Aquela sensação bruta que nos chega em forma de taquicardia quando vemos alguém que nos interessa. Uma sensação em muito parecida a ser atropelado por um camião, tal é o sentimento sentido - sentimento sentido é uma figura de estilo, qual é, hein? Quando se conhece alguém assim é bom por um lado, mas pode ser complicado por outro, caso as coisas corram mal. Intensidade é um pau de dois bicos, sempre ouvi dizer.
Agora que parece que eu vou falar de um assunto minimamente interessante vamos passar ao assunto em si: atropelamentos em Portugal. Ouve-se imenso- e parece sempre que a culpa é de um lado- que morrem multidões nas estradas do nosso País. é verdade, morrem. Condutores loucos, aceleras que abalroam as pessoas super correctas que estão nas passadeiras. Sim, acontece.
Mas e então, aqueles peões loucos sofredores do síndrome de passadeira imaginária? Eu vim agora para casa de uma amiga minha e enquanto fiz a Avenida de Roma foi por um triz que não derrubei 3 pessoas. E vocês pensam: claro oh estúpido, vens a 120 km/h e as pessoas estão no sítio certo, nas passadeiras. Errado. Muito errado. Eu vinha a 40Km/h,estava verde PARA MIM e os peões estavam no meio da estrada, bem longe das passadeiras.
E para a próxima, em vez de eu travar à bruta, talvez arraste alguém até à passadeira, porque "cada macaco no seu galho", que é como que diz, cada peão na sua passadeira, com mais ou menos braços.
Posto isto, a amiga com quem vim jantar- depois de eu lhe dizer: já sei sobre o que vou escrever hoje, aconteceu-me isto avir para aqui- diz-me: tenho a imagem ideal para ilustrar isso. E não é que tinha mesmo? Nem de propósito, porra.
Olhem lá para isto:
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Não Abras Os Olhos Que Não É Preciso.
Pessoas que atravessam com o sinal vermelho e ficam super ofendidas depois de levarem uma buzinadela. Deviam era levar uma pantufada nos dentes só por causa das tosses, secalhar já não repetiam a proeza.
Digo eu, mas eu tenho um feitio especial.
(isto já tinha sido escrito há mais tempo, porque neste momento onde estou nem trânsito há. Mas logo ponho umas fotos que só tenho internet de vez em quando)
Digo eu, mas eu tenho um feitio especial.
(isto já tinha sido escrito há mais tempo, porque neste momento onde estou nem trânsito há. Mas logo ponho umas fotos que só tenho internet de vez em quando)
domingo, 15 de janeiro de 2012
Tendências Suicidas I
Quando se diz " o amarelo é a cor da moda"..é uma tendência. Quando uma pessoa se tenta matar e não consegue, diz-se que tem tendências suicidas. Ou que tem um parafuso a menos. Ou que teve azar. Ou que precisa mas é de um chapadão nas ventas.
Estas tendências suicidas são verificadas maioritariamente nas estradas de Portugal (por incrível que pareça não estou a falar da fila para a Segurança Social). E nem estou a falar dos esgazeados que conduzem a 200 km/h e fazem aquela pressão quando nos querem ultrapassar e vamos a 150km/h na faixa da esquerda. Estou mesmo a falar do normal peão português, que não se quer juntar a quem se atira da Ponte 25 de Abril, corta os pulsos em cruz ou crava um balázio dans la téte.
Adora portanto, atravessar uma rua movimentada, o mais longe possível de uma passadeira, ao mesmo tempo em que dispara um olhar reprovador para o condutor. O olhar-o que-é-que-foi-cara***?-uma-pessoa-não-pode-atravessar-a-rua-onde-quer? Era-só-o-que-faltava, tenta fazer com que o condutor se sinta intimidado - e até culpado- por um imbecil se ter atirado para a frente da sua viatura. Raramente issso acontece, ninguém se sente culpado..e não fosse a hipótese de ser preso, acredito que morria muito mais gente nas ruas.
Claro que quem faz uma travagem brusca para evitar aniquilar estes seres malvados, é que fica mal visto, "porque é um acelera"; agora acusar de estúpido-suicida-vai-aprender-a-atravessar a rua estes moços, já ninguém acusa. Pois, claro!
As passadeiras não são para dar um toque de modernidade, feito por um designer de exteriores, que achou que aquelas riscas ficavam ali bem, por a estrada ser tão escura. Têm uma função. A sério.
Por exemplo:
Obs: Cheira-me que aqui alguém não deve demorar muito a ter tendências referidas anteriormente. Mas eu não sou de intrigas.
Estas tendências suicidas são verificadas maioritariamente nas estradas de Portugal (por incrível que pareça não estou a falar da fila para a Segurança Social). E nem estou a falar dos esgazeados que conduzem a 200 km/h e fazem aquela pressão quando nos querem ultrapassar e vamos a 150km/h na faixa da esquerda. Estou mesmo a falar do normal peão português, que não se quer juntar a quem se atira da Ponte 25 de Abril, corta os pulsos em cruz ou crava um balázio dans la téte.
Adora portanto, atravessar uma rua movimentada, o mais longe possível de uma passadeira, ao mesmo tempo em que dispara um olhar reprovador para o condutor. O olhar-o que-é-que-foi-cara***?-uma-pessoa-não-pode-atravessar-a-rua-onde-quer? Era-só-o-que-faltava, tenta fazer com que o condutor se sinta intimidado - e até culpado- por um imbecil se ter atirado para a frente da sua viatura. Raramente issso acontece, ninguém se sente culpado..e não fosse a hipótese de ser preso, acredito que morria muito mais gente nas ruas.
Claro que quem faz uma travagem brusca para evitar aniquilar estes seres malvados, é que fica mal visto, "porque é um acelera"; agora acusar de estúpido-suicida-vai-aprender-a-atravessar a rua estes moços, já ninguém acusa. Pois, claro!
As passadeiras não são para dar um toque de modernidade, feito por um designer de exteriores, que achou que aquelas riscas ficavam ali bem, por a estrada ser tão escura. Têm uma função. A sério.
Por exemplo:
Obs: Cheira-me que aqui alguém não deve demorar muito a ter tendências referidas anteriormente. Mas eu não sou de intrigas.
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