No outro dia li esta notícia no Público (parooooooouuuu: eu li no Público mas porque tenho um like no facebook, comprar é só Correio da Manhã, já sabem) que existem cada vez mais sem-abrigo. E que existe um milhão de casas devolutas. Há aqui relação? Deveria haver? E então? É fazer o quê? Construir uma casinha para cada um é? Vamos lá então, agora cá casas vazia a fazer o quê?
Eu sou apologista disso, ajudar todos os pobrezinhos, oferecer uma casinha a todos, coitadinhos. Merecem. Fazer mais instituições para os receber, nem pensar. Um lote para cada um é que deve ser. Vá, cheguem-se à frente a fazer isso e deixem para trás as pessoas que estão uma vida inteira a trabalhar e não conseguem pagar a casa porque descontam mais do que ganham. Trabalham 8/10/12 horas por dia, têm famílias inteiras para sustentar, passam horas em transportes públicos, passam outras tantas horas em filas para a segurança social, para o IEFP e para ser atendidos num qualquer consulta e não conseguem ter uma casa própria.
Estou a escrever isto e está-me a parecer parvo, parece que está a passar uma ideia de que quem vive na rua não tem direito a casa. tem, mas há outros que estão primeiro. sei que não se pode generalizar, mas uma boa percentagem ficaria atrás de muita gente que trabalha. É só isso que estou a dizer e acho parvo o título relacionar uma coisa com a outra. relacionem que desses prédios devolutos se podem criar muitas instituições para dar melhores condições aos sem-abrigo e podem fazer também abrigos para caninos. Não necessariamente por esta ordem- shame on me, mas prefiro cães.
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domingo, 2 de março de 2014
domingo, 22 de dezembro de 2013
O Nunes escreveu uma Carta ao Papai Noel. E foi mais ou menos fofinho.
Meu Balofo Distraído,
Atão mas o que é isto? Parece-me que este ano quem não ganhas presentes és tu. "Ah, tens de te portar bem para receber presentes"; parece-me que tanto tu como eu estamos com vários conceitos distorcidos. Sabes, já ouvi imensa gente dizer que não teve nada do que pediu, ora bem, se as pessoas se portaram bem e não receberam o que mereceriam, quem é que é o dissimulado de merda aqui? Hein? que é o menino que se portou mal? Tu, pois claro.
É que aqui por exemplo, em Portugal, longe de onde moras, já existem suficientes pessoas que prometem coisas e não cumprem..logo, não precisas fazer o mesmo, estamos esclarecidos, seu falso de cócó! Ou a tua profissão alternativa é politico? Se for esse o caso, é compreensível que assim sejas, mas não é perdoável na mesma.
Chega-te aqui seu Anafado-In-Red, o ano passado acho que te tinha pedido umas coisas. Coisas que não recebi, ou caso tenhas enviado, foi numa forma bastante distorcida e para que tal não se repita vou tentar ser mais detalhado porque acertaste mais ou menos numas coisas, mas noutras, Nossa-Senhora-Me-Valha-E-Olha-Que-Eu-Não-Sou-Religioso (daí pedir coisas a ti e não a deus).
Estou lixado contigo com F, mas estou mesmo. Ok, eu percebo que nunca entro muito no espírito desta época em que és o protagonista, mas meu filhote, também não estás ajudar em NADA. Ou bem que te orientas e fazes bem a tua função, ou sou capaz de te capar umas renas- o Rodolfo não conta.
Arriscando e esperando um arrependimento da tua parte aqui vão umas coisas que quero que este ano me ajudes:
Atão mas o que é isto? Parece-me que este ano quem não ganhas presentes és tu. "Ah, tens de te portar bem para receber presentes"; parece-me que tanto tu como eu estamos com vários conceitos distorcidos. Sabes, já ouvi imensa gente dizer que não teve nada do que pediu, ora bem, se as pessoas se portaram bem e não receberam o que mereceriam, quem é que é o dissimulado de merda aqui? Hein? que é o menino que se portou mal? Tu, pois claro.
É que aqui por exemplo, em Portugal, longe de onde moras, já existem suficientes pessoas que prometem coisas e não cumprem..logo, não precisas fazer o mesmo, estamos esclarecidos, seu falso de cócó! Ou a tua profissão alternativa é politico? Se for esse o caso, é compreensível que assim sejas, mas não é perdoável na mesma.
Chega-te aqui seu Anafado-In-Red, o ano passado acho que te tinha pedido umas coisas. Coisas que não recebi, ou caso tenhas enviado, foi numa forma bastante distorcida e para que tal não se repita vou tentar ser mais detalhado porque acertaste mais ou menos numas coisas, mas noutras, Nossa-Senhora-Me-Valha-E-Olha-Que-Eu-Não-Sou-Religioso (daí pedir coisas a ti e não a deus).
Estou lixado contigo com F, mas estou mesmo. Ok, eu percebo que nunca entro muito no espírito desta época em que és o protagonista, mas meu filhote, também não estás ajudar em NADA. Ou bem que te orientas e fazes bem a tua função, ou sou capaz de te capar umas renas- o Rodolfo não conta.
