domingo, 17 de novembro de 2013
Constatações de Domingo à Noite
Uma pessoa não tem culpa de a vida não ter sido muito justa com ela no que respeita à beleza. O exterior não é tudo, o interior é que conta, blá blá blá. As aparências iludem, quem vê caras não vê corações... Pois é, tudo verdade
Mas ser feio e mal educado já é uma opção. E muito mal optado.
A sério, ser mal educado fica mal tanto a pessoas giras como a feias. Portanto, a quem não pode fazer nada à cara, seja pelo menos bem educado. Escusado será dizer que pessoas giras e mal-educada são automaticamente feias.
Feias e nojentas. E estúpidas. E cagalhonas.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Depressões,Autocarros, Varões e ..
Depressão:
(latim depressio, -onis)
"depressão", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/depress%C3%A3o [consultado em 14-11-2013].
de·pres·são
(latim depressio, -onis)
substantivo feminino
1. Abaixamento de nível.
2. [Figurado] Enfraquecimento, abatimento, físico ou moral.
3. Achatamento, cavidade pouco profunda.
"depressão", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/depress%C3%A3o [consultado em 14-11-2013].
Com a aproximação do mau tempo, as depressões têm tendência a aparecer, reaparecer e/ou a agravar. Um simples amuo pode em trêss tempos tornar-se uma tragédia grega se for num Domingo de frio e chuva. É ponto assente, tal qual como a Babá levar nos cornos e se embebedar.
Uma das coisas que deprime qualquer pessoa além do frio é ser utente da Carris. Não apenas pelas infindáveis greves - que já aborrecem um bocadiiiiinho assiiiiimmmm - mas por apenas ser utente. Sim, ser utente que implica ser pobre. Há o paupérrimo, o pobre e o remediado que atulham estas viaturas que nos levam ao destino, com mais ou menos empurrão e apalpão. Não é estar a ser segmentário, mas pessoas com dinheiro não andam de autocarro, quem é que quer fazer isso de livre vontade se tiver dinheiro para combustível, carro próprio ou contratar motorista caso não tenha carta? Ninguém.
Sendo eu pobre, pergunto: há lá coisa pior do que ser pobre? Há- ser pobre de espírito, eu sei, mas hoje não me vou debruçar sobre isso.
Há dois dias decidi que iria de autocarro fazer o percurso do trabalho para casa, pois apercebi-me que pouparia uns 15 minutos,ao contrario do habitual metro. E assim foi: sai do trabalho, comi e enfiei-me no bus que estava obviamente ao barrote. Eis que passados uns minutos sinto uns arrepios- estes também causados por ir agarrado ao varão lambuzado por 3637272 passageiros anteriores- mas estes a que me refiro não eram só de nojo, eram daqueles acompanhados por suores frios e quentes associados a quê? Caganeira, claro está! Caganêra, diarreia, pintar à pistola. Tudo!!!
Autocarro + Pobre Suado + Varão-Mete-Nojo + Caganeira = Viagem que sabe a infindável quando na verdade foram poucos minutos
Se há coisa pior que ser pobre? Há. Ser pobre e ter um destemperamento intestinal enquanto se usufrui de uma viagem na Carris. A juntar a isto só mesmo ter um torcicolo que pode ser entendido como karma, ou apenas um mau jeito.
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Como É Que É Possível?
Eu sei, sou um imbecilóide de nascença. mas nem para mim sou bom, então não deixei passar a data de aniversário do blog? Foi há mais de três anos que escrevi o primeiro post (que podem reler aqui e que como os outros seguintes não tem graça nenhuma)... Chiça Penico!
Longe vai o tempo em que sabia as datas de nascimento de toda a gente, bem como todos os telefones fixos: tudo na ponta da língua.
Diz que é só isto por hoje: um lembrete do quanto imbecil e propenso a alzheimer que eu sou.
Longe vai o tempo em que sabia as datas de nascimento de toda a gente, bem como todos os telefones fixos: tudo na ponta da língua.
Diz que é só isto por hoje: um lembrete do quanto imbecil e propenso a alzheimer que eu sou.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Laureating a Pévid e Moscas.
