Bolas! Quase 4 dias sem dar novidades, mas agora vou dar. Fui visitar o amor da minha vida (a seguir do meu canito): Lisboa. Fui para o meio daquela poluição, ruído, trânsito, gente até mais não... e posso dizer - com todos os dentes que tenho na boca- que trocava agorinha mesmo a praia pela cidade.
Eu tento mentalizar-me que preciso de descanso e de qualidade de vida, e que até poderei conseguir viver na terra, mas não consigo. Tento ver só as vantagens de viver ruralmente: ver a praia brutal todos os dias, ganhar mais ordenado do que na cidade, apanhar sol mais tempo, gasta-se menos no dia-a-dia, dá para poupar mais,comer melhor e com mais tempo, blá blá blá. É tudo verdade, se se tiver um bom emprego e não se pague casa e não se queira viver.
Para mim, não é vida. Talvez daqui a uns anos seja, mas por enquanto não. Viver implica histórias, pessoas, situações, sítios em dose relevante...que na terra não acontece. Tem tudo isso, mas em pequenas doses e sendo eu uma pessoa que "apreceia" tudo isso; prefiro a cidade.
E não devia ter voltado a Lx, ainda fiquei com mais saudades e vou ficar mais enervado, porque emprego é mentira...Sim, porque ainda não encontrei vencedores do passatempo.
E mesmo com fotos tristes - muito tristeeeeees mesmo- como esta,
em que "senhores" destes continuam a abusar da autoridade (só para não chamar filhos de alguma coisa), continuo a amar Lisboa ( e a gostar cada vez menos destes senhores- não se pode generalizar, eu sei, mas é uma boa percentagem).
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quinta-feira, 22 de março de 2012
Lisboa: Vantagens e Greves.
Bolas! Quase 4 dias sem dar novidades, mas agora vou dar. Fui visitar o amor da minha vida (a seguir do meu canito): Lisboa. Fui para o meio daquela poluição, ruído, trânsito, gente até mais não... e posso dizer - com todos os dentes que tenho na boca- que trocava agorinha mesmo a praia pela cidade.
Eu tento mentalizar-me que preciso de descanso e de qualidade de vida, e que até poderei conseguir viver na terra, mas não consigo. Tento ver só as vantagens de viver ruralmente: ver a praia brutal todos os dias, ganhar mais ordenado do que na cidade, apanhar sol mais tempo, gasta-se menos no dia-a-dia, dá para poupar mais,comer melhor e com mais tempo, blá blá blá. É tudo verdade, se se tiver um bom emprego e não se pague casa e não se queira viver.
Para mim, não é vida. Talvez daqui a uns anos seja, mas por enquanto não. Viver implica histórias, pessoas, situações, sítios em dose relevante...que na terra não acontece. Tem tudo isso, mas em pequenas doses e sendo eu uma pessoa que "apreceia" tudo isso; prefiro a cidade.
E não devia ter voltado a Lx, ainda fiquei com mais saudades e vou ficar mais enervado, porque emprego é mentira...Sim, porque ainda não encontrei vencedores do passatempo.
E mesmo com fotos tristes - muito tristeeeeees mesmo- como esta,
em que "senhores" destes continuam a abusar da autoridade (só para não chamar filhos de alguma coisa), continuo a amar Lisboa ( e a gostar cada vez menos destes senhores- não se pode generalizar, eu sei, mas é uma boa percentagem).
Eu tento mentalizar-me que preciso de descanso e de qualidade de vida, e que até poderei conseguir viver na terra, mas não consigo. Tento ver só as vantagens de viver ruralmente: ver a praia brutal todos os dias, ganhar mais ordenado do que na cidade, apanhar sol mais tempo, gasta-se menos no dia-a-dia, dá para poupar mais,comer melhor e com mais tempo, blá blá blá. É tudo verdade, se se tiver um bom emprego e não se pague casa e não se queira viver.
Para mim, não é vida. Talvez daqui a uns anos seja, mas por enquanto não. Viver implica histórias, pessoas, situações, sítios em dose relevante...que na terra não acontece. Tem tudo isso, mas em pequenas doses e sendo eu uma pessoa que "apreceia" tudo isso; prefiro a cidade.
E não devia ter voltado a Lx, ainda fiquei com mais saudades e vou ficar mais enervado, porque emprego é mentira...Sim, porque ainda não encontrei vencedores do passatempo.
E mesmo com fotos tristes - muito tristeeeeees mesmo- como esta,
em que "senhores" destes continuam a abusar da autoridade (só para não chamar filhos de alguma coisa), continuo a amar Lisboa ( e a gostar cada vez menos destes senhores- não se pode generalizar, eu sei, mas é uma boa percentagem).
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