Famílias perfeitas, não as há. Excepto naqueles anúncios do Continente em que há uma Mãe trintona boazona, um pai ar de beto descontraído jeitoso, um filho com ar de inteligente e bonito e a filhota loira igualmente gira. Perfeitinhos fisicamente. E nós, vulgares pessoazinhas temos um ou dois casais próximos que costumamos de apelidar de "casal perfeito" ou "família aparentemente perfeita"- mais não seja, vista de fora.
E agora nas praias portuguesas vê-se muito estas tentativas de ter uma família perfeita para mostrar aos amigos. Uma tentativa de passar aos outros os seguintes pontos:
* estou super bem profissionalmente
* estou super bem emocionalmente
* estou super bem fisicamente
* estou super-feliz com a minha família perfeita e vocês são uns cócós inferiores a mim.
* já sou super adulto e vocês não, nha nha naha nhaaaaaaa!
E é bonito de se transportar para a nossa realidade diária estas famílias bonitas, mas é mesmo. Saber que se juntam numa casa pessoas tão fixes e tão funcionais- assim como é bom saber que só se estraga uma casa quando se juntam duas pessoas igualmente estúpidas. E eu, sentimentalão e solteiro como ando, penso:
Foda-se, tenho um sobrinho e já chega. Vou continuar assim.
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segunda-feira, 14 de julho de 2014
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
O Ano em Blog _ Parte I
Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.
Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.
Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.
Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.
Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.
Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.
(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)
Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...
Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara, por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.
Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.
Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.
Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano
Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.
Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.
Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.
Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.
Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.
Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.
(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)
Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...
Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara, por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.
Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.
Perder, perder, perder.
Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.
Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano
Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.
O Ano em Blog _ Parte I
Este blog não é um diário. Costumo fazer alguns desabafos, mas não está nem perto de descrever 1/3 da minha vida. Transmito aqui apenas o que quero que se saiba. Logo, comentários como "estás a expôr muito em relação a determinado assunto". Sim, estaria, se não fossem 5 pessoas a saber ao que me estava a referir.
Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.
Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.
Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.
Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.
Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.
(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)
Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...
Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara, por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.
Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.
Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.
Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano
Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.
Mas é um facto, tornei isto muito pessoal este ano. Não era suposto, mas foi mais forte do que eu. Fiz muitos "posts sérios da semana", rúbrica que nem sempre se justificou- excepto no agradecimento aos meus pais. Aparentemente, senti necessidade de tornar isto algo sério para não enjoar de coisas aparvatadas. pronto, deu-me para ali, não os vou apagar, sempre fica registado.
Vou tentar ser blogger-parvalhão-em-full-time. Armar-me em esperto e opinar sobre tudo, porque tenho a mania que sei e que posso. E vou arrumar de vez com assuntos pessoais. Que vai começar depois da publicação deste.
Não foi um ano fácil. Desde 1981, penso que foi o pior de sempre. Penso isto todos os anos, mas o certo é que os anos seguintes conseguem ser piores. E eu - sem perceber bem porquê- estou relativamente são.
Ora este ano começou com a minha mudança para a terra-natal, porque numa das minhas grandes diarreias cerebrais, desisti da minha área de formação (ideia que ainda mantenho) e deixei a casa em Lisboa e rumei a casa. Pareceu-me acertado, uma vez que poderia "arranjar emprego, ganhar algum e poupar porque estaria em casa dos meus pais e teria alguma qualidade de vida". Burro de merda, pois claro. Eu a pensar que algum dia os ambientes familiares iriam mudar e que poderia haver relações normais. Burro, burro, burro d'um cabrão. Pode ser que um dia aprenda. nem emprego, nem vontade de fazer o que podia, nem nada. uma merda completa. Uma merda daquelas que pintam uma sanita à pistola. E quiçá, todo um w.c.
Fiquei desempregado até Outubro, mas até chegar o dia em que comecei o meu trabalho como reforço de Natal numa caixa perto de si, passaram-se milhentas situações complicadas. Estava apaixonado, claro! Só o amor é que podia fazer merdas destas- e eu só descobri isso este ano. Estive apaixonado por quem pensei ser o amor da minha vida (e ainda penso), mas deixei de ser correspondido. Sensação que também não conhecia, ser correspondido. E perdi o amor da minha vida este ano - duas vezes. DUAS VEZES, vêm como é possível ser burro e cada vez mais burro? Sou como toda a gente, espectacular a dar conselhos, péssimo a segui-los.
(para vocês, pessoas que estão desejando de saber sobre a minha vida amorosa, podem agora especular quem seria a pessoa, hein? já têm com que se entreter, quem é amigo, quem é?)
Mas mais grave, foi mesmo a morte do meu canito mais lindo do mundo. O meu companheiro desde os meus 16 anos, foi-se. Foi descansar. Foi-se livrar das dores físicas que já tinha nos últimos dias e deixou-nos. Deixou-nos as melhores recordações do mundo que os donos podem ter. Até porque tinha a personalidade das várias pessoas aqui de casa, conforme a situação. Sempre selectivo no que lhe convinha ouvir. Não sei a quem saiu...
