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domingo, 22 de dezembro de 2013

O Nunes escreveu uma Carta ao Papai Noel. E foi mais ou menos fofinho.

Meu Balofo Distraído,

Atão mas o que é isto? Parece-me que este ano quem não ganhas presentes és tu. "Ah, tens de te portar bem para receber presentes"; parece-me que tanto tu como eu estamos com vários conceitos distorcidos. Sabes, já ouvi imensa gente dizer que não teve nada do que pediu, ora bem, se as pessoas se portaram bem e não receberam o que mereceriam, quem é que é o dissimulado de merda aqui? Hein? que é o menino que se portou mal? Tu, pois claro.

É que aqui por exemplo, em Portugal, longe de onde moras, já existem suficientes pessoas que prometem coisas e não cumprem..logo, não precisas fazer o mesmo, estamos esclarecidos, seu falso de cócó! Ou a tua profissão alternativa é politico? Se for esse o caso, é compreensível que assim sejas, mas não é perdoável na mesma.

Chega-te aqui seu Anafado-In-Red, o ano passado acho que te tinha pedido umas coisas. Coisas que não recebi, ou caso tenhas enviado, foi numa forma bastante distorcida  e para que tal não se repita vou tentar ser mais detalhado porque acertaste mais ou menos numas coisas, mas noutras, Nossa-Senhora-Me-Valha-E-Olha-Que-Eu-Não-Sou-Religioso (daí pedir coisas a ti e não a deus).

Estou lixado contigo com F, mas estou mesmo. Ok, eu percebo que nunca entro muito no espírito desta época em que és o protagonista, mas meu filhote, também não estás  ajudar em NADA. Ou bem que te orientas e fazes bem a tua função, ou sou capaz de te capar umas renas- o Rodolfo não conta.

Arriscando e esperando um arrependimento da tua parte aqui vão umas coisas que quero que este ano me ajudes:


  • Arranja-me um cérebro, nunca tive e adorava experimentar;
  • Aliado ao ponto interior, faz-me perder esta insistente mania que tenho de que conheço bem as pessoas;
  • P'lamordedeus, eu só quero pessoas bem dispostas ao pé de mim, para depressivo já chego eu;
  • Se estas pessoas bem dispostas forem verdadeiras, isso seria ouro sobre azul;
  • Faz com que eu não seja conselheiro sentimental de tanta gente, a sério. ou então ajuda-me a abrir um negócio e cobrar as consultas;
  • Agradecia mesmo muito que as pessoas que trabalham no IEFP fossem todas despedidas e dessem lugar a quem precisa e QUER trabalhar realmente. Poderá ser aplicado à maior parte da função pública;
  • Não querendo abusar, queria também -e com especial apreço- que toda a gente do Metropolitano de Lisboa fosse cagar de um carro abaixo mais as suas greves
Já me aborrece escrever, mas olha, eu era capaz de te perdoar se recebesse um iPhone (até pode ser o 4, vá láaaaaaaa) e me mandasses alguém que me desse um abraço. Dos bons. Pode ser?

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O IEFP e a Vera Pereira.

Ora bem, qualquer leitor deste blogue, que já cá tenha passado no mínimo duas vezes, sabe- e diz no meu perfil- que o IEFP é o meu ódio de estimação. Quando criei este blogue foi com base nas histórias irreais que me aconteciam quando lá ia.

E é bom saber que este cagalhão de Instituição me dá razão. Nunca me deu na altura em que fiz queixas e reclamei (como podem ver em anteriores posts com tag IEFP), mas deu agora a nível nacional. É verdade, o IEFP deu-me razão numa das acusações que lhe fiz, das cunhas! Para quem não apanhou esta notícia, trata-se de um anuncio colocado no site deles, uma oferta para Educadora de Infância em Tavira, onde foi colocada informação extra:


Uma oferta exclusiva para quem se chama Vera Pereira. Há anúncios em que os requisitos são Licenciaturas, há outros em que temos de pôr o nosso nome artístico, Vera Pereira. A Vera, coitada, não tem culpa de ter arranjado cunha. Teve foi azar com @imbecil d@ funcionari@ que colocou o anuncio online, que não percebeu que aquela "notinha" não era suposta ser conhecida do público em geral.

Felizmente alguém apanhou isto a tempo (porque obviamente já não está acessível) e houve uma partilha massiva, principalmente nas redes sociais e televisão sobre esta palhaçada de merda. Isto foi só mais um confirmar de o que toda a gente sabe: que ou se é próximo de alguém influente ou se fode com esse mesmo alguém influente.



Obs: Vera, espero que isto não dê barraca para o teu lado e que orientes. Eu tenho é inveja de não estar empregado também.
Obs1: IEFP, ainda vou fazer uma piada ou outra na vossa cara com este tema.Obrigado, gosto que se enterrem sem ser necessário ler o meu blogue!