Arriscando e esperando um arrependimento da tua parte aqui vão umas coisas que quero que este ano me ajudes:
- Arranja-me um cérebro, nunca tive e adorava experimentar;
- Aliado ao ponto interior, faz-me perder esta insistente mania que tenho de que conheço bem as pessoas;
- P'lamordedeus, eu só quero pessoas bem dispostas ao pé de mim, para depressivo já chego eu;
- Se estas pessoas bem dispostas forem verdadeiras, isso seria ouro sobre azul;
- Faz com que eu não seja conselheiro sentimental de tanta gente, a sério. ou então ajuda-me a abrir um negócio e cobrar as consultas;
- Agradecia mesmo muito que as pessoas que trabalham no IEFP fossem todas despedidas e dessem lugar a quem precisa e QUER trabalhar realmente. Poderá ser aplicado à maior parte da função pública;
- Não querendo abusar, queria também -e com especial apreço- que toda a gente do Metropolitano de Lisboa fosse cagar de um carro abaixo mais as suas greves
Já me aborrece escrever, mas olha, eu era capaz de te perdoar se recebesse um iPhone (até pode ser o 4, vá láaaaaaaa) e me mandasses alguém que me desse um abraço. Dos bons. Pode ser?
domingo, 16 de dezembro de 2012
Vontadinhas no Atendimento ao Público
O atendimento ao público é um pau de dois bicos. Ou um pau de um bico nas trombas de alguém.
Confesso que acho gratificante 85% das vezes, mas a restante percentagem é mais do que suficiente para me fazer revirar os olhos até à nuca. E atirar um pau à nuca de alguém.
Seja num café, numa loja, até mesmo no IEFP, se a pessoa que vos atende vos diz bom dia, é para responderem. Qual é dificuldade em perceber isto?
Quando chega um cliente (à loja, ainda não me estou a prostituir. Ainda) e não me responde a um bom dia, qual é a minha vontadinha mesmo? Matá-lo? Torturá-lo? Nem por isso. Apetece-me começar a atendê-lo em linguagem gestual, porque obviamente, só pode ser surdo. Ou mudo (sem ofensa a quem é realmente portador desta deficiência Já perguntei a uma supervisora se poderia fazer isso, mas ela só fez um semisorriso ligeiramente seco. Não percebi porquê. Mas secalhar vou começar a pôr em prática.
Nunca fiando.
Vou experimentar.
Obs: vou tentar também chamar menos nomes no meu pensamento, às pessoas mal formadas. Tentar.
Confesso que acho gratificante 85% das vezes, mas a restante percentagem é mais do que suficiente para me fazer revirar os olhos até à nuca. E atirar um pau à nuca de alguém.
Seja num café, numa loja, até mesmo no IEFP, se a pessoa que vos atende vos diz bom dia, é para responderem. Qual é dificuldade em perceber isto?
Quando chega um cliente (à loja, ainda não me estou a prostituir. Ainda) e não me responde a um bom dia, qual é a minha vontadinha mesmo? Matá-lo? Torturá-lo? Nem por isso. Apetece-me começar a atendê-lo em linguagem gestual, porque obviamente, só pode ser surdo. Ou mudo (sem ofensa a quem é realmente portador desta deficiência Já perguntei a uma supervisora se poderia fazer isso, mas ela só fez um semisorriso ligeiramente seco. Não percebi porquê. Mas secalhar vou começar a pôr em prática.
Nunca fiando.
Vou experimentar.
Obs: vou tentar também chamar menos nomes no meu pensamento, às pessoas mal formadas. Tentar.
Vontadinhas no Atendimento ao Público
O atendimento ao público é um pau de dois bicos. Ou um pau de um bico nas trombas de alguém.
Confesso que acho gratificante 85% das vezes, mas a restante percentagem é mais do que suficiente para me fazer revirar os olhos até à nuca. E atirar um pau à nuca de alguém.
Seja num café, numa loja, até mesmo no IEFP, se a pessoa que vos atende vos diz bom dia, é para responderem. Qual é dificuldade em perceber isto?
Quando chega um cliente (à loja, ainda não me estou a prostituir. Ainda) e não me responde a um bom dia, qual é a minha vontadinha mesmo? Matá-lo? Torturá-lo? Nem por isso. Apetece-me começar a atendê-lo em linguagem gestual, porque obviamente, só pode ser surdo. Ou mudo (sem ofensa a quem é realmente portador desta deficiência Já perguntei a uma supervisora se poderia fazer isso, mas ela só fez um semisorriso ligeiramente seco. Não percebi porquê. Mas secalhar vou começar a pôr em prática.
Nunca fiando.
Vou experimentar.
Obs: vou tentar também chamar menos nomes no meu pensamento, às pessoas mal formadas. Tentar.
Confesso que acho gratificante 85% das vezes, mas a restante percentagem é mais do que suficiente para me fazer revirar os olhos até à nuca. E atirar um pau à nuca de alguém.
Seja num café, numa loja, até mesmo no IEFP, se a pessoa que vos atende vos diz bom dia, é para responderem. Qual é dificuldade em perceber isto?
Quando chega um cliente (à loja, ainda não me estou a prostituir. Ainda) e não me responde a um bom dia, qual é a minha vontadinha mesmo? Matá-lo? Torturá-lo? Nem por isso. Apetece-me começar a atendê-lo em linguagem gestual, porque obviamente, só pode ser surdo. Ou mudo (sem ofensa a quem é realmente portador desta deficiência Já perguntei a uma supervisora se poderia fazer isso, mas ela só fez um semisorriso ligeiramente seco. Não percebi porquê. Mas secalhar vou começar a pôr em prática.
