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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Abalroamentos e Atropelamentos.

Aquela sensação bruta que nos chega em forma de taquicardia quando vemos alguém que nos interessa. Uma sensação em muito parecida a ser atropelado por um camião, tal é o sentimento sentido - sentimento sentido é uma figura de estilo, qual é, hein? Quando se conhece alguém assim é bom por um lado, mas pode ser complicado por outro, caso as coisas corram mal. Intensidade é um pau de dois bicos, sempre ouvi dizer.

Agora que parece que eu vou falar de um assunto minimamente interessante vamos passar ao assunto em si: atropelamentos em Portugal. Ouve-se imenso- e parece sempre que a culpa é de um lado- que morrem multidões nas estradas do nosso País. é verdade, morrem. Condutores loucos, aceleras que abalroam as pessoas super correctas que estão nas passadeiras. Sim, acontece.

Mas e então, aqueles peões loucos sofredores do síndrome de passadeira imaginária? Eu vim agora para casa de uma amiga minha e enquanto fiz a Avenida de Roma foi por um triz que não derrubei 3 pessoas. E vocês pensam: claro oh estúpido, vens a 120 km/h e as pessoas estão no sítio certo, nas passadeiras. Errado. Muito errado. Eu vinha a 40Km/h,estava verde PARA MIM e os peões estavam no meio da estrada, bem longe das passadeiras.

E para a próxima, em vez de eu travar à bruta, talvez arraste alguém até à passadeira, porque "cada macaco no seu galho", que é como que diz, cada peão na sua passadeira, com mais ou menos braços.

Posto isto, a amiga com quem vim jantar- depois de eu lhe dizer: já sei sobre o que vou escrever hoje, aconteceu-me isto  avir para aqui- diz-me: tenho a imagem ideal para ilustrar isso. E não é que tinha mesmo? Nem de propósito, porra.

Olhem lá para isto: