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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Meti-me na Boca do Lobo.



Quando uma pessoa está aborrecida o que faz para quebrar a coisa? Vai a um centro comercial a um feriado ver os desfiles de fato de treino, claro está. Foi o que fiz ontem (muito bem acompanhado por sinal), mas confesso: a ideia primária era mesmo comprar roupa, não fomos de propósito ver os equipamentos de Domingo.

Mas não, não vou mais uma vez falar sobre isso! Independentemente das vestimentas e do dia da semana, a má educação está sempre presente, desta vez na zona da Restauração de um centro comercial. É impressionante a quantidade de gente que está sentada em mesas em plena hora de ponta refeitória. a confraternizar..sem comida. É igualmente preocupante o número de pessoas que esperam pela comida, sentadas, mais uma vez sem comida.

Enquanto isto, dezenas de pessoas andam em percurso gincana, de tabuleiros na mão, fazendo um ar entre o desesperado e o assassino à espera que suas Excelências decidam tirar a padaria da cadeira e seguir viagem, deixando livres as mesas para quem realmente precisa.

Imbecis: existem partes para socializar, para fumar, para estarem na regateirice e essa parte NÃO É NA ZONA DE RESTAURAÇÃO. Ali é para comer, levantar o tabuleiro -sim, eu sei que é difícil- e seguir viagem. Enquanto guardam lugares, dava para 263437 pessoas terem comido, arrotado, cafezado, fumado e cagado.

Mas não, é preferível assim não é, abéculas?

Meti-me na Boca do Lobo.



Quando uma pessoa está aborrecida o que faz para quebrar a coisa? Vai a um centro comercial a um feriado ver os desfiles de fato de treino, claro está. Foi o que fiz ontem (muito bem acompanhado por sinal), mas confesso: a ideia primária era mesmo comprar roupa, não fomos de propósito ver os equipamentos de Domingo.

Mas não, não vou mais uma vez falar sobre isso! Independentemente das vestimentas e do dia da semana, a má educação está sempre presente, desta vez na zona da Restauração de um centro comercial. É impressionante a quantidade de gente que está sentada em mesas em plena hora de ponta refeitória. a confraternizar..sem comida. É igualmente preocupante o número de pessoas que esperam pela comida, sentadas, mais uma vez sem comida.

Enquanto isto, dezenas de pessoas andam em percurso gincana, de tabuleiros na mão, fazendo um ar entre o desesperado e o assassino à espera que suas Excelências decidam tirar a padaria da cadeira e seguir viagem, deixando livres as mesas para quem realmente precisa.

Imbecis: existem partes para socializar, para fumar, para estarem na regateirice e essa parte NÃO É NA ZONA DE RESTAURAÇÃO. Ali é para comer, levantar o tabuleiro -sim, eu sei que é difícil- e seguir viagem. Enquanto guardam lugares, dava para 263437 pessoas terem comido, arrotado, cafezado, fumado e cagado.

Mas não, é preferível assim não é, abéculas?

domingo, 11 de março de 2012

Domingos & Fat'reino.

Desde pequeno que associo o domingo a um dia em que as pessoas se aperaltam. Não exageradamente, mas que têm algum cuidado com a aparência. Talvez por, desde sempre,  ver muitas famílias a ir à missa - apenas ver, porque como é sabido, eu não "apreceio" a igreja- talvez por ser um dia de família e de passear com a mesma, não sei...sempre foi a minha percepção desde puto.

Quando comecei a trabalhar, já comecei a compreender melhor, o chegar ao fim de semana e querer estar à vontade, descontraído.. principalmente se o emprego implica vestir-se de maneira formal. Porém, existem pessoas que levam esta "descontracção" demasiado a sério e pavoneiam-se em bando, rua a baixo, enquanto fazem o passeio dos tristes, com indumentárias medonhas, quase a roçar o Halloween.

Estas vestimentas são, geralmente, extremamente desportivas. Um fato de treino que a roçar uma perna na outra faz o som "fsssss, fsssss" (J.E. do u remember :) ?), uma calça da aeróbica "côderosa" toda esgalhada e russa na zona do cagueiro, um par de ténis com brilhantes e até quem sabe um neonzito, o uso abusivo da meia da raquete porque "é domingo e eu uso o que quiser", uma tshirt da "jantarada geriátrica de 1972" que parece saída do cú de um burro de tão amarrotada que está e outras pérolas textêis sem fim.

"Ah, mas as pessoas querem andar à vontade depois de uma semana de trabalho!" Compreendo, mas também compreendo que podem haver outras formas que não passem por ser obrigado a ver cuecas-saco-pão, através de calças côderosa esburacadas,  de donas que se sentem, aparentemente, desportistas.

Domingos & Fat'reino.

Desde pequeno que associo o domingo a um dia em que as pessoas se aperaltam. Não exageradamente, mas que têm algum cuidado com a aparência. Talvez por, desde sempre,  ver muitas famílias a ir à missa - apenas ver, porque como é sabido, eu não "apreceio" a igreja- talvez por ser um dia de família e de passear com a mesma, não sei...sempre foi a minha percepção desde puto.

Quando comecei a trabalhar, já comecei a compreender melhor, o chegar ao fim de semana e querer estar à vontade, descontraído.. principalmente se o emprego implica vestir-se de maneira formal. Porém, existem pessoas que levam esta "descontracção" demasiado a sério e pavoneiam-se em bando, rua a baixo, enquanto fazem o passeio dos tristes, com indumentárias medonhas, quase a roçar o Halloween.

Estas vestimentas são, geralmente, extremamente desportivas. Um fato de treino que a roçar uma perna na outra faz o som "fsssss, fsssss" (J.E. do u remember :) ?), uma calça da aeróbica "côderosa" toda esgalhada e russa na zona do cagueiro, um par de ténis com brilhantes e até quem sabe um neonzito, o uso abusivo da meia da raquete porque "é domingo e eu uso o que quiser", uma tshirt da "jantarada geriátrica de 1972" que parece saída do cú de um burro de tão amarrotada que está e outras pérolas textêis sem fim.

"Ah, mas as pessoas querem andar à vontade depois de uma semana de trabalho!" Compreendo, mas também compreendo que podem haver outras formas que não passem por ser obrigado a ver cuecas-saco-pão, através de calças côderosa esburacadas,  de donas que se sentem, aparentemente, desportistas.