Houve também facadas no peito por parte de amigos- não foi nas costas porque me disseram na cara- coisas que me foram ditas na cara, por quem sempre tive o maior respeito do mundo e apoiei toda uma vida. Coisas injustas que vou esperar que um dia se arrependam, porque de facto, é surreal. Tão surreal que eu nem cheguei a ler tudo o que me escreveram, porque com certeza eu iria fazer merda e nunca mais falaríamos na vida. E houve ainda, conhecidos - que nunca vão passar disso- que podiam ter tido uma vida e deixado de se meter tantoooooo na dos outros.
Um ano de indecisões: de não saber para onde me virar, de não saber para quem me virar, o que fazer, não conseguir tomar decisões, de me tornar num tipo de pessoa que não sou, de pôr em causa tudo e mais alguma coisa. E lidar com tudo o que estas situações implicam. tudo o que estar desempregado implica, tudo o que está ligado a perder o amor da vida, perder o cão da minha vida.
Perder, perder, perder.
Mas lá está, do fundo não se passa, e a partir de agora só posso subir. E quero muito. E vou sair da minha zona de conforto. É uma promessa.
Obs: porra, afinal vou ter de dividir isto das coisas sérias em pelo menos mais dois posts até ao fim do ano
Pink? A sério? Eu publiquei Pink. Eu avisei que estava numa fase complicada. Mas que vai mudar e a partir de agora só publico Lady Gaga. Muahhahah.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
As Fotos Do Milagre.
Foi um atraso de quase uma semana, mas aqui seguem as fotos (do milagre)das refeições feitas em família. Entretanto já me mudei para a minha Lisboa do coração e muita conversa tem de ser actualizada. Assim sendo, cá vão elas:
| As minhas entradas e o prato principal da Mãe. |
| A primeira sobremesa do sobrinho |
| Outra sobremesa que o sobrinho fez, mas no Domingo para a minha despedida. O puto faz-se, para 12 anos..vai no bom caminho! |
As Fotos Do Milagre.
Foi um atraso de quase uma semana, mas aqui seguem as fotos (do milagre)das refeições feitas em família. Entretanto já me mudei para a minha Lisboa do coração e muita conversa tem de ser actualizada. Assim sendo, cá vão elas:
| As minhas entradas e o prato principal da Mãe. |
| A primeira sobremesa do sobrinho |
| Outra sobremesa que o sobrinho fez, mas no Domingo para a minha despedida. O puto faz-se, para 12 anos..vai no bom caminho! |
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Milagre Temporário.
Hoje o jantar foi feito a três. Tratei das entradas: tomates cherry, cogumelos, cebola picada, azeite, sal e queijo ralado+oregãos > tudo para o forno; a minha mãe fez o prato principal: filetes de pescada enrolados com courgette, puré e mais não sei o quê, e o meu sobrinho fez a sobremesa: banana, maçã, sumo de laranja e umas folhas de gelatina et voilá!
O que é que isto tem de interessante? Por meia hora parecíamos uma família normal. E sem gritar. Irreal, acreditem.
Entretanto já passou.
O que é que isto tem de interessante? Por meia hora parecíamos uma família normal. E sem gritar. Irreal, acreditem.
Entretanto já passou.
Milagre Temporário.
Hoje o jantar foi feito a três. Tratei das entradas: tomates cherry, cogumelos, cebola picada, azeite, sal e queijo ralado+oregãos > tudo para o forno; a minha mãe fez o prato principal: filetes de pescada enrolados com courgette, puré e mais não sei o quê, e o meu sobrinho fez a sobremesa: banana, maçã, sumo de laranja e umas folhas de gelatina et voilá!
O que é que isto tem de interessante? Por meia hora parecíamos uma família normal. E sem gritar. Irreal, acreditem.
Entretanto já passou.
O que é que isto tem de interessante? Por meia hora parecíamos uma família normal. E sem gritar. Irreal, acreditem.
Entretanto já passou.
domingo, 11 de março de 2012
Domingos & Fat'reino.
Desde pequeno que associo o domingo a um dia em que as pessoas se aperaltam. Não exageradamente, mas que têm algum cuidado com a aparência. Talvez por, desde sempre, ver muitas famílias a ir à missa - apenas ver, porque como é sabido, eu não "apreceio" a igreja- talvez por ser um dia de família e de passear com a mesma, não sei...sempre foi a minha percepção desde puto.
Quando comecei a trabalhar, já comecei a compreender melhor, o chegar ao fim de semana e querer estar à vontade, descontraído.. principalmente se o emprego implica vestir-se de maneira formal. Porém, existem pessoas que levam esta "descontracção" demasiado a sério e pavoneiam-se em bando, rua a baixo, enquanto fazem o passeio dos tristes, com indumentárias medonhas, quase a roçar o Halloween.