Sabem aquela necessidade de querer estar isolado, sem telemóvel, sem dar satisfações a ninguém, sem horas para chegar, sem nada combinado com ninguém e isso saber-vos bem? Eu também não, mas às vezes acontece e as folgas desta semana foram quase isso- esquecendo que Lisboa é um pêlo púbico e que encontra-se toda a gente.
Mas ontem aproveitei bem o sol e sozinho. Vá, mais ou menos. Conhecem também aquele desejo de estar concentrado num livro, por exemplo, ou na revista Maria e haver moscas daquelas moles, que andam a zumbir nos ouvidos? Que não vos deixam estar sossegados nem ler uma frase seguida sem ser interrompido? Que quem nos vê ao longe pensa: coitadinho," tem tantos tiques e espasmos assim do nada, tadito. Deve ser nervoso dos nervos". E parece mesmo. Imaginem-se lá afastar moscas da cara assim de repente, quando poisam perto da boca, vos fazem comichão no braço, no queixo...tudo. Agora imaginem isso visto de fora. É isso. Um azucrinar constante, uma moição eterna que só da vontade de pegar numa metralhadora e fuzilá-las. Sim, porque depois nem as conseguimos matar. E só apetece esbofeteá-las até mais não.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!
E depois há as moscas que são insectos.
(silêncio em que se franze a sobrancelha e pensa: ãhn? o que é que este estúpido está a escrever?!)
(nada, vamos passar à parte ilustrativa em que já estava acompanhado)
Mas ontem aproveitei bem o sol e sozinho. Vá, mais ou menos. Conhecem também aquele desejo de estar concentrado num livro, por exemplo, ou na revista Maria e haver moscas daquelas moles, que andam a zumbir nos ouvidos? Que não vos deixam estar sossegados nem ler uma frase seguida sem ser interrompido? Que quem nos vê ao longe pensa: coitadinho," tem tantos tiques e espasmos assim do nada, tadito. Deve ser nervoso dos nervos". E parece mesmo. Imaginem-se lá afastar moscas da cara assim de repente, quando poisam perto da boca, vos fazem comichão no braço, no queixo...tudo. Agora imaginem isso visto de fora. É isso. Um azucrinar constante, uma moição eterna que só da vontade de pegar numa metralhadora e fuzilá-las. Sim, porque depois nem as conseguimos matar. E só apetece esbofeteá-las até mais não.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!
E depois há as moscas que são insectos.
(silêncio em que se franze a sobrancelha e pensa: ãhn? o que é que este estúpido está a escrever?!)
(nada, vamos passar à parte ilustrativa em que já estava acompanhado)
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
domingo, 10 de novembro de 2013
Desligamentos, Delírios e Perspectivas
Sou uma pessoa curiosa principalmente em assuntos que interessam para aprender alguma coisa. E o que é que interessa saber? Como funcionam os relacionamentos, pois claro. Os amorosos! Não tenho muito jeito para a coisa, daí também não ter assim graaaaaaaaaaaande historial do meu lado.
E como tenho um blog- e o objectivo é eu aprender com os meus leitores, coisas que não domino- gostava que partilhassem comigo situações, opiniões sobre um aspecto que me suscita imensa curiosidade. Já todos nós tivemos relacionamentos amorosos: uns mais curtos, outros mais longos, uns mais intensos e outros um pouco menos; uns que se viveram coisas bonitas e outros que nem tanto (abafadas por situações mais ou menos agressivas); relações em que o cíume predominou e outras em que nem deu sinais de vida; relações em que amaram e outras que só gostaram e pensaram que amaram...mas sempre relações que se aprendeu algo.
Ao que eu quero chegar é: nessa constante aprendizagem que é ter um relacionamento, tiveram aquela parte em vos disseram que estavam desligados? Que demonstravam menos interesse? Ou por outro lado, foram vocês que fizeram essa pergunta à pessoa com quem estavam?
Sendo vocês parte do primeiro grupo que referi (disseram-vos que estavam desligados), contem lá, havia mesmo razão para esse tipo de observação? Sentiam que o interesse já não era o mesmo mas acanharam-se e inventaram desculpas para contornar a situação em vez de enfrentar? Ou era só paranóia da outra pessoa?