Nunca fiando.
Vou experimentar.
Obs: vou tentar também chamar menos nomes no meu pensamento, às pessoas mal formadas. Tentar.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
O IEFP e a Vera Pereira.
Ora bem, qualquer leitor deste blogue, que já cá tenha passado no mínimo duas vezes, sabe- e diz no meu perfil- que o IEFP é o meu ódio de estimação. Quando criei este blogue foi com base nas histórias irreais que me aconteciam quando lá ia.
E é bom saber que este cagalhão de Instituição me dá razão. Nunca me deu na altura em que fiz queixas e reclamei (como podem ver em anteriores posts com tag IEFP), mas deu agora a nível nacional. É verdade, o IEFP deu-me razão numa das acusações que lhe fiz, das cunhas! Para quem não apanhou esta notícia, trata-se de um anuncio colocado no site deles, uma oferta para Educadora de Infância em Tavira, onde foi colocada informação extra:
Uma oferta exclusiva para quem se chama Vera Pereira. Há anúncios em que os requisitos são Licenciaturas, há outros em que temos de pôr o nosso nome artístico, Vera Pereira. A Vera, coitada, não tem culpa de ter arranjado cunha. Teve foi azar com @imbecil d@ funcionari@ que colocou o anuncio online, que não percebeu que aquela "notinha" não era suposta ser conhecida do público em geral.
Felizmente alguém apanhou isto a tempo (porque obviamente já não está acessível) e houve uma partilha massiva, principalmente nas redes sociais e televisão sobre esta palhaçada de merda. Isto foi só mais um confirmar de o que toda a gente sabe: que ou se é próximo de alguém influente ou se fode com esse mesmo alguém influente.
Obs: Vera, espero que isto não dê barraca para o teu lado e que orientes. Eu tenho é inveja de não estar empregado também.
Obs1: IEFP, ainda vou fazer uma piada ou outra na vossa cara com este tema.Obrigado, gosto que se enterrem sem ser necessário ler o meu blogue!
E é bom saber que este cagalhão de Instituição me dá razão. Nunca me deu na altura em que fiz queixas e reclamei (como podem ver em anteriores posts com tag IEFP), mas deu agora a nível nacional. É verdade, o IEFP deu-me razão numa das acusações que lhe fiz, das cunhas! Para quem não apanhou esta notícia, trata-se de um anuncio colocado no site deles, uma oferta para Educadora de Infância em Tavira, onde foi colocada informação extra:
Uma oferta exclusiva para quem se chama Vera Pereira. Há anúncios em que os requisitos são Licenciaturas, há outros em que temos de pôr o nosso nome artístico, Vera Pereira. A Vera, coitada, não tem culpa de ter arranjado cunha. Teve foi azar com @imbecil d@ funcionari@ que colocou o anuncio online, que não percebeu que aquela "notinha" não era suposta ser conhecida do público em geral.
Felizmente alguém apanhou isto a tempo (porque obviamente já não está acessível) e houve uma partilha massiva, principalmente nas redes sociais e televisão sobre esta palhaçada de merda. Isto foi só mais um confirmar de o que toda a gente sabe: que ou se é próximo de alguém influente ou se fode com esse mesmo alguém influente.
Obs: Vera, espero que isto não dê barraca para o teu lado e que orientes. Eu tenho é inveja de não estar empregado também.
Obs1: IEFP, ainda vou fazer uma piada ou outra na vossa cara com este tema.Obrigado, gosto que se enterrem sem ser necessário ler o meu blogue!
O IEFP e a Vera Pereira.
Ora bem, qualquer leitor deste blogue, que já cá tenha passado no mínimo duas vezes, sabe- e diz no meu perfil- que o IEFP é o meu ódio de estimação. Quando criei este blogue foi com base nas histórias irreais que me aconteciam quando lá ia.
E é bom saber que este cagalhão de Instituição me dá razão. Nunca me deu na altura em que fiz queixas e reclamei (como podem ver em anteriores posts com tag IEFP), mas deu agora a nível nacional. É verdade, o IEFP deu-me razão numa das acusações que lhe fiz, das cunhas! Para quem não apanhou esta notícia, trata-se de um anuncio colocado no site deles, uma oferta para Educadora de Infância em Tavira, onde foi colocada informação extra:
Uma oferta exclusiva para quem se chama Vera Pereira. Há anúncios em que os requisitos são Licenciaturas, há outros em que temos de pôr o nosso nome artístico, Vera Pereira. A Vera, coitada, não tem culpa de ter arranjado cunha. Teve foi azar com @imbecil d@ funcionari@ que colocou o anuncio online, que não percebeu que aquela "notinha" não era suposta ser conhecida do público em geral.
Felizmente alguém apanhou isto a tempo (porque obviamente já não está acessível) e houve uma partilha massiva, principalmente nas redes sociais e televisão sobre esta palhaçada de merda. Isto foi só mais um confirmar de o que toda a gente sabe: que ou se é próximo de alguém influente ou se fode com esse mesmo alguém influente.