O IEFP e a Vera Pereira.

Ora bem, qualquer leitor deste blogue, que já cá tenha passado no mínimo duas vezes, sabe- e diz no meu perfil- que o IEFP é o meu ódio de estimação. Quando criei este blogue foi com base nas histórias irreais que me aconteciam quando lá ia.

E é bom saber que este cagalhão de Instituição me dá razão. Nunca me deu na altura em que fiz queixas e reclamei (como podem ver em anteriores posts com tag IEFP), mas deu agora a nível nacional. É verdade, o IEFP deu-me razão numa das acusações que lhe fiz, das cunhas! Para quem não apanhou esta notícia, trata-se de um anuncio colocado no site deles, uma oferta para Educadora de Infância em Tavira, onde foi colocada informação extra:


Uma oferta exclusiva para quem se chama Vera Pereira. Há anúncios em que os requisitos são Licenciaturas, há outros em que temos de pôr o nosso nome artístico, Vera Pereira. A Vera, coitada, não tem culpa de ter arranjado cunha. Teve foi azar com @imbecil d@ funcionari@ que colocou o anuncio online, que não percebeu que aquela "notinha" não era suposta ser conhecida do público em geral.

Felizmente alguém apanhou isto a tempo (porque obviamente já não está acessível) e houve uma partilha massiva, principalmente nas redes sociais e televisão sobre esta palhaçada de merda. Isto foi só mais um confirmar de o que toda a gente sabe: que ou se é próximo de alguém influente ou se fode com esse mesmo alguém influente.



Obs: Vera, espero que isto não dê barraca para o teu lado e que orientes. Eu tenho é inveja de não estar empregado também.
Obs1: IEFP, ainda vou fazer uma piada ou outra na vossa cara com este tema.Obrigado, gosto que se enterrem sem ser necessário ler o meu blogue!


quarta-feira, 30 de maio de 2012

IEFP_Parte III

Hoje fui pôr por escrito a situação de ontem:

A dirigir-me para o segurança:
- Bom dia, eu quero escrever no livro de reclamações!
- Tem de tirar a senha.

Quando me chamaram e eu disse o que queria, chamaram o director do centro e sugeriram que falássemos.
Eu disse que "sim, mas que ia deixar por escrito na mesma", logo, não foi necessária a conversa.
Depois de ter escrito (a muito custo, porque ninguém me queria emprestar uma caneta), a senhora que me entregou o livro, enquanto olhava para ele disse: "ah, eu estou a olhar, porque este livro nunca me tinha passado pelas mãos..."
- Isso explica muita coisa...

E nos próximos tempos espero não escrever mais sobre esta cambada. Desculpem lá qualquer coisinha. Eu sei, também já estou enjoado deste assunto, mais do que vocês.

IEFP_Parte III

Hoje fui pôr por escrito a situação de ontem:

A dirigir-me para o segurança:
- Bom dia, eu quero escrever no livro de reclamações!
- Tem de tirar a senha.

Quando me chamaram e eu disse o que queria, chamaram o director do centro e sugeriram que falássemos.
Eu disse que "sim, mas que ia deixar por escrito na mesma", logo, não foi necessária a conversa.
Depois de ter escrito (a muito custo, porque ninguém me queria emprestar uma caneta), a senhora que me entregou o livro, enquanto olhava para ele disse: "ah, eu estou a olhar, porque este livro nunca me tinha passado pelas mãos..."
- Isso explica muita coisa...

E nos próximos tempos espero não escrever mais sobre esta cambada. Desculpem lá qualquer coisinha. Eu sei, também já estou enjoado deste assunto, mais do que vocês.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Fui ao IEFP_Parte II


Uma pessoa está desempregada há colhões de tempo, mesmo não querendo vai desmotivando alguma coisa, pensa e repensa numa solução para fugir a esta situação e pesquisa mil uma coisas na Internet. A opção de trabalhar por conta própria começa a ser ponderada e entre as muitas pesquisas com as palavras "criação emprego próprio" a página dessa malfadada (e mal fodida) instituição aparece nas primeiras sugestões.

Entre programas de Incentivos e Apoios descritos na página, pensei:" deixa-me lá ir pessoalmente ao IEFP, para ver se uma Técnica me elucida e explica o que existe e o que se enquadra no meu perfil (já que não recebo subsídio), aproveito e mostro que até sou uma pessoa asseada e motivada e quero realmente mexer-me para sair desta merda de desemprego". pensei mal, pois claro! Então não é que estupidamente pensei que poderia encontrar alguém competente? Uma vez que não sou dos pedinchas para todos os subsídios... "Ca" estúpido, eu sei.