Estas vestimentas são, geralmente, extremamente desportivas. Um fato de treino que a roçar uma perna na outra faz o som "fsssss, fsssss" (J.E. do u remember :) ?), uma calça da aeróbica "côderosa" toda esgalhada e russa na zona do cagueiro, um par de ténis com brilhantes e até quem sabe um neonzito, o uso abusivo da meia da raquete porque "é domingo e eu uso o que quiser", uma tshirt da "jantarada geriátrica de 1972" que parece saída do cú de um burro de tão amarrotada que está e outras pérolas textêis sem fim.
"Ah, mas as pessoas querem andar à vontade depois de uma semana de trabalho!" Compreendo, mas também compreendo que podem haver outras formas que não passem por ser obrigado a ver cuecas-saco-pão, através de calças côderosa esburacadas, de donas que se sentem, aparentemente, desportistas.
Quando comecei a trabalhar, já comecei a compreender melhor, o chegar ao fim de semana e querer estar à vontade, descontraído.. principalmente se o emprego implica vestir-se de maneira formal. Porém, existem pessoas que levam esta "descontracção" demasiado a sério e pavoneiam-se em bando, rua a baixo, enquanto fazem o passeio dos tristes, com indumentárias medonhas, quase a roçar o Halloween.
Estas vestimentas são, geralmente, extremamente desportivas. Um fato de treino que a roçar uma perna na outra faz o som "fsssss, fsssss" (J.E. do u remember :) ?), uma calça da aeróbica "côderosa" toda esgalhada e russa na zona do cagueiro, um par de ténis com brilhantes e até quem sabe um neonzito, o uso abusivo da meia da raquete porque "é domingo e eu uso o que quiser", uma tshirt da "jantarada geriátrica de 1972" que parece saída do cú de um burro de tão amarrotada que está e outras pérolas textêis sem fim.
"Ah, mas as pessoas querem andar à vontade depois de uma semana de trabalho!" Compreendo, mas também compreendo que podem haver outras formas que não passem por ser obrigado a ver cuecas-saco-pão, através de calças côderosa esburacadas, de donas que se sentem, aparentemente, desportistas.
Domingos & Fat'reino.
Desde pequeno que associo o domingo a um dia em que as pessoas se aperaltam. Não exageradamente, mas que têm algum cuidado com a aparência. Talvez por, desde sempre, ver muitas famílias a ir à missa - apenas ver, porque como é sabido, eu não "apreceio" a igreja- talvez por ser um dia de família e de passear com a mesma, não sei...sempre foi a minha percepção desde puto.
Quando comecei a trabalhar, já comecei a compreender melhor, o chegar ao fim de semana e querer estar à vontade, descontraído.. principalmente se o emprego implica vestir-se de maneira formal. Porém, existem pessoas que levam esta "descontracção" demasiado a sério e pavoneiam-se em bando, rua a baixo, enquanto fazem o passeio dos tristes, com indumentárias medonhas, quase a roçar o Halloween.
Estas vestimentas são, geralmente, extremamente desportivas. Um fato de treino que a roçar uma perna na outra faz o som "fsssss, fsssss" (J.E. do u remember :) ?), uma calça da aeróbica "côderosa" toda esgalhada e russa na zona do cagueiro, um par de ténis com brilhantes e até quem sabe um neonzito, o uso abusivo da meia da raquete porque "é domingo e eu uso o que quiser", uma tshirt da "jantarada geriátrica de 1972" que parece saída do cú de um burro de tão amarrotada que está e outras pérolas textêis sem fim.
"Ah, mas as pessoas querem andar à vontade depois de uma semana de trabalho!" Compreendo, mas também compreendo que podem haver outras formas que não passem por ser obrigado a ver cuecas-saco-pão, através de calças côderosa esburacadas, de donas que se sentem, aparentemente, desportistas.
Quando comecei a trabalhar, já comecei a compreender melhor, o chegar ao fim de semana e querer estar à vontade, descontraído.. principalmente se o emprego implica vestir-se de maneira formal. Porém, existem pessoas que levam esta "descontracção" demasiado a sério e pavoneiam-se em bando, rua a baixo, enquanto fazem o passeio dos tristes, com indumentárias medonhas, quase a roçar o Halloween.
Estas vestimentas são, geralmente, extremamente desportivas. Um fato de treino que a roçar uma perna na outra faz o som "fsssss, fsssss" (J.E. do u remember :) ?), uma calça da aeróbica "côderosa" toda esgalhada e russa na zona do cagueiro, um par de ténis com brilhantes e até quem sabe um neonzito, o uso abusivo da meia da raquete porque "é domingo e eu uso o que quiser", uma tshirt da "jantarada geriátrica de 1972" que parece saída do cú de um burro de tão amarrotada que está e outras pérolas textêis sem fim.
"Ah, mas as pessoas querem andar à vontade depois de uma semana de trabalho!" Compreendo, mas também compreendo que podem haver outras formas que não passem por ser obrigado a ver cuecas-saco-pão, através de calças côderosa esburacadas, de donas que se sentem, aparentemente, desportistas.
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