Obs: Vera, espero que isto não dê barraca para o teu lado e que orientes. Eu tenho é inveja de não estar empregado também.
Obs1: IEFP, ainda vou fazer uma piada ou outra na vossa cara com este tema.Obrigado, gosto que se enterrem sem ser necessário ler o meu blogue!
E é bom saber que este cagalhão de Instituição me dá razão. Nunca me deu na altura em que fiz queixas e reclamei (como podem ver em anteriores posts com tag IEFP), mas deu agora a nível nacional. É verdade, o IEFP deu-me razão numa das acusações que lhe fiz, das cunhas! Para quem não apanhou esta notícia, trata-se de um anuncio colocado no site deles, uma oferta para Educadora de Infância em Tavira, onde foi colocada informação extra:
Uma oferta exclusiva para quem se chama Vera Pereira. Há anúncios em que os requisitos são Licenciaturas, há outros em que temos de pôr o nosso nome artístico, Vera Pereira. A Vera, coitada, não tem culpa de ter arranjado cunha. Teve foi azar com @imbecil d@ funcionari@ que colocou o anuncio online, que não percebeu que aquela "notinha" não era suposta ser conhecida do público em geral.
Felizmente alguém apanhou isto a tempo (porque obviamente já não está acessível) e houve uma partilha massiva, principalmente nas redes sociais e televisão sobre esta palhaçada de merda. Isto foi só mais um confirmar de o que toda a gente sabe: que ou se é próximo de alguém influente ou se fode com esse mesmo alguém influente.
Obs: Vera, espero que isto não dê barraca para o teu lado e que orientes. Eu tenho é inveja de não estar empregado também.
Obs1: IEFP, ainda vou fazer uma piada ou outra na vossa cara com este tema.Obrigado, gosto que se enterrem sem ser necessário ler o meu blogue!
quarta-feira, 30 de maio de 2012
IEFP_Parte III
Hoje fui pôr por escrito a situação de ontem:
A dirigir-me para o segurança:
- Bom dia, eu quero escrever no livro de reclamações!
- Tem de tirar a senha.
Quando me chamaram e eu disse o que queria, chamaram o director do centro e sugeriram que falássemos.
Eu disse que "sim, mas que ia deixar por escrito na mesma", logo, não foi necessária a conversa.
Depois de ter escrito (a muito custo, porque ninguém me queria emprestar uma caneta), a senhora que me entregou o livro, enquanto olhava para ele disse: "ah, eu estou a olhar, porque este livro nunca me tinha passado pelas mãos..."
- Isso explica muita coisa...
E nos próximos tempos espero não escrever mais sobre esta cambada. Desculpem lá qualquer coisinha. Eu sei, também já estou enjoado deste assunto, mais do que vocês.
A dirigir-me para o segurança:
- Bom dia, eu quero escrever no livro de reclamações!
- Tem de tirar a senha.
Quando me chamaram e eu disse o que queria, chamaram o director do centro e sugeriram que falássemos.
Eu disse que "sim, mas que ia deixar por escrito na mesma", logo, não foi necessária a conversa.
Depois de ter escrito (a muito custo, porque ninguém me queria emprestar uma caneta), a senhora que me entregou o livro, enquanto olhava para ele disse: "ah, eu estou a olhar, porque este livro nunca me tinha passado pelas mãos..."
- Isso explica muita coisa...
E nos próximos tempos espero não escrever mais sobre esta cambada. Desculpem lá qualquer coisinha. Eu sei, também já estou enjoado deste assunto, mais do que vocês.
IEFP_Parte III
Hoje fui pôr por escrito a situação de ontem:
A dirigir-me para o segurança:
- Bom dia, eu quero escrever no livro de reclamações!
- Tem de tirar a senha.
Quando me chamaram e eu disse o que queria, chamaram o director do centro e sugeriram que falássemos.
Eu disse que "sim, mas que ia deixar por escrito na mesma", logo, não foi necessária a conversa.
Depois de ter escrito (a muito custo, porque ninguém me queria emprestar uma caneta), a senhora que me entregou o livro, enquanto olhava para ele disse: "ah, eu estou a olhar, porque este livro nunca me tinha passado pelas mãos..."
- Isso explica muita coisa...
E nos próximos tempos espero não escrever mais sobre esta cambada. Desculpem lá qualquer coisinha. Eu sei, também já estou enjoado deste assunto, mais do que vocês.
A dirigir-me para o segurança:
- Bom dia, eu quero escrever no livro de reclamações!
- Tem de tirar a senha.
Quando me chamaram e eu disse o que queria, chamaram o director do centro e sugeriram que falássemos.
Eu disse que "sim, mas que ia deixar por escrito na mesma", logo, não foi necessária a conversa.
Depois de ter escrito (a muito custo, porque ninguém me queria emprestar uma caneta), a senhora que me entregou o livro, enquanto olhava para ele disse: "ah, eu estou a olhar, porque este livro nunca me tinha passado pelas mãos..."
- Isso explica muita coisa...
E nos próximos tempos espero não escrever mais sobre esta cambada. Desculpem lá qualquer coisinha. Eu sei, também já estou enjoado deste assunto, mais do que vocês.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Fui ao IEFP_Parte II
Uma pessoa está desempregada há colhões de tempo, mesmo não querendo vai desmotivando alguma coisa, pensa e repensa numa solução para fugir a esta situação e pesquisa mil uma coisas na Internet. A opção de trabalhar por conta própria começa a ser ponderada e entre as muitas pesquisas com as palavras "criação emprego próprio" a página dessa malfadada (e mal fodida) instituição aparece nas primeiras sugestões.