Depois da Super-Profissional-ter-Ido-Ao-SuperMercado-Enquanto-Nós-Estávamos-à-Espera-Para-Atendimento, lá fui mete-nojamente atendido. Começo por dizer que "gostava de saber, dos programas de incentivo e apoio à criação do próprio emprego, quais os que me posso candidatar, uma vez que não estou a receber subsídio?"
- Você tem disponibilidade para trabalhar?
- Tenho. E nunca fui chamado para nada, porque quem não recebe subsídio nunca é prioritário para emprego nem para formações porque não faz parte das vossas estatísticas.
- Aiiii, nem pensar! É igual para toda a gente!
- Não, não é.
- Você só é chamado para o que está inscrito. Ora deixa cá ver o que está na sua ficha..Hmmm..Pois, você está como Técnico de Relações Públicas e também para a área Administrativa.
- Sim...nem para a área administrativa fui chamado! A outra opção só está lá porque não existe a minha área no vosso programa! Nem Comunicação, nem Marketing, nem Publicidade! Logo, isso é o mais próximo da minha área.

Toca o telefone da monga e como manda a boa educação, ela atendeu e ficou a falar. Lá voltou à nossa conversa:

- Pois, então tem de ficar assim!
-Pois, então nunca vou ser chamado para nada! nem eu, nem ninguém que tire Comunicação ou derivados.
- Ah, é que este programa é de 1994.
- Então secalhar já actualizavam.
- Bem, o que você tem de fazer é ir ver ao site. vai aqui, faz assim, carrega aqui...
- Já fiz isso. estava à espera que houvesse alguma disposição do vosso lado para orientar, uma vez que nem tudo é claro e torna-se mais fácil quando se fala com uma pessoa (excepto nesta instituição podre)...Se nos podemos candidatar a ofertas de emprego e para saber destes assuntos vamos ao site, vocês servem para quê?

(silêncio constrangedor de 4 segundos)

- Ah, mas nós não temos nada a ver com isso. Você tem de entregar a sua proposta nos Bancos, directamente.
- Mas vocês não são o elo entre mim e o Banco?
- Não, só quando as pessoas pedem o valor total do subsídio.
- Obrigadinho.

Na minha cabeça eu agarrei nos cabelos desta cagalhona e dava voltas com ela no ar, como se do lançamento do peso se tratasse. E com um bocadinho de sorte ainda lhe mandava um peidovski nas ventas. só para não ser parva e outros tantos nomes...ligeiramente mais ofensivos.


Fui ao IEFP_Parte II


Uma pessoa está desempregada há colhões de tempo, mesmo não querendo vai desmotivando alguma coisa, pensa e repensa numa solução para fugir a esta situação e pesquisa mil uma coisas na Internet. A opção de trabalhar por conta própria começa a ser ponderada e entre as muitas pesquisas com as palavras "criação emprego próprio" a página dessa malfadada (e mal fodida) instituição aparece nas primeiras sugestões.

Entre programas de Incentivos e Apoios descritos na página, pensei:" deixa-me lá ir pessoalmente ao IEFP, para ver se uma Técnica me elucida e explica o que existe e o que se enquadra no meu perfil (já que não recebo subsídio), aproveito e mostro que até sou uma pessoa asseada e motivada e quero realmente mexer-me para sair desta merda de desemprego". pensei mal, pois claro! Então não é que estupidamente pensei que poderia encontrar alguém competente? Uma vez que não sou dos pedinchas para todos os subsídios... "Ca" estúpido, eu sei.

Depois da Super-Profissional-ter-Ido-Ao-SuperMercado-Enquanto-Nós-Estávamos-à-Espera-Para-Atendimento, lá fui mete-nojamente atendido. Começo por dizer que "gostava de saber, dos programas de incentivo e apoio à criação do próprio emprego, quais os que me posso candidatar, uma vez que não estou a receber subsídio?"
- Você tem disponibilidade para trabalhar?
- Tenho. E nunca fui chamado para nada, porque quem não recebe subsídio nunca é prioritário para emprego nem para formações porque não faz parte das vossas estatísticas.
- Aiiii, nem pensar! É igual para toda a gente!
- Não, não é.
- Você só é chamado para o que está inscrito. Ora deixa cá ver o que está na sua ficha..Hmmm..Pois, você está como Técnico de Relações Públicas e também para a área Administrativa.
- Sim...nem para a área administrativa fui chamado! A outra opção só está lá porque não existe a minha área no vosso programa! Nem Comunicação, nem Marketing, nem Publicidade! Logo, isso é o mais próximo da minha área.

