapareceu, se fosse uma zarolha, perneta e balôfa que tinha tido o mesmo impacto nos media como teve? Claro que não! Lembro-me que entretanto desapareceu uma miuda cigana espanhola...que se chamava...?!??! Como é que era? Lembram-se? Não. Pois não. Não, não era Esmeralda, essa é da Disney.

Tudo isto para chegar a que conclusão? Que não percebo porque é que continuo desempregado. É que ainda por cima tenho sentido de humor. Há coisas que não se compreendem. Hmpf.

Já dizia o Rui Pedro dos Ídolos: "Epá, alguém que me aproveite!!!" MUAHAHHAHAHAH

domingo, 18 de dezembro de 2011

Plano de Retirada.

Gostei de ver há momentos, no Jornal da Noite da SIC, uns residentes ingleses no nosso País a falar sobre a crise e a possível falência dos seus negócios em breve. Às perguntas, já de si negativistas - não fossem elas feitas por um português - o senhor inglês respondeu: sim, tenho medo (o volume de vendas baixou bastante), mas e então? Antes ir à falência num País soalheiro do que em Londres..ao menos aqui podemos aproveitar o Sol, disse ele com um sorrisinho na cara.
E disse muito bem. Estou totalmente de acordo. Não fosse a minha resposta: "Desempregado, mas bronzeado" às perguntas: Mas estás sempre bronzeado?!...Gestão de recursos disponíveis e grátEs, oh branquelas! Eu sei aproveitar. E os ingleses também.



P.S: O Brasil continua a ser uma alternativa a este sol português. Já que este não me paga as contas.
Nossa, eu amo Portugal e não me apetecia ter dji começar do zero no Brasiu. Vou deixar de ver noticiários. Caralher.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

1/2 Tabaco..

Ser uma pessoa desempregada é o equivalente a uma bomba prestes a rebentar. Mas não é uma bombinha de carnaval, é uma bomba à séria, tipo um peidinho da Simara ou da Margarida Martins da Abraço.
E quando se está desempregado e sem receber subsídio, que é o meu caso?Pois, é stressante, frustrante e há dias em que até chega mesmo a ser angustiante (quase nunca, porque tem estado sol). Mas no meio disto tudo, consegui ficar mais saudável e faz hoje 6 meses- (1/2 ano!!)- que não fumo. E por estranho que pareça..não me apetece minimamente.
Nem com bebedeiras, nem depois de enfardar que nem um porco, nem com o café...!
Sim, eu sei que não sou normal. E neste caso, ainda bem.

Obs: Confesso, também não tenho € para comprar. LOL?