Caso sejam do grupo que enfrentaram a pessoa e disseram que estava desligada, qual foi o resultado final? Vocês tinham razão ou foi só imaginação?
Contem-me lá, para eu não achar que sei tudo e avançar já para a conclusão
E como tenho um blog- e o objectivo é eu aprender com os meus leitores, coisas que não domino- gostava que partilhassem comigo situações, opiniões sobre um aspecto que me suscita imensa curiosidade. Já todos nós tivemos relacionamentos amorosos: uns mais curtos, outros mais longos, uns mais intensos e outros um pouco menos; uns que se viveram coisas bonitas e outros que nem tanto (abafadas por situações mais ou menos agressivas); relações em que o cíume predominou e outras em que nem deu sinais de vida; relações em que amaram e outras que só gostaram e pensaram que amaram...mas sempre relações que se aprendeu algo.
Ao que eu quero chegar é: nessa constante aprendizagem que é ter um relacionamento, tiveram aquela parte em vos disseram que estavam desligados? Que demonstravam menos interesse? Ou por outro lado, foram vocês que fizeram essa pergunta à pessoa com quem estavam?
Sendo vocês parte do primeiro grupo que referi (disseram-vos que estavam desligados), contem lá, havia mesmo razão para esse tipo de observação? Sentiam que o interesse já não era o mesmo mas acanharam-se e inventaram desculpas para contornar a situação em vez de enfrentar? Ou era só paranóia da outra pessoa?
Caso sejam do grupo que enfrentaram a pessoa e disseram que estava desligada, qual foi o resultado final? Vocês tinham razão ou foi só imaginação?
Contem-me lá, para eu não achar que sei tudo e avançar já para a conclusão
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Laureating a Pévid #3
Já vos disse que amo Lisboa? Vá, seus exagerados...não foram assim tantas vezes. Mas ainda assim, aqui vai mais uma vez: gosto mesmo desta cidade, porra. Numa das folgas anteriores, que aqui expus na rúbrica: laureating a pévid já tinha publicado umas fotos do Arco da Rua Augusta, visto do Terreiro do Paço. Mas ontem subi ao arco para apreciar a vista. E que vista! Fui na hora do lusco-fusco pensando que já não apreciaria bem a vista como com sol, mas...Não fica com certeza nada atrás do que apreciar a vista com luz diurna.
Aqui segue o registo:
Ê cá gosti! Vão lá moços, são só 2,5€ e fecha às 19h!
Aqui segue o registo:
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| Rua Augusta, Lx |
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| Vista do Arco para a Rua Augusta |
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| Vista com chulé sobre o Terreiro do Paço e Almada (margem sul power) |
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| Cais das Colunas |
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| Praça do Comércio ou Terreiro do Paço |
Ê cá gosti! Vão lá moços, são só 2,5€ e fecha às 19h!
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Há Pessoas Capazes de Dizer Tudo #1
Hoje ouvi:
" Giro, mas impossível de aturar"
Eu? Impossível de aturar? Pffff
" Giro, mas impossível de aturar"
Eu? Impossível de aturar? Pffff
Realidades Infelizes.
Era uma vez uma loja em Portugal que tinha funcionários de nacionalidade brasileira a trabalhar. Houve um dia que apareceu uma pessoa que queria fazer reclamação porque não tinha de estar a ouvir brasileiras a falar ao microfone (quando se precisa chamar algum colega, por exemplo).
Agora chegava a parte que eu escrevia "estou a brincar, era uma anedota", mas não é. Não é nosso País que é atrasado, é mesmo a mentalidade de merda das pessoas, o País não tem culpa nenhuma. Mas a caracterizar este País conforme as mentalidades, acho que não chega a ser de Terceiro Mundo, mas sim de Sétimo ou Oitavo.
A sério? Reclamar por escrito por uma situação destas. Oh mulher, levavas com uma água de côco e uma goiabada nas ventas e era pouco. Vergonha alheia. Muita.
Agora chegava a parte que eu escrevia "estou a brincar, era uma anedota", mas não é. Não é nosso País que é atrasado, é mesmo a mentalidade de merda das pessoas, o País não tem culpa nenhuma. Mas a caracterizar este País conforme as mentalidades, acho que não chega a ser de Terceiro Mundo, mas sim de Sétimo ou Oitavo.