Toca o telefone da monga e como manda a boa educação, ela atendeu e ficou a falar. Lá voltou à nossa conversa:

- Pois, então tem de ficar assim!
-Pois, então nunca vou ser chamado para nada! nem eu, nem ninguém que tire Comunicação ou derivados.
- Ah, é que este programa é de 1994.
- Então secalhar já actualizavam.
- Bem, o que você tem de fazer é ir ver ao site. vai aqui, faz assim, carrega aqui...
- Já fiz isso. estava à espera que houvesse alguma disposição do vosso lado para orientar, uma vez que nem tudo é claro e torna-se mais fácil quando se fala com uma pessoa (excepto nesta instituição podre)...Se nos podemos candidatar a ofertas de emprego e para saber destes assuntos vamos ao site, vocês servem para quê?

(silêncio constrangedor de 4 segundos)

- Ah, mas nós não temos nada a ver com isso. Você tem de entregar a sua proposta nos Bancos, directamente.
- Mas vocês não são o elo entre mim e o Banco?
- Não, só quando as pessoas pedem o valor total do subsídio.
- Obrigadinho.

Na minha cabeça eu agarrei nos cabelos desta cagalhona e dava voltas com ela no ar, como se do lançamento do peso se tratasse. E com um bocadinho de sorte ainda lhe mandava um peidovski nas ventas. só para não ser parva e outros tantos nomes...ligeiramente mais ofensivos.


quinta-feira, 19 de abril de 2012

A Roupa no IEFP

Não é preciso uma pessoa se armar em débil mental e se licenciar em Comunicação para saber que a imagem é tudo. A primeira impressão que formamos de alguém, nos primeiros segundos que as conhecemos, é que conta e se não vamos à bola logo, é muito difícil mudar.

A roupa é uma condicionante da primeira impressão. Fomos ensinados que temos de estar apresentáveis, por exemplo, em entrevistas de emprego. Não podemos ir com o fato de treino cintilante de Domingo, para uma entrevista num escritório de advogados. A roupa diz muito sobre nós. E em muitos casos, mal.

Ora bem, e então porque é que eu tenho de gramar com pessoas que atendem ao público- leia-se IEFP e quase toda a função pública- que me parecem todas do partido "Os verdes"? Todas desgadelhadas, com o óculo intelectual, casacos que parecem saídos do cú de um burro e ar de quem tem um tufo de pêlos nos sovacos e na farfalota? Foda-se, eu tenho de andar minimamente janota para ir tratar de banalidades- porque as pessoas não têm de me ver com o ar acabado de acordar que me dá um ar super culto- e estas burgessas atendem as pessoas naquelas figurinhas. É todo um ar de ronha de Domingo, só que todos os dias

A estas pessoas não é ensinada  a parte da imagem?Faltaram a esse módulo? De atendimento ao público? Não. são funcionárias públicas, efectivas, emprego no papo até ao resto da vida. Esmerar para quê? Estão em casa, a gente é que as vai moer.

No caso de hoje, a senhora orientadora de uma sessão de esclarecimento, além de entrouxada até aos ossos, tinha um adereço que não me deixou tomar atenção a nada do que dizia: pastilha elástica. Qual vaca ruminante, esta senhora só não mugia porque estava rouca.

Assim nem parece mau de todo. Mas era.

A Roupa no IEFP

Não é preciso uma pessoa se armar em débil mental e se licenciar em Comunicação para saber que a imagem é tudo. A primeira impressão que formamos de alguém, nos primeiros segundos que as conhecemos, é que conta e se não vamos à bola logo, é muito difícil mudar.

A roupa é uma condicionante da primeira impressão. Fomos ensinados que temos de estar apresentáveis, por exemplo, em entrevistas de emprego. Não podemos ir com o fato de treino cintilante de Domingo, para uma entrevista num escritório de advogados. A roupa diz muito sobre nós. E em muitos casos, mal.

Ora bem, e então porque é que eu tenho de gramar com pessoas que atendem ao público- leia-se IEFP e quase toda a função pública- que me parecem todas do partido "Os verdes"? Todas desgadelhadas, com o óculo intelectual, casacos que parecem saídos do cú de um burro e ar de quem tem um tufo de pêlos nos sovacos e na farfalota? Foda-se, eu tenho de andar minimamente janota para ir tratar de banalidades- porque as pessoas não têm de me ver com o ar acabado de acordar que me dá um ar super culto- e estas burgessas atendem as pessoas naquelas figurinhas. É todo um ar de ronha de Domingo, só que todos os dias

A estas pessoas não é ensinada  a parte da imagem?Faltaram a esse módulo? De atendimento ao público? Não. são funcionárias públicas, efectivas, emprego no papo até ao resto da vida. Esmerar para quê? Estão em casa, a gente é que as vai moer.

No caso de hoje, a senhora orientadora de uma sessão de esclarecimento, além de entrouxada até aos ossos, tinha um adereço que não me deixou tomar atenção a nada do que dizia: pastilha elástica. Qual vaca ruminante, esta senhora só não mugia porque estava rouca.

Assim nem parece mau de todo. Mas era.