Entre programas de Incentivos e Apoios descritos na página, pensei:" deixa-me lá ir pessoalmente ao IEFP, para ver se uma Técnica me elucida e explica o que existe e o que se enquadra no meu perfil (já que não recebo subsídio), aproveito e mostro que até sou uma pessoa asseada e motivada e quero realmente mexer-me para sair desta merda de desemprego". pensei mal, pois claro! Então não é que estupidamente pensei que poderia encontrar alguém competente? Uma vez que não sou dos pedinchas para todos os subsídios... "Ca" estúpido, eu sei.
Depois da Super-Profissional-ter-Ido-Ao-SuperMercado-Enquanto-Nós-Estávamos-à-Espera-Para-Atendimento, lá fui mete-nojamente atendido. Começo por dizer que "gostava de saber, dos programas de incentivo e apoio à criação do próprio emprego, quais os que me posso candidatar, uma vez que não estou a receber subsídio?"
- Você tem disponibilidade para trabalhar?
- Tenho. E nunca fui chamado para nada, porque quem não recebe subsídio nunca é prioritário para emprego nem para formações porque não faz parte das vossas estatísticas.
- Aiiii, nem pensar! É igual para toda a gente!
- Não, não é.
- Você só é chamado para o que está inscrito. Ora deixa cá ver o que está na sua ficha..Hmmm..Pois, você está como Técnico de Relações Públicas e também para a área Administrativa.
- Sim...nem para a área administrativa fui chamado! A outra opção só está lá porque não existe a minha área no vosso programa! Nem Comunicação, nem Marketing, nem Publicidade! Logo, isso é o mais próximo da minha área.
Toca o telefone da monga e como manda a boa educação, ela atendeu e ficou a falar. Lá voltou à nossa conversa:
- Pois, então tem de ficar assim!
-Pois, então nunca vou ser chamado para nada! nem eu, nem ninguém que tire Comunicação ou derivados.
- Ah, é que este programa é de 1994.
- Então secalhar já actualizavam.
- Bem, o que você tem de fazer é ir ver ao site. vai aqui, faz assim, carrega aqui...
- Já fiz isso. estava à espera que houvesse alguma disposição do vosso lado para orientar, uma vez que nem tudo é claro e torna-se mais fácil quando se fala com uma pessoa (excepto nesta instituição podre)...Se nos podemos candidatar a ofertas de emprego e para saber destes assuntos vamos ao site, vocês servem para quê?
(silêncio constrangedor de 4 segundos)
- Ah, mas nós não temos nada a ver com isso. Você tem de entregar a sua proposta nos Bancos, directamente.
- Mas vocês não são o elo entre mim e o Banco?
- Não, só quando as pessoas pedem o valor total do subsídio.
- Obrigadinho.
Na minha cabeça eu agarrei nos cabelos desta cagalhona e dava voltas com ela no ar, como se do lançamento do peso se tratasse. E com um bocadinho de sorte ainda lhe mandava um peidovski nas ventas. só para não ser parva e outros tantos nomes...ligeiramente mais ofensivos.
Fui ao IEFP_Parte II
Uma pessoa está desempregada há colhões de tempo, mesmo não querendo vai desmotivando alguma coisa, pensa e repensa numa solução para fugir a esta situação e pesquisa mil uma coisas na Internet. A opção de trabalhar por conta própria começa a ser ponderada e entre as muitas pesquisas com as palavras "criação emprego próprio" a página dessa malfadada (e mal fodida) instituição aparece nas primeiras sugestões.
Entre programas de Incentivos e Apoios descritos na página, pensei:" deixa-me lá ir pessoalmente ao IEFP, para ver se uma Técnica me elucida e explica o que existe e o que se enquadra no meu perfil (já que não recebo subsídio), aproveito e mostro que até sou uma pessoa asseada e motivada e quero realmente mexer-me para sair desta merda de desemprego". pensei mal, pois claro! Então não é que estupidamente pensei que poderia encontrar alguém competente? Uma vez que não sou dos pedinchas para todos os subsídios... "Ca" estúpido, eu sei.
Depois da Super-Profissional-ter-Ido-Ao-SuperMercado-Enquanto-Nós-Estávamos-à-Espera-Para-Atendimento, lá fui mete-nojamente atendido. Começo por dizer que "gostava de saber, dos programas de incentivo e apoio à criação do próprio emprego, quais os que me posso candidatar, uma vez que não estou a receber subsídio?"
- Você tem disponibilidade para trabalhar?
- Tenho. E nunca fui chamado para nada, porque quem não recebe subsídio nunca é prioritário para emprego nem para formações porque não faz parte das vossas estatísticas.
- Aiiii, nem pensar! É igual para toda a gente!
- Não, não é.
- Você só é chamado para o que está inscrito. Ora deixa cá ver o que está na sua ficha..Hmmm..Pois, você está como Técnico de Relações Públicas e também para a área Administrativa.
- Sim...nem para a área administrativa fui chamado! A outra opção só está lá porque não existe a minha área no vosso programa! Nem Comunicação, nem Marketing, nem Publicidade! Logo, isso é o mais próximo da minha área.
Toca o telefone da monga e como manda a boa educação, ela atendeu e ficou a falar. Lá voltou à nossa conversa:
- Pois, então tem de ficar assim!
-Pois, então nunca vou ser chamado para nada! nem eu, nem ninguém que tire Comunicação ou derivados.
- Ah, é que este programa é de 1994.
- Então secalhar já actualizavam.
- Bem, o que você tem de fazer é ir ver ao site. vai aqui, faz assim, carrega aqui...
- Já fiz isso. estava à espera que houvesse alguma disposição do vosso lado para orientar, uma vez que nem tudo é claro e torna-se mais fácil quando se fala com uma pessoa (excepto nesta instituição podre)...Se nos podemos candidatar a ofertas de emprego e para saber destes assuntos vamos ao site, vocês servem para quê?
(silêncio constrangedor de 4 segundos)
- Ah, mas nós não temos nada a ver com isso. Você tem de entregar a sua proposta nos Bancos, directamente.
- Mas vocês não são o elo entre mim e o Banco?
- Não, só quando as pessoas pedem o valor total do subsídio.
- Obrigadinho.
Na minha cabeça eu agarrei nos cabelos desta cagalhona e dava voltas com ela no ar, como se do lançamento do peso se tratasse. E com um bocadinho de sorte ainda lhe mandava um peidovski nas ventas. só para não ser parva e outros tantos nomes...ligeiramente mais ofensivos.
Fui ao IEFP_ Parte I
IEFP de Sines.
9h.40m
Entro e tiro a senha número 3.
O número 1 já estava a ser atendido. Passado uns cinco minutos, vi que o balcão que me iria atender já não estava atender o número 1. Meia hora depois (sim, sem atender ninguém) passou para o número 2...ou seja, já eram umas 10.20. Quinze minutos mais tarde, depois de ter atendido o número 2 fez uma pausa...pois claro, a cabrona estava cansada! Foi arejar ao andar de cima e quando volta, desafia a colega para irem fazer uma pausa. Outra.
Eu era o 3, havia o 4, o 5, o 6 e o 7...! Mas o que fizeram as donzelas? Foram ao supermercado. É verdade, à cara podre, entram com os sacos na mão (e eu sai do iefp para confirmar onde iam).
Às 11 e qualquer coisa fui atendido...e estranhamente... mal atendido. Vejam só!
(à noite escrevo a conversa)
9h.40m
Entro e tiro a senha número 3.
O número 1 já estava a ser atendido. Passado uns cinco minutos, vi que o balcão que me iria atender já não estava atender o número 1. Meia hora depois (sim, sem atender ninguém) passou para o número 2...ou seja, já eram umas 10.20. Quinze minutos mais tarde, depois de ter atendido o número 2 fez uma pausa...pois claro, a cabrona estava cansada! Foi arejar ao andar de cima e quando volta, desafia a colega para irem fazer uma pausa. Outra.
Eu era o 3, havia o 4, o 5, o 6 e o 7...! Mas o que fizeram as donzelas? Foram ao supermercado. É verdade, à cara podre, entram com os sacos na mão (e eu sai do iefp para confirmar onde iam).
Às 11 e qualquer coisa fui atendido...e estranhamente... mal atendido. Vejam só!
(à noite escrevo a conversa)
Fui ao IEFP_ Parte I
IEFP de Sines.
9h.40m
Entro e tiro a senha número 3.
O número 1 já estava a ser atendido. Passado uns cinco minutos, vi que o balcão que me iria atender já não estava atender o número 1. Meia hora depois (sim, sem atender ninguém) passou para o número 2...ou seja, já eram umas 10.20. Quinze minutos mais tarde, depois de ter atendido o número 2 fez uma pausa...pois claro, a cabrona estava cansada! Foi arejar ao andar de cima e quando volta, desafia a colega para irem fazer uma pausa. Outra.
Eu era o 3, havia o 4, o 5, o 6 e o 7...! Mas o que fizeram as donzelas? Foram ao supermercado. É verdade, à cara podre, entram com os sacos na mão (e eu sai do iefp para confirmar onde iam).
Às 11 e qualquer coisa fui atendido...e estranhamente... mal atendido. Vejam só!
(à noite escrevo a conversa)
9h.40m
Entro e tiro a senha número 3.
O número 1 já estava a ser atendido. Passado uns cinco minutos, vi que o balcão que me iria atender já não estava atender o número 1. Meia hora depois (sim, sem atender ninguém) passou para o número 2...ou seja, já eram umas 10.20. Quinze minutos mais tarde, depois de ter atendido o número 2 fez uma pausa...pois claro, a cabrona estava cansada! Foi arejar ao andar de cima e quando volta, desafia a colega para irem fazer uma pausa. Outra.
Eu era o 3, havia o 4, o 5, o 6 e o 7...! Mas o que fizeram as donzelas? Foram ao supermercado. É verdade, à cara podre, entram com os sacos na mão (e eu sai do iefp para confirmar onde iam).
Às 11 e qualquer coisa fui atendido...e estranhamente... mal atendido. Vejam só!
(à noite escrevo a conversa)
quarta-feira, 16 de maio de 2012
O Segredo.
