terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Auto-estima: essa bitch e essa amiga.

Bem, daqui a pouco há um ano que não escrevia aqui - não sei como o mundo não parou de girar por causa disso- mas agora estava a trocar umas frases com uma amiga digital, a Mia (moças, se não conhecerem vão aqui ao blog dela) e pensei: isto é mesmo um tema que dá pano para mangas, vou reactivar o blog assim como quem não quer a coisa - apesar de não ser uma reactivação vitalícia.

Tem a ver com aquele desafio agora nas redes socias, o #10yearchallenge em que me lembrei do assunto: auto-estima, que é como um fio condutor de quase tudo na nossa vida. Parece exagerado? Se calhar até é, mas se não, vejamos: quem a não tem bem trabalhada não é feliz em nada. Por outro lado, quem tem auto-estima é claramente uma pessoa bem resolvida. Atenção: não estou a falar de casos em que há uma avaliação introspectiva que em nada corresponde à realidade. Deixamos esses casos para depois, vamos imaginar as pessoas "normais".

Mas a vida muda mesmo quando nos sentimos bem connosco. parece uma frase "clichê" e não sei quê, mas é a mais pura das verdades. E olhem que quem vos fala é um ex-sem-auto-estima. mas a partir do momento em que a têm, meus amigos: é difícil alguém a derrubar. Seja em amizades, seja em relacionamentos amorosos ou até em contexto laboral, a pessoa ao gostar de si sente-se mais confiante em tudo- o que não é necessariamente andar a fazer peito em qualquer destas áreas  anteriormente citadas.

Assim sendo, quando há falta dela, há falta de tudo. A pessoa não quer sequer envolver-se com ninguém, o trabalho não é feito com entusiasmo, os relacionamentos interpessoais passam a aborrecer, a vida torna-se pouco motivante.

Há quem pense que isto é problema exclusivo de pessoas "feias", pessoas que "segundo o padrão" (qual padrão, pá, deixem-se de merdas) e que as pessoas consideradas fisicamente atraentes não têm este tipo de problema. Aliás, há até casos em que as pessoas consideradas menos bonitas fazem bullying às mais apresentáveis porque " não tem razão para isso".

Claro que tem, querid@s. A auto-estima está intrinsecamente ligada à  vossa vida até aqui. à educação que tiveram, com quem se deram, que professores tiveram: TUDO. Todo esse background é que constrói isso e juntamente claro, com a vossa mente, que dependendo do quão são influenciáveis, vos vai construir. bem, reli agora o que escrevi e quase não percebi nada, tive de ler muito de-va-gar e fazer apontamentos.

Toda esta psicologia barata para com isto dizer que, é transversal a feios e bonitos e devia ser moderada em toda a gente. Não tem necessariamente que ver com o aspecto físico. Melhoraria consideravelmente a qualidade de vida.

Obviamente que se forem umas pessoas nojentas, más, injustas e filhas da fruta  e com o ego lá em cima, é só parvo. Mas diz que há muito.

Há 10 anos não tinha auto-estima- Hoje tenho.




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