Desde pequeno que associo o domingo a um dia em que as pessoas se aperaltam. Não exageradamente, mas que têm algum cuidado com a aparência. Talvez por, desde sempre, ver muitas famílias a ir à missa - apenas ver, porque como é sabido, eu não "apreceio" a igreja- talvez por ser um dia de família e de passear com a mesma, não sei...sempre foi a minha percepção desde puto.
Quando comecei a trabalhar, já comecei a compreender melhor, o chegar ao fim de semana e querer estar à vontade, descontraído.. principalmente se o emprego implica vestir-se de maneira formal. Porém, existem pessoas que levam esta "descontracção" demasiado a sério e pavoneiam-se em bando, rua a baixo, enquanto fazem o passeio dos tristes, com indumentárias medonhas, quase a roçar o Halloween.
Estas vestimentas são, geralmente, extremamente desportivas. Um fato de treino que a roçar uma perna na outra faz o som "fsssss, fsssss" (J.E. do u remember :) ?), uma calça da aeróbica "côderosa" toda esgalhada e russa na zona do cagueiro, um par de ténis com brilhantes e até quem sabe um neonzito, o uso abusivo da meia da raquete porque "é domingo e eu uso o que quiser", uma tshirt da "jantarada geriátrica de 1972" que parece saída do cú de um burro de tão amarrotada que está e outras pérolas textêis sem fim.
"Ah, mas as pessoas querem andar à vontade depois de uma semana de trabalho!" Compreendo, mas também compreendo que podem haver outras formas que não passem por ser obrigado a ver cuecas-saco-pão, através de calças côderosa esburacadas, de donas que se sentem, aparentemente, desportistas.
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domingo, 11 de março de 2012
Domingos & Fat'reino.
Desde pequeno que associo o domingo a um dia em que as pessoas se aperaltam. Não exageradamente, mas que têm algum cuidado com a aparência. Talvez por, desde sempre, ver muitas famílias a ir à missa - apenas ver, porque como é sabido, eu não "apreceio" a igreja- talvez por ser um dia de família e de passear com a mesma, não sei...sempre foi a minha percepção desde puto.
Quando comecei a trabalhar, já comecei a compreender melhor, o chegar ao fim de semana e querer estar à vontade, descontraído.. principalmente se o emprego implica vestir-se de maneira formal. Porém, existem pessoas que levam esta "descontracção" demasiado a sério e pavoneiam-se em bando, rua a baixo, enquanto fazem o passeio dos tristes, com indumentárias medonhas, quase a roçar o Halloween.
Estas vestimentas são, geralmente, extremamente desportivas. Um fato de treino que a roçar uma perna na outra faz o som "fsssss, fsssss" (J.E. do u remember :) ?), uma calça da aeróbica "côderosa" toda esgalhada e russa na zona do cagueiro, um par de ténis com brilhantes e até quem sabe um neonzito, o uso abusivo da meia da raquete porque "é domingo e eu uso o que quiser", uma tshirt da "jantarada geriátrica de 1972" que parece saída do cú de um burro de tão amarrotada que está e outras pérolas textêis sem fim.
"Ah, mas as pessoas querem andar à vontade depois de uma semana de trabalho!" Compreendo, mas também compreendo que podem haver outras formas que não passem por ser obrigado a ver cuecas-saco-pão, através de calças côderosa esburacadas, de donas que se sentem, aparentemente, desportistas.
Quando comecei a trabalhar, já comecei a compreender melhor, o chegar ao fim de semana e querer estar à vontade, descontraído.. principalmente se o emprego implica vestir-se de maneira formal. Porém, existem pessoas que levam esta "descontracção" demasiado a sério e pavoneiam-se em bando, rua a baixo, enquanto fazem o passeio dos tristes, com indumentárias medonhas, quase a roçar o Halloween.
Estas vestimentas são, geralmente, extremamente desportivas. Um fato de treino que a roçar uma perna na outra faz o som "fsssss, fsssss" (J.E. do u remember :) ?), uma calça da aeróbica "côderosa" toda esgalhada e russa na zona do cagueiro, um par de ténis com brilhantes e até quem sabe um neonzito, o uso abusivo da meia da raquete porque "é domingo e eu uso o que quiser", uma tshirt da "jantarada geriátrica de 1972" que parece saída do cú de um burro de tão amarrotada que está e outras pérolas textêis sem fim.
"Ah, mas as pessoas querem andar à vontade depois de uma semana de trabalho!" Compreendo, mas também compreendo que podem haver outras formas que não passem por ser obrigado a ver cuecas-saco-pão, através de calças côderosa esburacadas, de donas que se sentem, aparentemente, desportistas.
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