![]() |
| (foto de 1800 e qualquer coisa. e não estava ninguém debaixo de água a fazer-me nada...nem cócegas) |
É uma pena eu não ser muito dado à bricolage..pena, pena, pena. Mas quem sabe, não vá fazer um workshop de bin ladices.
O Segredo.
![]() |
| (foto de 1800 e qualquer coisa. e não estava ninguém debaixo de água a fazer-me nada...nem cócegas) |
É uma pena eu não ser muito dado à bricolage..pena, pena, pena. Mas quem sabe, não vá fazer um workshop de bin ladices.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Amores Pegados.
Diz que o amor é lindo. Cego...surdo e mudo, muitas vezes.
E pessonhento em alguns casos que conheço. Uma coisa é a paixão: que nos faz querer agarrar, abraçar, morder, lamber e por aí ..a todo o momento. Esborrachar bochechas, dar beijos, mexer no cabelo, estar encostado. São coisas que realmente apetece.
Todos estes actos, nesta fase da paixão, não são demonstrados apenas em casa. Ele é supermercado, esplanadas (onde já vi espremerem borbulhas uns aos outros, mostrando o seu amor- e o pús- a todos os outros), no IEFP e toda uma variedade de locais públicos.Ah, é uma coisa bonita. Linda, linda, linda!
Ora bem, outra coisa é: e quando estes casais não se largam de forma nenhuma? Vão de mão dada e passam por um local onde só passa uma pessoa de cada vez...Mas eles passam os dois, coladinhos e lado a lado, roçando mais uma vez as peles oleosas um no outro. E aqueles que vão encaixados a andar na rua: um género de uma conchinha, mas em pé, dando passos em simultâneo, enquanto ele- que normalmente fica por trás, a aperta na barriga para a segurar.
Coisas mai lindas. E peganhentas.
Amores Pegados.
Diz que o amor é lindo. Cego...surdo e mudo, muitas vezes.
E pessonhento em alguns casos que conheço. Uma coisa é a paixão: que nos faz querer agarrar, abraçar, morder, lamber e por aí ..a todo o momento. Esborrachar bochechas, dar beijos, mexer no cabelo, estar encostado. São coisas que realmente apetece.
Todos estes actos, nesta fase da paixão, não são demonstrados apenas em casa. Ele é supermercado, esplanadas (onde já vi espremerem borbulhas uns aos outros, mostrando o seu amor- e o pús- a todos os outros), no IEFP e toda uma variedade de locais públicos.Ah, é uma coisa bonita. Linda, linda, linda!
Ora bem, outra coisa é: e quando estes casais não se largam de forma nenhuma? Vão de mão dada e passam por um local onde só passa uma pessoa de cada vez...Mas eles passam os dois, coladinhos e lado a lado, roçando mais uma vez as peles oleosas um no outro. E aqueles que vão encaixados a andar na rua: um género de uma conchinha, mas em pé, dando passos em simultâneo, enquanto ele- que normalmente fica por trás, a aperta na barriga para a segurar.
Coisas mai lindas. E peganhentas.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
A Roupa no IEFP
Não é preciso uma pessoa se armar em débil mental e se licenciar em Comunicação para saber que a imagem é tudo. A primeira impressão que formamos de alguém, nos primeiros segundos que as conhecemos, é que conta e se não vamos à bola logo, é muito difícil mudar.
A roupa é uma condicionante da primeira impressão. Fomos ensinados que temos de estar apresentáveis, por exemplo, em entrevistas de emprego. Não podemos ir com o fato de treino cintilante de Domingo, para uma entrevista num escritório de advogados. A roupa diz muito sobre nós. E em muitos casos, mal.
Ora bem, e então porque é que eu tenho de gramar com pessoas que atendem ao público- leia-se IEFP e quase toda a função pública- que me parecem todas do partido "Os verdes"? Todas desgadelhadas, com o óculo intelectual, casacos que parecem saídos do cú de um burro e ar de quem tem um tufo de pêlos nos sovacos e na farfalota? Foda-se, eu tenho de andar minimamente janota para ir tratar de banalidades- porque as pessoas não têm de me ver com o ar acabado de acordar que me dá um ar super culto- e estas burgessas atendem as pessoas naquelas figurinhas. É todo um ar de ronha de Domingo, só que todos os dias
A estas pessoas não é ensinada a parte da imagem?Faltaram a esse módulo? De atendimento ao público? Não. são funcionárias públicas, efectivas, emprego no papo até ao resto da vida. Esmerar para quê? Estão em casa, a gente é que as vai moer.
No caso de hoje, a senhora orientadora de uma sessão de esclarecimento, além de entrouxada até aos ossos, tinha um adereço que não me deixou tomar atenção a nada do que dizia: pastilha elástica. Qual vaca ruminante, esta senhora só não mugia porque estava rouca.
A roupa é uma condicionante da primeira impressão. Fomos ensinados que temos de estar apresentáveis, por exemplo, em entrevistas de emprego. Não podemos ir com o fato de treino cintilante de Domingo, para uma entrevista num escritório de advogados. A roupa diz muito sobre nós. E em muitos casos, mal.
Ora bem, e então porque é que eu tenho de gramar com pessoas que atendem ao público- leia-se IEFP e quase toda a função pública- que me parecem todas do partido "Os verdes"? Todas desgadelhadas, com o óculo intelectual, casacos que parecem saídos do cú de um burro e ar de quem tem um tufo de pêlos nos sovacos e na farfalota? Foda-se, eu tenho de andar minimamente janota para ir tratar de banalidades- porque as pessoas não têm de me ver com o ar acabado de acordar que me dá um ar super culto- e estas burgessas atendem as pessoas naquelas figurinhas. É todo um ar de ronha de Domingo, só que todos os dias
A estas pessoas não é ensinada a parte da imagem?Faltaram a esse módulo? De atendimento ao público? Não. são funcionárias públicas, efectivas, emprego no papo até ao resto da vida. Esmerar para quê? Estão em casa, a gente é que as vai moer.
No caso de hoje, a senhora orientadora de uma sessão de esclarecimento, além de entrouxada até aos ossos, tinha um adereço que não me deixou tomar atenção a nada do que dizia: pastilha elástica. Qual vaca ruminante, esta senhora só não mugia porque estava rouca.
| Assim nem parece mau de todo. Mas era. |
A Roupa no IEFP
Não é preciso uma pessoa se armar em débil mental e se licenciar em Comunicação para saber que a imagem é tudo. A primeira impressão que formamos de alguém, nos primeiros segundos que as conhecemos, é que conta e se não vamos à bola logo, é muito difícil mudar.
A roupa é uma condicionante da primeira impressão. Fomos ensinados que temos de estar apresentáveis, por exemplo, em entrevistas de emprego. Não podemos ir com o fato de treino cintilante de Domingo, para uma entrevista num escritório de advogados. A roupa diz muito sobre nós. E em muitos casos, mal.
Ora bem, e então porque é que eu tenho de gramar com pessoas que atendem ao público- leia-se IEFP e quase toda a função pública- que me parecem todas do partido "Os verdes"? Todas desgadelhadas, com o óculo intelectual, casacos que parecem saídos do cú de um burro e ar de quem tem um tufo de pêlos nos sovacos e na farfalota? Foda-se, eu tenho de andar minimamente janota para ir tratar de banalidades- porque as pessoas não têm de me ver com o ar acabado de acordar que me dá um ar super culto- e estas burgessas atendem as pessoas naquelas figurinhas. É todo um ar de ronha de Domingo, só que todos os dias
A estas pessoas não é ensinada a parte da imagem?Faltaram a esse módulo? De atendimento ao público? Não. são funcionárias públicas, efectivas, emprego no papo até ao resto da vida. Esmerar para quê? Estão em casa, a gente é que as vai moer.
No caso de hoje, a senhora orientadora de uma sessão de esclarecimento, além de entrouxada até aos ossos, tinha um adereço que não me deixou tomar atenção a nada do que dizia: pastilha elástica. Qual vaca ruminante, esta senhora só não mugia porque estava rouca.
A roupa é uma condicionante da primeira impressão. Fomos ensinados que temos de estar apresentáveis, por exemplo, em entrevistas de emprego. Não podemos ir com o fato de treino cintilante de Domingo, para uma entrevista num escritório de advogados. A roupa diz muito sobre nós. E em muitos casos, mal.
Ora bem, e então porque é que eu tenho de gramar com pessoas que atendem ao público- leia-se IEFP e quase toda a função pública- que me parecem todas do partido "Os verdes"? Todas desgadelhadas, com o óculo intelectual, casacos que parecem saídos do cú de um burro e ar de quem tem um tufo de pêlos nos sovacos e na farfalota? Foda-se, eu tenho de andar minimamente janota para ir tratar de banalidades- porque as pessoas não têm de me ver com o ar acabado de acordar que me dá um ar super culto- e estas burgessas atendem as pessoas naquelas figurinhas. É todo um ar de ronha de Domingo, só que todos os dias
A estas pessoas não é ensinada a parte da imagem?Faltaram a esse módulo? De atendimento ao público? Não. são funcionárias públicas, efectivas, emprego no papo até ao resto da vida. Esmerar para quê? Estão em casa, a gente é que as vai moer.
No caso de hoje, a senhora orientadora de uma sessão de esclarecimento, além de entrouxada até aos ossos, tinha um adereço que não me deixou tomar atenção a nada do que dizia: pastilha elástica. Qual vaca ruminante, esta senhora só não mugia porque estava rouca.
| Assim nem parece mau de todo. Mas era. |
sexta-feira, 2 de março de 2012
A Resposta do IEFP
Mês cagalhanitos, tirei o post sobre a Egídio. Não me apetece entrar em despesas com queixas que ela possa fazer sobre a minha difamação. Assim, só difamo em pensamento :)
Cagando neste assunto, o que interessa:
Minha gente, então a resposta ao email em que perguntei se lhes podia bater, foi esta:
(Têm de carregar nas imagens para conseguir ler)
Fica então aqui uma adivinha:
Como se chama um conjunto de peixes?
Sim, cardume!
E um conjunto de burros?
Sim, IEFP!
Demasiado previsível, eu sei.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Abusos no IEFP II
É só. Amanhã logo ponho aqui a resposta que deram. Hoje ainda estou em estado de choque com tamanha burrice. Logo, em resposta à minha pergunta de ontem, "se tinha abusado", não...não abusei.
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