A sério? Reclamar por escrito por uma situação destas. Oh mulher, levavas com uma água de côco e uma goiabada nas ventas e era pouco. Vergonha alheia. Muita.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Carências, Soluções e Cacaus.
A vida, a vida...não sei se é bela e nós é que damos cabo dela, se é mesmo estranha só por ser. Mas todos nós já passámos por períodos de carência (atenção este blog não é pessoal) e quando me estava a afeiçoar ao material que ajuda a passar essa carência (naooooooooooooo, não são bonecas insufláveis nem dildos) descubro uma maravilha do resolve-carência. As gomas em forma de urso da Haribo são boas para períodos desses, mas -e ainda não provei- isto pareceu-me uma fusão BRUTAL e de ajudar as pessoas cabisbaixas a ficarem arrebitadas em milésimos de segundos.
Milka e Oreo? A sério ?
Obrigado!
Obs: Vou comer e depois digo se realmente ajudou!
Qualquer relação deste post com o post de ontem é pura coincidência.
Milka e Oreo? A sério ?
Obrigado!
Obs: Vou comer e depois digo se realmente ajudou!
Qualquer relação deste post com o post de ontem é pura coincidência.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Nossa, que Educação.
O atendimento ao público tem muito que se lhe diga. Um pau de dois ou três bicos: se por um lado se contacta com muita gente simpática que nos alegra o dia, por outro há esses grandes cagalhões que nem um bom dia dizem quando estão a ser atendidos e que só apetece dar um chapadão nas ventas, mas daqueles que até ferve.
É verdade também que somos também atendidos por gente que tem como os clientes, cara de mal f/&%$$, mas para contornar esta situação há que fazer o quê? Ser muito, mas muito simpático, estejamos nós a atender ou a ser o cliente mal atendido. Funciona sempre, porque todos nós temos dias maus.
Enquanto atendemos pessoas aprendemos e reparamos em muita coisa, principalmente no que respeita à boa educação. Já repararam que quando vão, por exemplo, a lojas os funcionários têm uma chapa com o nome? Pois é, são todos pessoas com vidas próprias e têm nomes, não são escravos dos vossos caprichos têxteis.
E quem é que são as pessoas que tratam pelo nome os funcionários das lojas? Apenas - salvo raras excepções- os nossos brasileiros. Ah pois é. Tratam em grande percentagem pelo nome, muito mais educados sem dúvida nenhuma. Experimentem, seus tugas afazer o mesmo a ver se não são melhor atendidos!
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Amizade É Ouvir Frases Destas #2
Tanta modernice que nos invade diariamente. Tanto gadget com o qual já "não podemos viver sem", tanto aparelho que se tornou inseparável no nosso dia a dia e nós gostamos. Permite facilitismo, permite um maior comodismo, torna tudo acessível, torna tudo mais rápido e ajuda os mais desorientados e desorganizados.
Em conversa sobre melhorar saúde, idas a ginásios e afins eis que oiço, ao invés de um típico " já comprei uns ténis para começar a correr", vou começar a correr, já tenho a app da nike e tudo.
É isto, meus amigos, modernices!
Em conversa sobre melhorar saúde, idas a ginásios e afins eis que oiço, ao invés de um típico " já comprei uns ténis para começar a correr", vou começar a correr, já tenho a app da nike e tudo.
É isto, meus amigos, modernices!
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Amizade É Ouvir Frases Destas #1
"Porra, estou sem televisão, devia ter trazido ganza"
(Não vou por as iniciais da pessoa que disse, senão é tudo a ligar a querer comprar)
Já agora, as minhas desculpas pela ausência de quase 15 dias, mas tem havido uma ou outra atribulação e mudança no meu dia-a-dia, que não me permite escrever coisas engraçadas. Sim, eu sei que também ainda não foi hoje, mas com o tempo vai lá.
(Não vou por as iniciais da pessoa que disse, senão é tudo a ligar a querer comprar)
Já agora, as minhas desculpas pela ausência de quase 15 dias, mas tem havido uma ou outra atribulação e mudança no meu dia-a-dia, que não me permite escrever coisas engraçadas. Sim, eu sei que também ainda não foi hoje, mas com o tempo vai lá.
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